<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162</id><updated>2012-01-21T10:22:08.822-03:00</updated><title type='text'>Volúptas7</title><subtitle type='html'>Volúptas é um deus grego que significa PRAZER.Filho de Psique e Eros.O número sete representa o número da perfeição.Podemos dizer que o significado da nomenclatura desse blog é uma somatória e seria "o prazer perfeito dos deuses".E é com esse propósito que formamos um grupo de colaboradores em que se encheram de volúpia e escreveram contos eróticos para postar aqui.No nosso cantinho sensual e voluptoso. 
Colaboradores: Voluptas, Nefertite, Diana, Guabyroba, Apolo e Anja demoniaca.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Volúptas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01559899077671012994</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_rWoTkGFv9B4/R5jZXH90b5I/AAAAAAAAAAw/-_pi3n3LBlk/S220/cereja%255B1%255D.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>31</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-854072597502198208</id><published>2008-06-25T20:11:00.003-04:00</published><updated>2008-06-26T08:31:59.501-04:00</updated><title type='text'>Se meu prepúcio falasse</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SGLe0AfrxEI/AAAAAAAAAE0/cC6UsRV1eNY/s1600-h/Se+meu+prepÃºcio+falasse.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215976303515911234" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SGLe0AfrxEI/AAAAAAAAAE0/cC6UsRV1eNY/s320/Se+meu+prep%C3%BAcio+falasse.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Era uma vez o meu prepúcio. Quando eu era pequenininho, ele só vivia colado na minha glande. Minha mãe e meu pai falavam tanto em fimose, que pensei que este fosse o meu nome. Só no dia que minha mãe chegou para mim e falou "Meu filho, você vai ter que operar fimose" foi que caí na real. Se eu era o filho dela, quem era fimose. Se eu era fimose, quem era o filho dela? Foi aí que ela me explicou tudo e fiquei sabendo que meu nome era muito mais bonito do que aquele. Orgulho-me muito de me chamar SARDEMBERG GUABYROBA. Bom, voltando a vaca fria, por sorte, a minha fimose começou a regredir espontaneamente (ou será que o meu piru é que começou a crescer desproporcionalmente?) e eu não precisei operar aquela pelanca. Já com os meus dez anos, a situação havia se normalizado completamente. Foi aí que eu comecei a prestar mais atenção naquela pele que servia de adorno ao meu órgão reprodutor. Finalmente, fiquei sabendo que o nome dele em condições normais era PREPÚCIO. Como todos os dias estávamos um olhando para o outro, resolvi batizá-lo com nome e sobrenome. Passei a chamá-lo de AMÉRICO PREPÚCIO.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando fiz meus quinze anos, meu pai levou-me a um puteiro para ver se perdia a virgindade. Escolhi uma morenaça de olhos verdes e corpão violão, mas quando comecei a tirar a roupa no quarto para traçar a bela dama, percebi que o meu prepúcio estava irritadiço, de uma hora para outra. Fiquei meio desconfiado e resolvi dispensar a menina, mesmo com o pênis juvenil em posição de combate. Acabei não transando naquele dia. Sorte a minha, porque fiquei sabendo que, um mês depois, a menina morreu com diagnóstico de AIDS. Américo Prepúcio havia salvado a minha vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Até hoje, nunca tive doença venérea nenhuma, graças ao Américo Prepúcio que sempre sinaliza quando há perigo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu amo Prepúcio, Prepúcio me ama e dou graças a Deus por não ter nascido judeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-854072597502198208?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/854072597502198208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=854072597502198208&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/854072597502198208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/854072597502198208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/06/se-meu-prepcio-falasse.html' title='Se meu prepúcio falasse'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SGLe0AfrxEI/AAAAAAAAAE0/cC6UsRV1eNY/s72-c/Se+meu+prep%C3%BAcio+falasse.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-7922752467948198079</id><published>2008-06-18T19:31:00.002-04:00</published><updated>2008-06-19T06:11:31.610-04:00</updated><title type='text'>A secretária da bunda gostosa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SFmbE-_W-2I/AAAAAAAAAEk/tdAZNX52XT8/s1600-h/A+secretÃ¡ria+da+bunda+gostosa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213368553588587362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SFmbE-_W-2I/AAAAAAAAAEk/tdAZNX52XT8/s320/A+secret%C3%A1ria+da+bunda+gostosa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Sabe aquele negócio de você chegar ao trabalho, começar a labuta, com uma porrada de gente te enchendo a paciência, ao tempo em que uma bunda gostosa de secretária fica para lá e para cá, provocando a tua piroca de maneira descarada? Pois é, isto acontecia comigo até a última sexta-feira, quando resolvi dar um basta. &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Onde eu trabalhava, o expediente acaba às 5:30 h, mas, naquele dia, resolvi fazer uma hora extra. O trabalho estava atrasado e já era tempo de aumentar um pouco a carga horária deste escravo que vos fala, para ver se evitava o desemprego, que é pior do que a escravidão (isto merece um debate à parte, mas, no fundo, no fundo, ser desempregado ou ser escravo é tudo a mesma merda do ponto de vista de bem-estar). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pois é. Eu estava lá, entre números e despachos, quando vi aquela bunda entrar. Ela também tinha resolvido fazer serão e, vejam só, éramos só eu e ela naquele universo de mesas e cadeiras abandonadas. No princípio, fingi que estava tudo bem, que um homem e uma bunda feminina fazendo hora extra, sem mais nada nem ninguém por perto, era absolutamente normal. Mas, depois, comecei a perceber a insistência daquele cu nos seus passeios em torno da minha pessoa e resolvi ficar prestando atenção. Entrava, abria arquivo, ia, voltava, fazia um barulho do caralho e seguia para a mesa do chefe, com aquele toc-toc do salto alto e aquela semitransparência do vestido, que me permitia ver a calcinha maravilhosa, cavadona, que revestia aquele rabo homérico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma hora e cinqüenta desfiles depois foi que surgiu a curiosidade de dar uma olhada rápida para o rosto portador daquela bundona escultural. Só aí que o babacão aqui percebeu que a gostosa da secretária só ficava olhando e sorrindo para mim. Aquele tipo de sorriso que é quase uma autorização a uma boa uma penetração lubrificada e indolor. Quando vi aquilo, o pau deu de latejar. O momento nem merecia comentários ou piadinhas esdrúxulas que pudessem fazê-la me execrar. Levantei da cadeira e fui em direção a ela. Naquele momento, estava curvada, tentando pegar uns papiros do chefe que haviam caído no chão. Cheguei já segurando na cintura, por trás. Ela ficou quieta. Como quem cala consente, continuei a empreitada. Levantei-lhe a saia e comecei a apertar as nádegas, pacientemente, ainda por cima da calcinha. Pasmem! Ela continuava lá, como se nada estivesse acontecendo, procurando os papiros da chefia de merda. E eu apertando a bunda com uma das mãos e com a outra reconhecendo o terreno, de uma maneira geral (peitos, costas, vagina (de leve) etc.). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aí, fudeu! A mulher se largou toda. Seus óculos caíram e ela desabou de quatro, em posição de combate. Afastei as duas nádegas e comecei a cheirar o rabinho apetitoso. Que cheiro, meu! Nunca mais vou me esquecer. Era perfumado, numa mistura de alfazema e azeitona preta. Pela primeira vez, ela falou: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Mete o porro, seu gostoso! Mete o porro! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ah! Quando ela falou aquilo, não pensei duas vezes, tirei as calças, cueca e camisa. Dei uma cusparada no José Brincalhão e fui me aproximando daquele cuzaço. Quando estava a poucos milímetros da enrabação, a porta foi repentinamente escancarada. Entram o nosso chefe e o diretor-presidente da empresa discutindo um assunto que acho que era urgente. O pau caiu, a mulher caiu, o chefe caiu, o diretor subiu pelas paredes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Foooooooooooooooora, filhos da puta!!! Tão pensando que isto aqui é zona!! Estão despedidos por justa causa! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A mulher saiu desesperada, chorando. Eu saí atordoado, segurando as vestes com uma das mãos e tapando o caralho com a outra. Puta merda! Rua da amargura! Não comi a mulher e ainda perdi o emprego. Os nossos mecanismos de defesa sempre procuram uma justificativa plausível que nos dê alento e eu pensei "porra, podia ter sido pior. Por exemplo, se minha mulher me pega nesse flagra? Por exemplo, se o bundão do marido daquela bundona gostosa aparece lá de repente?" Acabei de pensar aquilo e escutei um grito horroroso, vindo da boca da dona daquele imenso rabo não deglutido. Quando olho, ela estava voltando correndo, com repórteres atrás, em busca do melhor ângulo para sair na primeira página dos jornais sensacionalistas da cidade. Quando me viram. Começaram a me fotografar também. Era flash de tudo que era lado. Na verdade, eles estavam lá, esperando um pronunciamento da empresa sobre um acidente ecológico ocorrido em uma das unidades industriais da holding. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Manchete do dia seguinte: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“CASAL FAZIA SACANAGEM NA SALA DE CHEFE POLUIDOR” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Manchete de dois dias depois: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“MULHER QUE FAZIA SACANAGEM NA SALA DO CHEFE ANTIECOLÓGICO MORTA PELO MARIDO CORNUDO” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Manchete de três dias depois: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“COMILÃO DO ESCRITÓRIO ENCONTRADO MORTO E CAPADO” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Morri sem um pingo de felicidade, isto é que é pior.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-7922752467948198079?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/7922752467948198079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=7922752467948198079&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/7922752467948198079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/7922752467948198079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/06/secretria-da-bunda-gostosa.html' title='A secretária da bunda gostosa'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SFmbE-_W-2I/AAAAAAAAAEk/tdAZNX52XT8/s72-c/A+secret%C3%A1ria+da+bunda+gostosa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-1041698706023007820</id><published>2008-06-11T20:24:00.003-04:00</published><updated>2008-06-12T06:03:07.898-04:00</updated><title type='text'>A morena que quis dar o rabo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SFBtKENyJFI/AAAAAAAAAEU/Kb7dpEcf7Js/s1600-h/A+morena+que+quis+dar+o+rabo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210784788565337170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SFBtKENyJFI/AAAAAAAAAEU/Kb7dpEcf7Js/s320/A+morena+que+quis+dar+o+rabo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Era uma vez uma morena muito bonita que sempre se preservou. De família católica, casou na igreja e viveu cinco meses com o fiel maridão. Fiel enquanto durou o desconhecimento sobre suas molecagens. Um dia soube que estava sendo traída por ele. Ficou desesperada. Chorou muito. Ele desmentiu tudo. Ela num primeiro momento acreditou, mas vizinhos filhos da puta, "amigos" dela, a levaram até a casa da amante no dia em que ele estava lá no maior sarro. A morena se desesperou. Saiu dali e sumiu. O marido a procurou, procurou e não a encontrou. &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um belo dia, ela voltou para casa. Disse para ele que o perdoava e que não queria mais saber o que ele estava fazendo fora de casa. Todo feliz, ele falou que também a perdoava (!!) e que a recebia de braços abertos. Na segunda semana depois da sua volta, quando o maridão chegou em casa, abriu a porta e falou:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;-Querida, cheguei! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esperou, esperou e nada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Querida, cadê você? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma resposta. Ele foi caminhando em direção ao quarto e, de repente, começou a ouvir uns gemidos estranhos. Para falar a verdade, gemidos pra lá de eróticos. Abriu a porta e lá estava sua esposa de cu para o alto com um negão puro músculo, de 2 metros de altura e uns 100 quilos de massa carcando o rabo de sua senhora. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Que porra é essa, sua filha da puta! Piranha! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O negão tirou o pênis do orifício anal de sua amada, foi na direção dele, o agarrou pelo pescoço e falou: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Seu veado, filha da puta! Se você xingar a sua mulher outra vez te dou uma porrada e como teu cu, seu veado!! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Dddesculpa, ddesculpa. Eu só quero o bem dela...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;-E o meu, seu babaca?!! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- O seu ttambém. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Babaca!!! A esposa: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Isto é para você ver como dói ser corneado. Só quis fazer um pouco melhor que você. Ver você presenciando o Argenor (o negão) comer a minha bunda era o sonho da minha vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dali pra frente, o maridão despirocou. Sumiu da cidade e nem a amante levou. Soube-se mais tarde que havia virado veado e que fazia ponto na Praça da Sé, em São Paulo, oferecendo-se exclusivamente a negões fortes e com mais de 2 metros de altura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-1041698706023007820?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/1041698706023007820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=1041698706023007820&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/1041698706023007820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/1041698706023007820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/06/morena-que-quis-dar-o-rabo.html' title='A morena que quis dar o rabo'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SFBtKENyJFI/AAAAAAAAAEU/Kb7dpEcf7Js/s72-c/A+morena+que+quis+dar+o+rabo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-5669360075941710450</id><published>2008-06-04T22:42:00.003-04:00</published><updated>2008-06-05T13:00:10.843-04:00</updated><title type='text'>Masturbação coletiva</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SEdTNyQeo2I/AAAAAAAAAEE/_dfDdIM08fQ/s1600-h/MasturbaÃ§Ã£o+coletiva.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208222990371562338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SEdTNyQeo2I/AAAAAAAAAEE/_dfDdIM08fQ/s320/Masturba%C3%A7%C3%A3o+coletiva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu estava no ônibus e não podia imaginar que aquele seria o meu dia. Dez curvas e cinco minutos depois de eu ter embarcado, entra uma loura chiquérrima. Nada sem combinar. Bustos deliciosos, querendo escapar do bustiê. Saia curtíssima. Sorriso orgasmante. A mulher era tudo de bom. Pagou a passagem e foi sentar-se justamente do meu lado. Toda recatada, sequer olhou pra mim. Se bem que não dava para perceber os detalhes do movimento do seu globo ocular, pois ela estava usando uns óculos escuros Pierre Cardin lindíssimos. Como percebi que aquele peixe não era para a minha isca, resolvi continuar olhando a paisagem que se impunha diante da janela. Passaram-se mais uns cinco minutos e eu comecei a cochilar. A viagem era longa e eu não havia dormido bem naquela noite. Comecei a ter um sonho com a própria louraça que estava do meu lado. Ela começava a rir para mim, falava umas confidências no meu ouvido e começava devagarzinho a apalpar meu pênis. Uma coisa maravilhosa. Um hálito angelical (hálito de anjo deve ser bom). Enfim, era como estar no paraíso. Comecei a relaxar no banco e parecia que a coisa estava se intensificando. De repente, por causa de um buraco, despertei e, quando olhei, a loura estava imponente, com os olhos escondidos por trás dos óculos, mas com a mão boba efetivamente alisando o meu cacete. Arrepiei e fiquei todo gelado. Menos no cacete, que começou a pular randomicamente, como se fosse um frango cuja cabeça tivesse sido recém-arrancada. O sonho de mulher falou baixinho pra mim.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Está gostando?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Sssim... Súbito, ela começou a massagear-me mais fortemente. Eu estiquei as pernas como se estivesse espreguiçando e deixei o barco rolar. Quando estava na iminência do orgasmo, um senhor que estava no banco de trás bateu no meu ombro e pediu para eu ajudá-lo a encontrar umas moedas que haviam caído chão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Por favor, amigo. É muito importante para mim. Eu sou pobre, não enxergo bem e esse é o único dinheiro que tenho para o almoço. A loura maravilhosa imediatamente tirou a mão da minha caceta e estendeu a palma como se estivesse dando passagem para que eu fosse procurar as moedas da porra do cara. Saí, comecei a procurar as moedas, agachando-me, curvando-me, esticando-me feito um palhaço no ônibus. Mas sabia que, depois daquilo, além de ter praticado uma boa ação, ainda iria poder desfrutar daquelas mãos macias e, quem sabe, não rolasse uma punheta de fato e de direito como recompensa à minha boa ação? Fiquei mais eufórico e comecei a ser mais rápido. Consegui encontrar todas as moedas e o bom senhor agradeceu-me muito. Quando me viro para voltar para o meu banco para obter a recompensa, não havia mais ninguém.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Cadê a loura que estava aqui? Cadê a loura que estava aqui?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O senhor a quem ajudei falou:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Ela foi embora. Olha ela lá!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Olhei para fora e a loura gostosérrima estava entrando num táxi e dando adeusinho pra mim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Poooorraaaa! - Gritei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Posso te ajudar, meu amigo? - Disse o senhor das moedas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Pode, seu filho da puta! Me dá essas porras dessas moedas aqui!! Hoje você não vai comer!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embolamo-nos no ônibus com mordida na orelha, no nariz, porrada no olho etc. Fomos parar na delegacia. Fui acusado de roubo pelo filho da puta (com testemunhas tão filhas da puta quanto o delator) e fui para o xilindró. Fiquei preso, junto com um bandido de alta periculosidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uns três dias depois do meu inquilinato compulsório, foi o primeiro dia de visita. Os presos que tinham mulher podiam recebê-las na cela. O bandidão que estava no mesmo xilindró que eu falou que ia receber sua mulher e disse que, quando ela chegasse, eu fosse para a latrina e ficasse com a cara virada para a parede. Às duas horas da tarde, a mulher chegou. Por precaução, eu havia me antecipado e já estava com a cara para a parede e em cima da latrina. Só dei uma olhadinha para trás, num ato reflexo, e pude ver o bandidão com uma puta cara de mau, olhando pra mim, e, do seu lado, a loura do ônibus com aquele sorriso inesquecível. Disfarçadamente, ela fez um movimento de masturbação com a mão direita e depois virou o rosto e começou a se esfregar no bandidão. Agüentei uns cinco minutos sem olhar para trás. Quando não me contive mais e olhei, a louraça estava de pernas abertas olhando pra mim e o bandidão por cima dela. Com o pau em EML (estado máximo de latejamento) e a cuca em erupção, dei um grito demoníaco e parti para cima dos dois. O bandidão pegou uma faca que estava perto dele e jogou em mim. Morri.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando cheguei ao purgatório, comecei a me queixar, dizendo que não merecia aquilo, que não era a minha hora, blá blá blá blá blá blá. O capeta falou para ficar calmo (é preciso ter muita calma nessas horas, disse sarcasticamente) e me deu um chute na bunda, encaminhando-me para uma sala de espera. Sentei num banco que estava fervendo e esperei, esperei, esperei. Súbito, a porta se abre e, quem entra? A loura, meu! Com hematoma nos dois olhos e com uma facada no coração, mas era a louraça!! Com as duas mãos e tudo mais! Sentou do meu lado e começou a desabafar:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Ele não me entendeu. Quando eu falei para ele que te conhecia do ônibus e que tinha quase certeza de que você foi preso por causa de mim, ele me deu duas porradas e uma facada fatal. Mas não tem importância. Agora estamos aqui, juntinhos de novo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Disse isto e começou a escorregar a mão outra vez na minha caceta. Puta que pariu! Loucura, loucura, loucura! Se no banco frio do ônibus já tinha sido bom, imagina sentado naquele banco a setenta graus de temperatura já funcionando como um pré-ejaculador? Começou a me masturbar, masturbar, masturbar. Na hora em que estava quase gozando, o capeta entra e, com um sorriso nos lábios, perguntou-me se eu não poderia ajudá-lo a encontrar umas moedinhas que caíram no chão e que era o dinheiro que ele tinha para almoçar naquele dia. O pau brochou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi aí que eu entendi tudo, porém já era tarde demais...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desde então, venho tentando morrer pela segunda vez, mas acho que isto é impossível. Resolvi, por isto, desabafar um pouco, contando a minha história para vocês.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A louraça? Depois daquele dia, nunca mais a vi. Uma alma penada, amiga minha, disse-me, outro dia, que o diabo a está comendo, mas eu não quis pagar pra ver.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-5669360075941710450?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/5669360075941710450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=5669360075941710450&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/5669360075941710450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/5669360075941710450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/06/masturbao-coletiva.html' title='Masturbação coletiva'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SEdTNyQeo2I/AAAAAAAAAEE/_dfDdIM08fQ/s72-c/Masturba%C3%A7%C3%A3o+coletiva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-2335197764971276848</id><published>2008-05-28T17:58:00.003-04:00</published><updated>2008-05-29T07:22:31.558-04:00</updated><title type='text'>Os pés mais lindos do mundo (cômico)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SD3XDCQeoxI/AAAAAAAAADc/OFpnBrJcwNQ/s1600-h/Os+pÃ©s+mais+lindos+do+mundo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205553191455728402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SD3XDCQeoxI/AAAAAAAAADc/OFpnBrJcwNQ/s320/Os+p%C3%A9s+mais+lindos+do+mundo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Quando ele viu os pés da gatinha, ficou ensandecido. Era a coisa mais linda que ele já tinha visto na vida. Claro que o sujeito era tarado por pés, mas o fato é que ele nunca havia paquerado pezinhos femininos tão formosos quanto aqueles. Uma lindeza.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi na praia, num dia de muito calor. De início, ficou rodeando a moça, olhando discretamente para os seus artelhos e calcanhares. Houve até um momento em que ele jogou uma bolinha de frescobol para bem pertinho dos pezinhos idolatrados só para se aproximar e ver detalhes. E realmente o close não deixava dúvidas: eram os pés mais perfeitos do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Conseguiu marcar um encontro para aquela noite, às 9:00 horas. Colocou seu melhor perfume, passou um desodorante bem selvagem e foi à luta. Quando chegou lá, os pés já estavam esperando por ele. Veio numa sandália Samelo, meio salto, com os calcanhares completamente desnudos e as unhas pintadas numa cor bastante discreta. Sem conseguir se controlar, começou a sentir ereção, apesar de nem ainda ter chegado perto da mulher que era dona daquela maravilha. Ela percebeu, disfarçou um sorriso e sugeriu a ele que entrassem no restaurante para que pudessem conversar mais à vontade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Entraram no Família Mancini e escolheram uma mesa bastante romântica, com luz de velas e um violinista à disposição. Começaram a conversar despretensiosamente. Entre um sorriso e outro da dona dos divinos apoios basais do corpo humano, ele achou que tinha sentido alguma coisa roçar suas pernas por debaixo da mesa. Coçou a canela, abaixou-se sutilmente, levantou a toalha de mesa e pôde ver aqueles pezinhos maravilhosos, absolutamente desnudos, procurando o seu corpo para fazer um carinho. Ele voltou à postura disciplinar e começou a sentir calafrios. "Aqueles pés estão querendo me deixar louco", pensou. De repente, a coisa foi mais além: ele começou a sentir o divino pé subindo por entre suas pernas em direção à sua genitália. Quando já estava na coxa, ele segurou o pezinho e conduziu-o até o pinto. Olhou para a mulher e ela estava com um sorriso ao mesmo tempo angelical e diabólico. Ela começou a roçar, roçar, roçar, roçar. Quando já estava quase chegando ao orgasmo, o garçom chegou com a sopa que eles haviam pedido. Percebendo que o seu cliente estava em transe por uma causa aparentemente nobre, ficou meio descompensado, tropeçou e derrubou a sopa em cima do nosso podófilo. A sua companheira deu um gritinho porque a sopa também queimou o seu pezinho e o nosso amigo deu dois gritos estridentes logo depois: um por ter ficado com o pênis sapecado e outro por ter imaginado que os pés mais bonitos do mundo poderiam ter ficado feridos. Pagou um esporro no garçom (literalmente), pegou a sua companhia pelas mãos (se desse, a pegava pelo dedão do pé, certamente) e foi embora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas a noite não terminou mal para os dois. Acabaram indo para um motel de luxo, onde ele comeu o pé da fêmea de que dispunha de tudo quanto era maneira e depois do desgaste emocional e físico, fizeram uma bela de uma refeição e dormiram felizes até o dia seguinte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, quando o podófilo acordou, a mulher não estava mais ao seu lado. Porém, os pés sim. Ao lado deles uma carta de despedida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Meu amor,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como ficou evidente que você na verdade estava amando os meus pés e não a mim, resolvi ir embora. Como forma de agradecer eternamente por essa noite maravilhosa que você me proporcionou, porém, deixo os meus pés biônicos para você de presente, São pés importados da Finlândia, onde estão sendo desenvolvidas as mais avançadas tecnologias para reconstituição de pés e mãos humanos. Custou-me uma fábula, mas não tem problema. Eu tenho um par reserva e depois eu me viro e compro outro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quero que você seja muito feliz com essa parte de mim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Serei sempre sua.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Beijos eternos".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando ele acabou de ler a carta, caiu em prantos. O fato de saber que aqueles pés perfeitos agora seriam só dele causou-lhe uma crise de choro como nunca tivera antes. Abraçou-se aos pés que agora faziam dele um quadrúpede e acabou dormindo outra vez, tendo os sonhos mais lindos que um maníaco poderia ter. Na rádio, coincidentemente, Roberto Leal cantava "Bate o pé", o que o deixou com cara de bebê feliz. Pegou o pé direito, colocou o dedão na boca e, dormindo, ficou chupando-o como se estivesse chupando uma chupeta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"O bate o pé, bate o pé, bate o pé&lt;br /&gt;O bate o pé, faça assim como eu&lt;br /&gt;O bate o pé, bate o pé , bate o pé&lt;br /&gt;Foi assim que meu amor se perdeu"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-2335197764971276848?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/2335197764971276848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=2335197764971276848&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/2335197764971276848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/2335197764971276848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/05/os-ps-mais-lindos-do-mundo-cmico.html' title='Os pés mais lindos do mundo (cômico)'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SD3XDCQeoxI/AAAAAAAAADc/OFpnBrJcwNQ/s72-c/Os+p%C3%A9s+mais+lindos+do+mundo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-4999595175613608043</id><published>2008-05-20T21:45:00.005-04:00</published><updated>2008-05-22T07:38:04.099-04:00</updated><title type='text'>A punheteira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SDOAdow06GI/AAAAAAAAADM/hcaCh1Ju7Hw/s1600-h/A+punheteira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202643241189828706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SDOAdow06GI/AAAAAAAAADM/hcaCh1Ju7Hw/s320/A+punheteira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Condomínio Pedras de Itaúna, 21 de maio de 2008. Jonas, o morador da casa 45 estava chegando ao seu lar. Como sempre, parou o carro para abrir o portão da garagem. Sua residência ficava colada a um dos muros que dividia internamente o condomínio. Quando saiu do veículo e aproximou-se do portão, pôde escutar vozes do outro lado do muro do qual se aproximava. Na verdade, não eram vozes e sim gemidos. Achando que havia alguma coisa errada, pegou um banquinho de ardósia que ficava no quintal da sua casa para ver o que se passava do outro lado. Quando pôs discretamente a cabeça por cima do muro, uma grande suspresa: a tímida filha da vizinha estava batendo uma punheta no namorado dela. Jonas era um trabalhador dedicado, mas também gostava de umas sacanagens. Quem não gosta? Resolveu, então, ficar por ali até o namorado da menina ir ao orgasmo. Depois, foi para o banheiro da sua casa e deu o seu recado particular.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, a mesma coisa: chegou, escutou o gemido, olhou por cima do muro e ficou vendo a menina masturbar o namorado até que ele gozasse. No dia seguinte, a mesma coisa. Ser jovem é outro papo. Dá-se a liberdade de ir ao orgasmo todos os dias sem prejudicar o bom amigo caralho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diante daquele cine privê inesperado, ele conseguiu um cantinho bem camuflado no quintal de sua casa e quase todos os dias ficava por ali olhando a punheteira enquanto também tocava punheta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Passaram-se semanas, meses, nessa situação. Num final de semana, Jonas estava indo à padaria para comprar pão e encontrou com a menina no estabelecimento. De mansinho, chegou para perto dela e, enquanto pedia uma bisnaga, foi falando para ela que sabia de tudo, que, já fazia tempo, a via masturbando o namorado do ladelá do muro da casa dele e que, se ela não fizesse o mesmo com ele, iria contar para todo mundo do condomínio, inclusive para a mãe dela. Marcou um horário na sua casa e ficou torcendo para que a estratégia desse certo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cinco horas da tarde, escutou a campainha. Foi atender e lá estava ela exuberante e cheirosa. Entraram, foram para o quarto dele e depois de um chorinho meio falso, ela segurou na piroca do Jonas e começou a masturbá-lo. Jonas foi ao paraíso umas três vezes naquela tarde-noite. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Daí para frente, pelo menos umas três vezes por semana, a menina ia até a casa de Jonas para lhe tocar umas punhetas. Numa dessas vezes, um outro vizinho de Jonas percebeu a malícia da coisa e conseguiu entrar no quintal dele para ver pela janela o que se passava. Ficou maluco quando viu com que categoria a garota segurava e friccionava o pau do Jonas. Ficou na espreita por alguns dias e, num final de semana, estava indo comprar carne, quando encontrou a menina no açougue. Falou para ela que sabia de tudo e que, se ela não fosse até a sua casa fazer o mesmo, iria contar para todo mundo, inclusive para a mãe e para o namorado dela. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Claro que ela foi e aí... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bem, seis meses depis, a menina, batia punheta em metade dos homens do condomínio Pedras de Itaúna, todos pensando que ela fizesse aquilo só com ele, com o vizinho e com o namorado (só?!!). E assim mais um pacote de relações sociais hipócritas aconteceu na face da Terra. Sabia-se que a menina gostava muito de fazer aquilo. Era quase que um prazer mórbido. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outro dia, eu fui visitar o Jonas na casa dele. Já sabia de tudo. Quando passei casualmente por ela, a vadia deixou cair um bilhetinho perto de mim. Peguei para ler e lá estava: "Se você é amigo do Jonas também é meu amigo. Liga para mim para a gente conversar qualquer dia desses. Meu telefone é 2458 987.. A porcaria do papel rasgou na hora em que eu o peguei no chão e fiquei sem saber qual era o último dígito do telefone dela. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas acho que a gente pode tentar uma das dez vezes até que a punheteira atenda o nosso chamado, não?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-4999595175613608043?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/4999595175613608043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=4999595175613608043&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/4999595175613608043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/4999595175613608043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/05/punheteira.html' title='A punheteira'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SDOAdow06GI/AAAAAAAAADM/hcaCh1Ju7Hw/s72-c/A+punheteira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-8174812187030699937</id><published>2008-05-14T19:17:00.004-04:00</published><updated>2008-05-15T06:12:25.662-04:00</updated><title type='text'>O grelo falante</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SCt2J4w06EI/AAAAAAAAAC8/nJeK7lG4QFo/s1600-h/Grelo+falante.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200380106957449282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SCt2J4w06EI/AAAAAAAAAC8/nJeK7lG4QFo/s320/Grelo+falante.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Francisco Bento andava por um jardim público no centro de uma capital brasileira, quando escutou uma voz suave e excitante chegar até seus ouvidos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-"Chico, seu gostosão, venha cá me completar".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ele olhou para trás, mas continuou andando. A voz insistiu:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-"Chiquinho, seu maravilhoso, vem cá, meu bem!"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Francisco ficou estupefato. Ainda mais que ele tinha acabado de chegar do interior do país e não conhecia ninguém ali, além dos seus quatro filhos e a mocréia da sua mulher, que há muitas décadas tinha deixado de falar coisas do gênero, se é que algum dia falou. Super desconfiado que estava, Chico começou a olhar pra todos os lados, mas não viu ninguém. De repente, a voz, outra vez: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Chico seu gostoso. Eu sei que sua mulher, além de feia, está negando fogo e, por isto, eu quero realizar pelo menos três desejos seus. Vamos conversar, mogim."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pombas! Mogim era tratamento carinhosíssimo para "amorzinho" e aquele carinho com aquela voz descaralhante o deixou de pau duro. Começou a ficar meio alucinado e a adentrar as alamedas existentes na praça, para ver se encontrava alguém. Fuçou, fuçou, fuçou até que num cantinho, encostada numa árvore, estava uma garrafa. Uma garrafa completamente diferente de todas as que ele já havia visto. Era azul e tinha um design que lembrava os palácios árabes das mil e uma noites. Chegou perto, ameaçou pegá-la e ela faiscou. Ele deu um passo atrás e da garrafa saiu a voz:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Se for me pegar, pegue-me com carinho e esfregue-me com carinho para que eu me sinta confiante nas suas mãos".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chico ficou com os olhos arregalados como se tivesse ingerido um quilo de cocaína de uma vez só. Mas a curiosidade suplantava qualquer medo naquele momento e ele aproximou-se da garrafa, a pegou delicadamente nas mãos e tentou enxergar pelo vidro o que havia dentro dela. A voz esbravejou:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"O gostosão! Estou perdendo a paciência contigo. Eu já disse para você esfregar-me delicadamente nas suas mãos para que eu possa me manifestar do jeito que você deseja. Depois de esfregar-me, você pode retirar a tampa e olhar para dentro da garrafa, meu amor".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A garrafa estava morna e intumescida, do jeito que o povo gosta. Ele, então, começou a esfregá-la delicadamente e lá de dentro da garrafa saíam gemidos excitantíssimos que começaram a fazer o Chico definitivamente perder a cabeça. Então, ele aproximou a garrafa da sua genitália onde começou a friccioná-la com força. "Ai, ai ai! Gemia a garrafa, parecendo estar quase indo ao orgasmo. Súbito, tanto Chico como a garrafa silenciaram, como se tivessem saciado suas vontades. Aí, a voz falou:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Chico, agora me abra, por favor, meu amor".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Francisco, ainda trêmulo e com pouca força, empenhou-se em retirar a tampa que lacrava a boca da botelha. Suou, suou até que conseguiu. Quando acabou de destampá-la, de dentro dela saiu uma fumaça rósea, que tinha o cheiro característico das peludas, e começou a materializar-se na sua frente. Chico ao ver a materialização, arrepiou até os cabelos da orelha. O que ele via era nada mais nada menos do que uma vagina completa, com clitóris e tudo mais, além de duas perninhas que a mantinham de pé. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Meu Deus, o que é isso!" - exclamou Chico apavorado e ameaçando largar a garrafa e sair correndo. Do clitóris é que saía a voz, que mais uma vez, ao ver o Chico perturbado, resolveu se manifestar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Calma, Chico, calma. Eu sou uma gênia que foi presa nessa garrafa há dois mil anos. Você é a primeira pessoa com quem falo depois desse tempo todo. Senti confiança e sex appeal em você e, por isto, resolvi te conquistar. Como prova da minha gratidão e por me permitir o primeiro orgasmo depois desse tempo todo, eu vou te conceder três desejos. Pode pedir, Chico, que eu realizo".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Porra, essa história de gênio e de três pedidos é muito antiga. Tem alguma coisa estranha aí" - pensou Chico, totalmente desconfiado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;-"Vamos lá, Chicão! Se você não acredita, experimente fazer um primeiro pedido".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Jogando todas as desconfianças pro lado, ainda sob o efeito letárgico da boa gozada que tinha dado, resolveu tentar para ver no que é que dava. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Bom, já que o negócio é esse, como primeiro pedido, vou querer......muito dinheiro!" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acabou de falar e de dentro da vágina-gênia começaram a sair ininterruptamente notas de 50 e 100 reais que não acabavam mais. Chico, completamente desorientado, começou a catar o dinheiro que se espalhava pelo chão com os olhos brilhando como o de uma criança que pega uma pipa voada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Pronto, Chico. Agora vou parar. Acho que já tem bastante dinheiro aí pra você, meu bem. Você já sabe qual é o seu segundo desejo?" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chico babava pegando o dinheiro e jogando numa sacola vazia de lixo que estava por perto. Ele não acreditava no que estava acontecendo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Segundo desejo? Poxa, dona xota, eu acho que já tá muito bom, mas se você me diz que eu posso continuar pedindo, eu vou pedir. Como segundo desejo, eu vou pedir para que minha esposa e meus filhos tenham muita riqueza material, mas que passem a morar a dez mil quilômetros daqui, tendo uma vida tranqüila e abastada".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Que isso, Chico?! Você quer ficar longe da sua família?!" -"Quero, dona ximbica. Eu já tô com bastante dinheiro, não quero nenhum mal pra eles, mas quero desfrutar a vida longe deles. Ainda mais depois dessa nossa relação sexual in vitro, quando vi que há muita coisa que fazer e que na presença deles eu não conseguiria".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A gênia-xota ouviu as explicações e julgou razoável a sua solicitação. Deu uma contraída no pequeno e no grande lábio e a família do Chico sumiu do Brasil e apareceu em Amsterdã, Holanda, morando num palacete nas cercanias do centro daquela cidade, cheios de serviçais e bens materias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Pronto, benzinho. Seu segundo pedido já foi atendido. Agora, para me libertar de vez, diga-me o seu terceiro e último pedido".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Francisco baixou a cabeça, fingiu pensar profundamente, passou uns dez minutos em silêncio e depois se manifestou:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Olha, o meu pedido vai parecer estranho, mas será muito importante para mim. O que eu vou querer vai ser uma gaiola toda em ouro, com pouca visibilidade do seu interior, mas com um orifício de mais ou menos 7 centímetros à meia altura e uma portinhola com fechadura, para o caso de eu querer abrir e mexer dentro dela".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Mas chico! Realmente é muito esquisito esse seu pedido! O que se passa, meu amor? Eu não sabia que você gostava tanto de passarinhos. Veja bem: esse terá o seu último pedido. Depois, não poderei fazer mais nada por você!" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Por favor, dona buceta, atenda o meu pedido que eu sei o que eu quero".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Bom, se é assim, é pra já!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse isto e imediatamente apareceu uma gaiola linda na frente do Chico, de ouro puro, toda desenhada, com pouca visibilidade e com um buraco de mais ou menos 7 centímetros de diâmetro à meia altura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Pronto, Chico. Agora que atendi esse seu último pedido, com licença que eu vou à luta. Bom te vê e hasta la vista, baby". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O grelo falante disse isto e já ia se retirando, quando Chico, num golpe ultra rápido, encaçapou a vulva na gaiola e trancou a portinhola para que ela não escapasse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-"Socorro! Socorro! Chico, não faz isso comigo! Depois de tudo que te dei, você não podia fazer isto comigo!" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Francisco Bento, cheio de dinheiro nos bolsos e no saco, botou o olho pelo orifício que havia na gaiola e falou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- "Meu grande amor: depois de tudo que você me fez é que eu não poderia te perder jamais. Muito mais do que o dinheiro, foi o prazer enorme, coisa que a muito não tinha com a minha patroa. Este buraco por onde te olho será por onde também te comerei e sei que você, no fundo no fundo, mas bem lá no fundo mesmo, estava querendo que eu fizesse isto. Um dia você não vai querer mais ir embora e, nesse dia, sairá da gaiola para ficar definitivamente ao meu lado". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De dentro da gaiola, nada se ouviu. Dizem que passarinho na gaiola lá no fundo é mais feliz. Não sei se no caso de vaginas essa máxima também se aplica, mas o fato é que, todo dia, quando Chico punha o seu cacete naquele buraco de 7 centímetros, escutavam-se gemidos de todos os lados e depois se tinha o silêncio e a paz das guerras conjugais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-8174812187030699937?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/8174812187030699937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=8174812187030699937&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/8174812187030699937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/8174812187030699937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/05/o-grelo-falante.html' title='O grelo falante'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SCt2J4w06EI/AAAAAAAAAC8/nJeK7lG4QFo/s72-c/Grelo+falante.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-6648730928685494098</id><published>2008-05-07T18:48:00.004-04:00</published><updated>2008-05-08T08:59:14.712-04:00</updated><title type='text'>A japonesa e o negão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SCI6nwB43xI/AAAAAAAAACs/XwTGmN4NjFg/s1600-h/A+japonesa+e+o+negÃ£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197781374521106194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SCI6nwB43xI/AAAAAAAAACs/XwTGmN4NjFg/s320/A+japonesa+e+o+neg%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O mundo oriental tem suas tradições e mistérios. Até hoje, no Ocidente, paira uma dúvida sobre as pererecas das japonesas, isto é, se são horizontais ou verticais. O que dizer então das coreanas e das chinesas? E das havaianas, que, apesar de incorporarem os trejeitos americanos e coisa e tal, continuam exportando para o mundo a sua dança sensualíssima? Aliás, incorporar ou não a cultura americana não tem nada a ver com ter a vagina na horizontal ou vertical. Se isto é uma verdade, a questão é meramente genética, como no caso dos olhos que carregam na cara.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O fato é que o mistério sobre o “design” da vagina japonesa e os boatos sobre a magnitude do pênis africano fizeram com que Tchaco e Lumumba resolvessem se casar, cada um querendo saciar o amor e a curiosidade à sua maneira. O que se sabe é que, na primeira noite de lua-de-mel, Tchaco quase desmaiou quando foi conduzida pela mão de Lumumba para palmear o seu membro. Ela simplesmente ficou com a impressão de que o pênis do seu grande amor começava no púbis e terminava no infinito, pois não conseguiu chegar ao fim da empreitada a que se dispunha. Isto porque Lumumba começou a excitá-la de tal modo, que ela se viu obrigada pelo instinto a se concentrar totalmente na masturbação que o negão superdotado lhe concedia naquele momento. Lumumba desenvolvia o ato masturbatório de maneira alucinante para Tchaco, porque, na dúvida sobre a horizontalidade ou verticalidade de sua amada, ele pôs-se a fazer uma masturbação com movimento circular na bichinha de sua japonesa. Ela, diante daquela surpresa, sentiu-se completa e danou a gritar "arigatô" pelos quatro cantos do quarto, depois de chegar ao quinto gozo consecutivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sim foram e ainda são felizes. Ao filho, chamaram Lumumbaco. À filha, Tchumba. Onde moram? No Brasil, claro! Só aqui é possível tal miscigenação sem que pareça uma forçação de barra. O único problema que vêm enfrentando desde o nascimento dos filhos diz respeito à sexualidade deles. Lumumbaco, por mais que fique de pau duro, sempre fica com o pinto na horizontal, virado para o lado da coxa esquerda. Tchumba, apesar de ser indiscutivelmente uma heterossexual, é dona de um clitóris de mais de quinze centímetros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A miscigenação é um ato saudável e que permitirá cada vez mais que o ser humano resista às intempéries da Terra, mas, de vez em quando aparecem uns efeitozinhos colaterais que têm de ser analisados caso a caso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No caso da famíla de Lumumba e de Tchaco, quem está gostando muito é o psicanalista dos seus filhos, que tem faturado uma nota preta às custas dos efeitos colaterais herdados pelos pimpolhos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-6648730928685494098?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/6648730928685494098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=6648730928685494098&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/6648730928685494098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/6648730928685494098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/05/japonesa-e-o-nego.html' title='A japonesa e o negão'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SCI6nwB43xI/AAAAAAAAACs/XwTGmN4NjFg/s72-c/A+japonesa+e+o+neg%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-4881452826186833457</id><published>2008-05-01T10:53:00.005-04:00</published><updated>2008-05-01T11:02:25.267-04:00</updated><title type='text'>De péssimo à Excelente Dia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_b9sElbs6hAY/SBnacxycfaI/AAAAAAAAACc/oC5XY8TLoiM/s1600-h/beijo-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195423833084689826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_b9sElbs6hAY/SBnacxycfaI/AAAAAAAAACc/oC5XY8TLoiM/s200/beijo-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; -Droga, justo hoje o carro tinha que quebrar???!!!&lt;br /&gt;Disse eu irritada pro meu mecânico, rapaz de extrema confiança, sabia que não estava mentindo.&lt;br /&gt;-Ó, vou te avisar logo, só fica pronto amanhã!&lt;br /&gt;-Ah não!!!!Pensei naquele trânsito infernal, e eu indo p rodoviária de ônibus, carregando malas...q dia ruim!!!Bem, não adiantava reclamar, além de não ter grana essa confusão aérea me faria perder mais tempo que se eu fosse de ônibus.Ponto de ônibus, e eu lá, irritada, cabelo solto voando toda hora, me desarrumando, salto alto (sempre), meu grandes óculos escuros (sempre também!rss) e aquela confusão de malas para levar.Hoje não era meu dia e eu estava irritada. Até que ouvi uma risada gostosa.-Vejo que está meio atrapalhada...posso te ajudar?Olhei para ver quem era, não a conhecia.Cabelos negros, lisos, pele morena cintura fina e um bumbum empinadinho que se exibia naquele taierzinho azul.-Não precisa, as coisas estão pesadas...&lt;br /&gt;-Ah que isso!&lt;br /&gt;Disse ela já pegando as coisas para me ajudar.Hummm que bom, o dia começou a melhorar!!!Retribui a gentileza com um sorriso, enquanto o ônibus se aproximava. Eu subi, ela também.Conforme previsto o ônibus estava lotado, voltei a ficar mal humorada, passei pela roleta empurrando as pessoas infelizmente e me direcionei ao fundo do ônibus onde teria mais espaço p as malas, ela me acompanhou.&lt;br /&gt;-Lotado né?&lt;br /&gt;Disse ela tentnado me animar.&lt;br /&gt;-Pois é, hje não está sendo meu dia de sorte.&lt;br /&gt;-Que nada, tudo vai melhorar, posso ficar aqui?&lt;br /&gt;Me perguntou já se posicionando na minha frente.A baixinha sabia o que estava fazendo e posicionou aquele generoso traseiro em direção ao meu corpo, meus braços a envolveram involuntáriamente para me segurar no ônibus, e o balanço e as curvas permitiram que seu corpo encostasse no meu várias vezes.Benditas curvas pensei. O ônibus foi esvaziando, mas ela não se incomodava com isso, pelo contrário, percebi que empinava aquele bumbum para juntar seu corpo ao meu.Seria isso mesmo?! Eu ainda estava receosa, poderia estar interpretando mal, só fazendo um teste pra saber.Quando o ônibus freiou deslizei minha mão por sua barriga, como por acidente, pedi desculpas.&lt;br /&gt;-Desculpas de quê?&lt;br /&gt;Me perguntou sussurrando, segurando minha mão em seu corpo.Agora sim sabia o que ela queria.Minhas duas mãos e cruzaram em sua barriga, um abraço gostoso por trás enquanto ela empinava como podia.Baixinha gostosa aquela.O ônibus estava bem vazio, os passageiros, em sua maioria homens, fingiam não ver, enquanto outros davam sorrisos safados e passavam discretamente a mão em si, se convidando para a brincadeira.Mas não, a festa era nossa.Percebi que meu ponto se aproximava, peguei minhas coisas e ia me despedir quando ela me informa:&lt;br /&gt;-Estou indo para a rodoviária também!&lt;br /&gt;-Sem malas?&lt;br /&gt;-É, reunião rápida, retorno hoje mesmo!&lt;br /&gt;Descemos do ônibus sorrindo como duas amigas que não se veêm há tempos. Um rapaz do ônibus não resistiu e deu tchau para nós.Rimos da situação.&lt;br /&gt;-Bem, agora terei que me despedir mesmo, meu ônibus já chegou!Disse eu, pronta para pedir seu telefone.&lt;br /&gt;-Sabia que hoje as coisas iam melhorar no seu dia!Disse ela rindo, me mostrando a passagem para o mesmo lugar, no mesmo ônibus.&lt;br /&gt;-Hummm...então quero mais do que me deu até agora!Pensei alto e ela riu, afirmando que sim com a cabeça. Fomos para o ônibus, rindo das coisas, nos conhecendo melhor.Descobri que era casada, mas que sempre foi Bi, embora o marido não aprovasse isso. E comentamos coisas da vida até entrarmos no ônibus.&lt;br /&gt;-Que bom, está vazio...vamos lá para trás?&lt;br /&gt;Disse ela já me puxando pela mão, me direcionando as últimas cadeiras.Eu já estava molhada de desejo, mas me lembrei que estava de calça...que coisa complicada para dar amassos é a tal da calça jeans.&lt;br /&gt;-Me espere um minuto.Pedi a ela pegando minha bolsa de mão e indo ao banheiro, retornei com uma confortável sainha rodada.Ela sorriu maliciosamente, sabia que as coisas iam esquentar.Quando sentei ela começou a alisar o biquinho do meu peito, e eu observava as poucas pessoas tomarem seus lugares no ônibus e ligarem os fones para aproveitar o filme que seria passado durante a viajem.Ônibus partindo, eu molhada e ela ágil.Passou a mão sob minha saia e me sentiu tão melada que já molhava as pernas.Erámos uma dupla de poucos barulhos e muita ação.Abri as pernas e ela começos a meter os dedinhos, um, dois...e eu me revirando na cadeira.Ela tirava os dedos da minha bucetinha enxarcada e os lambia, humm...só de lembrar me molho novamente. Vem cá vem!Disse a ela já não me aguentando mais de desejo, segurando-a pelos cabelos, levando-a a lamber minha bucetinha enxarcada. Ela elouquecida abria mais as minhas pernas, metia a língua em mim com maestria, enquanto acariciava meu grelinho com os dedos.Minhas unhas estavam agarradas na poltrona de tesão.Fichei os olhos e fiquei sentindo aquela chupada espetacular. Os biquinhos dos meus peitos estavam durinhos, saltando da camiseta...eu estava em transe.Abri os olhos para me deleitar com a cena, quando vejo um rapaz se sentnado na poltrona ao lado da nossa.&lt;br /&gt;-O filme está chato, posso me juntar a vocês?Antes que eu disesse qualquer coisa ela respondeu:Pode, desde que fique só olhando!Achei graça da situação, mas ela não se importava com o cara, estava doida de desejo, aquela vontade contida faz tempos de lamber uma mulher. O rapaz não se importou em não participar ativamente da cena e começou a se masturbar observando nossa desenvoltura.&lt;br /&gt;-Vem aqui vem gatinha, agora é a minha vez.&lt;br /&gt;Disse a ela já puxando seu rosto para mim, beijando a com desejo, minha lingua percorria sua boca, passeva por seus lábios, minhas mãos apertavam levemente aqueles peitinhos pequenos e durinhos, até encontrar aqueles biquinhos enrigecidos, biliscando-os com mais força.ela gemeu gostoso.&lt;br /&gt;-Quieta, agora vai ser do meu jeito!Disse eu beijando-a novamente, descendo com meu beijo pelo seu pescoço, chegando até seus peitos gostosos.Pasei a brincar com eles passando a língua naquelas maravilhas, me posicionando de modo que nosso amigo também pudesse ver. Ela lambia seus proprios dedos de desejo, ainda sentindo meu gosto. Aquilo me excitou muito, e abri suas pernas, passando meus dedos levemente sobre aquele grelinho rosado. Algumas vezes o toque extremamente delicado causa mais prazer que o normal.Ela se contorcia feito louca, ia falar algo mas tampei sua boca com um longo beijo, acelerando minhas passadas de mão no grelinho dela. Com sua voz sufocada apenas ouvia uns gemidos, e sentia sua bucetinha enxarcar de tesão.&lt;br /&gt;-Não quero ouvir nenhum gemido, entendeu?!&lt;br /&gt;Disse eu a ela. Ela afirmou cm a cabeça.Passei a beijar seu grelinho, sugando-o, lambendo aquele mel que saia abundantemente.O rapaz ao lado estava quase gozando, aposto que nunca tinha visto nada parecido.Meti o dedo naquela bucetinha molhada e ela arqueou o corpo d desejo.Passei a lamber vorasmente, enquanto olhava o êxtase do rapaz ao lado. Não me contive, tirei meus dedos melados de dentro dela e ofereci a ele.&lt;br /&gt;-Te deixarei ao menos provar!&lt;br /&gt;Ele nã perdeu tempo, colocando meus dedos na boca, lambendo-os desesperado, sorri para ele e retornei à minha doce morena Meti a lingua com vontade, seu gosto veio deliciosamente em minha boca.Molhei meus dedinhos e passei a acariciar aquele rabinho lindo.Ela gostou da brincadeira e se deitou mais na cadeira, facilitando a penetração.Foi a deixa que precisava.Com o polegar massageava seu grelinho e metia dois dedos na bucetinha e dois no rabo da morena, enquanto mordia deliciosamente aqueles peitos pontudos.O rapaz vendo aquilo gozou gostoso e, claro, nem se importou de sujar o banco do ônibus.Confesso que morri de vontade de cair de boca nele, mas sabia que ela queria exclusividade. Acelerei as estocadas, enquanto dava beijos calorosos naquela baixinha espetacular. Senti que estava molhada demais, que não irira se segurar mais.Meu tesão só me fazia aumentar a velocidade, do beijo e da mão.Ela começou a gemer e fiz maldade, mordendo seus lábios.Ela não se importava com a dor que sentia, o tesão era maior, e o gozo não demorou a vir.suas pernas tremiam e sua bucetinha escorria como nunca vi igual.seu corpo realxou e tratei de acariciá-la, lambendo-a toda, afinal, nada de deixar minha morena suja, e seria um desperdicio!Sugei aquele gosto todo para mim, enquanto ela recuperava seu folego, olhando para o rapaz que se arrumava para retornar ao seu lugar.&lt;br /&gt;-Estamos chegando morena, além de seu telefone quero um presente.&lt;br /&gt;Disse eu olhando-a com cara de safada, pegando para mim aquela calcinha branca fio dental.&lt;br /&gt;-É toda sua, você merece, disse ela rindo.Nos arrumamos, lá fora já viamos a entrada da cidade de destino. Viajem boa aquela.O rapaz agradeceu a companhia quando descemos do ônibus e nos despedimos como velhas amigas. Ainda marcarei nosso novo encontro, mas isso é outra história.&lt;br /&gt;Autora: Anja-Demoníaca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-4881452826186833457?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/4881452826186833457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=4881452826186833457&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/4881452826186833457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/4881452826186833457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/05/de-pssimo-excelente-dia.html' title='De péssimo à Excelente Dia'/><author><name>Anja-Demoníaca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12451862801332267301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_b9sElbs6hAY/R-7pEI9dlQI/AAAAAAAAAAM/SQJp5PIxoLA/S220/anja+fita.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_b9sElbs6hAY/SBnacxycfaI/AAAAAAAAACc/oC5XY8TLoiM/s72-c/beijo-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-980231773835941294</id><published>2008-05-01T10:12:00.002-04:00</published><updated>2008-05-01T10:21:52.065-04:00</updated><title type='text'>A insaciável professora de inglês</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SBnR6hp5-MI/AAAAAAAAACU/726S_TWeqsg/s1600-h/image001.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195414448545331394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SBnR6hp5-MI/AAAAAAAAACU/726S_TWeqsg/s320/image001.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Terceiro ano do segundo grau. Na verdade, naquela época, ainda não era segundo grau. Chamava-se Científico. Havia cursos profissionalizantes, como, por exemplo, o de Mecânica Industrial, que este maluco que vos escreve fazia. Vários professores cricris (viu? Esta é uma gíria para os que têm mais de quarenta anos. Ser cricri era ser chato), vários colegas filhos da puta, que só esperavam o professor virar as costas para sacanear o colega do lado e o mestre, dependendo das circunstâncias. Havia também várias colegas d e l i c i o s a s! Mas, não sei por que, nunca consegui muita coisa com elas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu era um desses alunos tímidos e cus-de-ferro, que senta no máximo na terceira fileira e responde tudo certinho, quando argüido. Acho que era por isto que as mulheres me discriminavam e os homens me espezinhavam. Ser inteligente neste país sempre acaba nessas sacanagens. Enfim, a inveja é uma merda e eu, que era apenas o máximo, sofria as conseqüências.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando tudo parecia monótono e sem outra saída que não fosse a minha formatura, honras ao mérito, vestibular no papo e emprego fácil, aconteceu o que definitivamente iria virar a minha vida. A professora de Inglês. Sim, a bela e saborosa professora de inglês, um dia, pediu para que eu ficasse depois da hora, porque queria conversar comigo. Fiquei com receio de ter feito alguma coisa que ela não tivesse gostado, mas, enfim, não havia outra saída que não fosse atender a solicitação da mestra. Era uma morena de vinte e poucos anos, olhos verdes, um puta par de coxas que, só de se mexer, já deixava muita gente desnorteada. Eu via tudo aquilo numa relação estritamente acadêmica. Jamais pensei qualquer coisa impudica com a minha bela professora. Naquele dia, eram seis horas da tarde. Todos já haviam saído e eu fiquei na sala, esperando que ela voltasse do recinto dos professores. Porém, passaram-se 10, 20, 30 minutos e ela não aparecia. Já estava angustiado e pensando na preocupação dos meus pais. Quando, finalmente, decidi levantar-me para deixar um bilhete na mesa e ir embora, ela abriu a porta e sorriu para mim. Estranho, que ela parecia mais bonita, com os lábios realçados pela cor vermelha de um batom carmim, os olhos sombreados e o rosto com pó-de-arroz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Fessora, eu já ia deixar um bilhete para a senhora na mesa, porque está muito tarde e minha mãe já deve estar preocupada. A senhora não vai ficar chateada se a gente conversar amanhã, vai?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-My dear! I am sorry but you will stay here for some minutes more. You are the best student in this class and I am sure that you are understanding everything I'm telling you. All these facts let me very proud and excited. Therefore, to the best student I decided to give my best part.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Puxa, fessora! Obrigado pelos elogios. Obrigado por me considerar o melhor aluno da minha turma. Mas, o que a senhora quis dizer com “para o melhor estudante resolvi dar a minha melhor parte?”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando acabei de falar, ela começou a desabotoar a blusa. Por baixo, um sutiã lindíssimo, do tipo meia taça, que, logo depois, também foi retirado do seu belo corpo. Fiquei paralisado. Nunca pensei que aquilo pudesse acontecer. Só sei que a fessora acabou despindo-se completamente. A porta trancada. A luz foi apagada e permitia uma penumbra de um puta corpo feminino que foi se aproximando do meu até me envolver completamente. Fui ficando quente, ou melhor, fervendo e, não agüentando mais aquela situação extremamente excitante, peguei o corpo da fessora, joguei na mesa e comecei a carcá-lo tal qual um animal no cio. Eu tinha dezesseis anos. Se nessa idade até o fato de ver passarinho fazendo cocô nos deixa de pau duro, imagina uma morena de olhos verdes com o peito durinho e um púbis cabeludo se esfregando na gente! Meu pinto ficou saltando tal qual frango quando se arranca a cabeça. Fui ao orgasmo umas cinco vezes. Dela eu só escutava gemidos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Oh, yeah! That's fine. Oh! Oh! Yes! Yes!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No final, eu não tinha forças pra falar mais nada. Depois do quinto orgasmo, fiquei que nem galinha d'angola, gritando "tô fraco! "Tô fraco! Mas a porra da teacher parecia insaciável, ou melhor, era de fato insaciável. Já passava das oito da noite e ela queria mais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Please, more! More! Your dick is very, very goooooood!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Fessora, num güento mais. Por favor, vamos parar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Ok, my boy! Let's stop today, but tomorrow I do want to make all this pleasure again. Everyday! Everyday!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Caraca! (Viu? Esta é uma gíria usada pela criançada de hoje e é da mesma família de "caramba!", mas também denota um palavrão interrompido na última sílaba por questão de respeito às pessoas presentes). A minha professora acabara de dizer que estava parando, mas que no dia seguinte iria querer tudo de novo. Aliás, não só no dia seguinte, mas todos os dias, a partir daquele. Fiquei pirado! Primeiro que nunca imaginei que num ambiente de respeito daquele eu ia acabar ferindo a moral e os bons costumes encaçapando minha english teacher. Segundo que eu não ia agüentar aquela insaciável por mais um dia sequer. A mulher era uma surucucu-açu no porrete. Acho que saí daquela transa pesando uns cinco quilos a menos. Na hora de ir embora, ela me orientou para pular pela janela. Pulei e ela saiu descaradamente pela porta, meio desarrumada, e foi para o banheiro retocar a maquiagem e consertar a blusa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Só sei que, depois daquele dia, nunca mais voltei naquela escola. Falei para minha mãe me transferir para outro colégio e, aí sim, consegui terminar meu curso tranqüilamente. Claro que ficaram traumas. Dali pra frente, sonhava com a gostosa da minha professora de inglês quase todos os dias. Os dias que não sonhava era porque eu me dava porradas tão fortes que ia parar no hospital desacordado. Não soube dar valor para aquele puta mulherão esganado. Três anos mais tarde, acabei casando com uma pseudomorena do Nordeste, parecidíssima com o Reginaldo Rossi, que não sabe sequer grunhir na hora da cópula.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por que casar? Por quê? Esse negócio de perpetuar a espécie nessa sociedade de merda que a gente vive é coisa para retardado mental. Agora, depois de vinte e cinco anos de casado, dei de sonhar que a minha professora está à beira do meu leito de morte querendo praticar a eutanásia para que eu morra sem sofrimentos. Fala a verdade: é o não é coisa de retardado mental?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou parar de escrever porque a bosta da minha mulher tá chegando da escola. Ela é professora de inglês num ginásio perto aqui de casa e insiste em dar exercícios para os pobres coitados de seus alunos pedindo para versar para o inglês as letras que o tal Reginaldo Rossi faz num péssimo português. Deus que nos livre!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-980231773835941294?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/980231773835941294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=980231773835941294&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/980231773835941294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/980231773835941294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/05/insacivel-professora-de-ingls.html' title='A insaciável professora de inglês'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SBnR6hp5-MI/AAAAAAAAACU/726S_TWeqsg/s72-c/image001.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-2542533269947204029</id><published>2008-04-25T15:01:00.004-04:00</published><updated>2008-04-25T15:16:54.060-04:00</updated><title type='text'>Rotina (lésbico)</title><content type='html'>&lt;a href="http://pequenosdelitos.files.wordpress.com/2007/10/pd-gvk_22.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://pequenosdelitos.files.wordpress.com/2007/10/pd-gvk_22.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/Acordei"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acordei em seus braços. Senti de leve suas mãos me tocando, acariciando meus cabelos. Abri os olhos lentamente e a vi, e como era linda a minha mulher. Com seus olhos claros e seus cabelos loiros, ainda desarrumados, meio sobre os olhos.&lt;br /&gt;Ficamos um tempo assim, ela e eu nos olhando, cobertas pelo cobertor, nos protegendo do frio que fazia naquele dia.&lt;br /&gt;As vezes a beleza se manifesta de forma tão singela!&lt;br /&gt;Por tantas ocasiões vi minha garota com lindas e eróticas camisolas, deliciosos fios dentais, e hoje estava eu, desejando aquela loira descabelada, vestida com um delicado pijama de malha.&lt;br /&gt;Acariciei seu rosto, lhe desejei bom dia e o reforcei com um beijo. Beijei aqueles lábios cereja, mordendo-os delicadamente. Sua boca retribuía cada movimento.&lt;br /&gt;Minhas mãos acariciavam seus pequenos seios ainda sobre a blusa do pijama, fazendo-os ficar eriçados. Eu já estava molhada, meu desejo por ela parece aumentar mais e mais a cada dia, e ela já me conhece, sabia exatamente o que estava fazendo quando desamarrou minha calça e passou sua pequena mão para dentro dela, até encontrar minha bucetinha já inchada de desejo.&lt;br /&gt;Seus dedos brincavam em minha pele, numa tentativa de encontrar meu grelinho já teso. Não resisti, tirei minha calça e me deitei para facilitar sua procura. E minha loira apesar do frio retirou toda a sua roupa. Sua pele arrepiada me fazia um convite irrecusável. Ela subiu sobre mim e a beijava sem pressa, enquanto minhas mãos acariciavam seu bumbum arredondado, desejando aquele rabinho gostoso e apertado. Que mulher a minha, que mulher de sorte era eu em tê-la!&lt;br /&gt;Passei um de meus dedos na sua bucetinha e a senti escorrendo de desejo. Lambuzei meu dedo e passei a acariciar seu rabinho, hum que delícia vê-la rebolando sobre mim, demonstrando o quanto estava gostando do meu toque em seu corpo.&lt;br /&gt;Alcancei no criado-mudo um de nossos brinquedinhos, nossos vibrador. Ela me olhava sorrindo, subordinada aos meus caprichos. Lambi cheia de desejo todo o nosso acessório e lentamente comecei a introduzir no rabinho delicioso e apertado da minha gata. Hum, ela gemeu gostoso, voltando a ficar sentada sobre mim, usando seu peso para que nosso brinquedinho vibratório entrasse mais e mais. Liguei-o para a atiçar. Ela rebolava deliciosamente como uma gata no cio sobre mim, e sua bucetinha já molhava meu corpo.&lt;br /&gt;O vibrador ligado em seu rabinho a fazia ter tremores que me excitavam mais e mais, e a provocava beliscando fortemente seus seios rosados.&lt;br /&gt;Ela fechou seus olhos e se entregou por completo, cavalgando sobre mim. Precisava sentir aquele gozo, e assim passei a masturba-la, na mesma velocidade em que ela rebolava sobre mim. Meus dedos acariciavam seu grelinho naquele delicioso vai-e-vem e ela inclinava mais e mais seu corpo para trás, fechando suas mãos e apertando seus olhos de tanto tesão. Sabia que aquele seria o ápice, o máximo de tesão que minha amada agüentaria. Ouvi seus gemidos baixinhos e contidos, coisas do seu jeito delicado e tímido, e senti meu corpo ser umidecido por sua bucetinha. Confesso que minha boca encheu-se de água imediatamente.&lt;br /&gt;Deitei-a sobre a cama, ainda sob os efeitos do seu orgasmo. Ajoelhei-me a sua frente e aumentei a velocidade do vibrador que ainda estava em seu rabinho fazendo-a ter tremores mais intensos de prazer. Abri bem sua bucetinha encharcada e a lambi com profundo desejo, sorvendo cada gota daquele líquido gostoso e adocicado que sua bucetinha produzia. Minha língua ainda a penetrava profundamente, pedindo mais e mais, quando ela explodiu em novo orgasmo inundando meus lábios. Lambi intensamente aquela mulher, com um sorriso malicioso nos lábios.&lt;br /&gt;Desliguei o vibrador e o retirei delicadamente. Minha garota ainda se contorcia de prazer. Deitei-me ao lado dela, abracei-a e ficamos assim ainda um tempo, antes de irmos juntas para o banho e nos arrumarmos para ir trabalhar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: Anja-Demoníaca&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-2542533269947204029?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/2542533269947204029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=2542533269947204029&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/2542533269947204029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/2542533269947204029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/acordei-em-seus-braos.html' title='Rotina (lésbico)'/><author><name>Anja-Demoníaca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12451862801332267301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_b9sElbs6hAY/R-7pEI9dlQI/AAAAAAAAAAM/SQJp5PIxoLA/S220/anja+fita.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-8791710853162548081</id><published>2008-04-24T18:49:00.002-04:00</published><updated>2008-04-24T18:54:54.752-04:00</updated><title type='text'>A proctologista (cômico)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SBEPpjNqVzI/AAAAAAAAACE/eC030Tj8MB4/s1600-h/Vale+toque.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192949051836487474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SBEPpjNqVzI/AAAAAAAAACE/eC030Tj8MB4/s320/Vale+toque.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O pobre homem fez 40 anos e tinha que fazer o seu primeiro exame de próstata. Resistiu, resistiu, resistiu, mas, no final, cedeu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Quero uma proctologista! Não é possível que não tenha uma mulher sequer nessa profissão!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Procurou, procurou, procurou e descobriu uma profissional em Palmas de Tocantins. Pegou o ônibus e foi pra lá. Chegou, dormiu num hotel e, no dia seguinte, seguiu para o consultório. Quando chegou lá, não acreditou: uma fila de quase um quilômetro de homens para fazer exame de próstata com a doutora Maria Clítoris Longo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Mas o que é isto?! Por que tanta gente aqui? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um rapaz na fila respondeu:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Já estive aqui cinco vezes este ano e quero mais!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Como assim?- perguntou ele estupefato! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Meu amigo, o toque de próstata que a doutora Maria dá é algo absolutamente faaannttááástiicoo! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O cara ficou apavorado, mas decidiu encarar a fila. "Melhor a dedada da doutora Clítoris do que de um médico filho da puta qualquer" - pensou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando chegou sua vez, a secretária mandou entrar. A doutora Clítoris era uma jovem lindíssima, de olhos azuis e cabelos negros como a asa da graúna (Epa! Essa é de outra história). Quando ele a viu, se derreteu todo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Bom dia, doutora!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Bom dia caro paciente. Está preparado para o exame? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Preparadíssimo. Confio na senhora.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Então, por favor, tire a calça e a cueca. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-É pra já!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirou e esticou a bunda todo contente. Então, a doutora Clítoris esticou o que ela chamava de dedo máximo maximorum e enfiou-lhe no rabo, fazendo movimentos simultâneos centrífugos e de aterramento. O nosso amigo começou a gritar igual sirene de carro da polícia.&lt;br /&gt;-Iiiiiiiiiiiiiiihhhhhhhhh! Aaaaaaaaaaaaah!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Caro cliente, você não tem absolutamente nada. Está com a próstata em perfeito estado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Tem certeza, doutora? Eu acho que senti uma dorzinha esquisita lá dentro. Confere, por favor, por favor. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E assim, o nosso protagonista mudou-se para Palmas de Tocantins, arranjou um emprego de motorista de ônibus para ficar com a próstata bem magoada e passou a visitar a doutora Clítoris de quinze em quinze dias, alegando necessidade de exame periódico por causa das condições perigosas do seu trabalho. Ainda mais que ele punha regularmente um pino de segurança no seu banco de motorista, para não cair no chão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A doutora Clítoris? Bem, essa está podre de rica e ninguém percebeu até hoje que ela nunca botou o dedo no cu de seus pacientes. Na verdade, ela sempre usou um consolo vibratório tipo extra longo, capaz de criar uma dependência físico-psicológica nos seus pacientes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E o senhor? Já fez o seu exame de próstata? E a senhora? Necessita de uma ajudazinha do tipo "não tem tu, vai tu mesmo?”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-8791710853162548081?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/8791710853162548081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=8791710853162548081&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/8791710853162548081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/8791710853162548081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/proctologista-cmico.html' title='A proctologista (cômico)'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SBEPpjNqVzI/AAAAAAAAACE/eC030Tj8MB4/s72-c/Vale+toque.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-4649323809948004044</id><published>2008-04-23T13:37:00.003-04:00</published><updated>2008-04-23T14:23:21.856-04:00</updated><title type='text'>Uma dúvida excitante (Hetero)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/SA99UBgpY9I/AAAAAAAAABk/3_vS55k2uVU/s1600-h/casal2.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192506678337692626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/SA99UBgpY9I/AAAAAAAAABk/3_vS55k2uVU/s320/casal2.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já passa das sete horas da noite e Letícia já está no anfiteatro esperando a aula começar, ela conversa animadamente com suas amigas, colocando o assunto em dia. Todas as segundas era assim, e ela sentia-se muito bem, era uma de suas aulas preferidas e ela tinha um motivo além do acadêmico para isso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com um pequeno atraso o professor chegou, descendo as escadarias apressado. Jean é o professor mais cobiçado da universidade e causa certo alvoroço por onde passa... Pudera, se divorciou a pouco e já tinha até fila de garotas em busca de preencher novamente seu coração, no entanto, ele já tinha uma preferência, alguém que despertou desejos jamais imagináveis. Mas ele sempre foi muito sério, um profissional ético, não deixava nenhuma aluna se aproximar e sabia cortar qualquer investida por parte delas com muita elegância. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele era alto, cerca de 1.80, loiro, olhos verdes encantadores, tinha o cabelo liso e solto, onde seu grande charme era passar lentamente a mão entre eles. Um verdadeiro deus grego.&lt;br /&gt;Letícia sempre achou um charme... Mas com homem casado nem pensar. No entanto, estando ele solteiro, poderia colocar em prática seus desejos por ele, reprimidos desde o início do semestre. Ela geralmente sentava nas últimas cadeiras, lá em cima e sempre admirava a inteligência e educação daquele homem. Era uma garota tímida, mas com olhar sedutor e intenso que não desviava vê-lo passar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como recém separado e com alguns anos de casamento, já havia esquecido o quanto era bom receber cantadas e dar vazão aos elogios das garotas ao seu redor.&lt;br /&gt;Durante a aula tudo corria bem, sua disciplina é bem aceita e despertava interesse em todos os alunos. Jean vez por outra se distraia ao olhar nas últimas fileiras, aquela loira de cabelos curtos, estilo chanel, séria e compenetrada, sempre escrevendo os apontamentos. Ele se sentia atraído com aquele jeito imponente, seguro de mulher feita, que se misturava com um jeito tímido de menina.&lt;br /&gt;Letícia percebia seus olhares e não se fazia de rogada, sua reação quase sempre era discreta entre sorrisinhos, mas que em seus pensamentos já o imaginava se deliciando em seu corpo, possuindo-a.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A sedução entre os dois era o afrodisíaco perfeito, um simples vestidinho que ela aparecia na aula mostrando coxas torneadas já o deixava suando, tirando-lhe a concentração e pensando como faria para se aproximar da sua estudante preferida. Seu olhar para ela se tornava cada vez mais explícito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O semestre estava apertado e para ajudar os alunos Jean passou um trabalho, mas com a dificuldade da qual ele já era conhecido. Ele então marcou um plantão de duvidas para o dia seguinte.&lt;br /&gt;Pela manhã, apareceu praticamente a turma toda e Letícia estava lá com suas dúvidas... Ao chegar perto dele percebeu certo nervosismo, porque ele não parava de passar a mão entre os cabelos e suava em excesso. Letícia queria aquele suor escorrendo pelo seu corpo, se misturando, sentindo seu cheiro de homem experiente.&lt;br /&gt;Jean pensava o que estava ocorrendo, como uma mulher conseguiu deixar ele desse jeito. Há tempos ele não se sentia assim, com o corpo queimando, tão excitado, com tanto desejo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Professor! Minha dúvida é pertinente, preciso de ajuda.&lt;br /&gt;- Evidente Letícia, estou aqui para deixar tudo mais claro. Toda essa formalidade era necessária para não deixar a luxúria tomar conta dos dois. O plantão estava terminado e Letícia continuava na sala. – e ai Letícia, tudo bem? Perguntava ele com preocupação.&lt;br /&gt;– Estou tendo muito trabalho aqui, mas um dia acabo entendendo. Disse ela debochada. Eles sorriram.&lt;br /&gt;-Se persistir algum questionamento pode ir a minha sala, estarei sempre lá para recebe - lá..&lt;br /&gt;- Obrigada pela atenção professor.&lt;br /&gt;Isso foi música para os ouvidos de Letícia, ela iria sim, tirar todas as suas dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À tarde, ela decidiu pagar pra ver, não iria dispensar esse convite.&lt;br /&gt;Letícia chega à sala do professor e o encontra sentado a frente do computador.&lt;br /&gt;-Professor, ocupado? Volto outra hora então.&lt;br /&gt;-Não, Letícia, pode entrar.&lt;br /&gt;-Eu estava mesmo pesquisando aqui e acho que esse site vai servir pra responder suas dúvidas, pegue uma cadeira, e senta aqui que eu quero te mostrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Letícia sentou-se ao lado dele e ele começou a demonstrar com animações esquematizadas na tela do computador, e aos poucos eles ficavam mais próximos, as pernas se encostavam às vezes, e o corpo de ambos eletrizava a cada contato. Jean puxou a cadeira para mais perto dele e foi fatal o beijo entre eles, cheio de desejo e vontade. Ele apertava as coxas dela que ficavam a mostra, uma vez que ela usava um vestidinho curto de alça. Ela não usava sutiã, evidenciando seus biquinhos já eriçados. Sua respiração ficava mais ofegante à medida que sentia mais o cheiro de Letícia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela sai da sua cadeira e senta-se de frente pra ele em cima do seu colo. Por cima do vestido dela ele começa a mordiscar seus seios, puxando lentamente com a boca. Enquanto toca seu corpo com força. Ela o beija com afobação, buscando explorar toda sua boca tão desejada. Ele suspende Letícia até sua mesa, e a coloca em cima, entre todos aqueles papéis, permanecendo sentado abre as pernas dela e beija por cima da sua calcinha branquinha de renda, já toda encharcada de desejo. Ele a tira e começa um oral surpreendente, lambe de cima a baixo, enfia a língua bem fundo, suga com todo o gosto seu melzinho, mordisca seu grelinho, degusta toda aquela bucetinha. Ele a deita e vai subindo pela sua barriguinha e não pára de sugar seu corpo, chega aos seus biquinhos dá mais umas lambidas deixando tudo bem babado, pressiona todo seu corpo no dela. Ela da gemidinhos e sussurros em seu ouvido deixando ele alucinado. Ele se afasta um pouco e tira sua calça, deixando a mostra todo aquele membro duro, retorna para perto dela e Letícia já o senti pulsando, querendo invadi - lá, e assim acontece... Aos poucos ele foi penetrando na sua buceta, tomando conta dela. Segurando-a firme em seus braços e ela cravando suas unhas em suas costas com sardinhas a cada estocada dele. Aquele tão sonhado suor dele que ela imaginava, já escorria pelo seu corpo. Ela sentia o sal em sua boca quando dava mordidinhas nos ombros dele. Letícia não agüenta de tesão e geme alto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela sai de cima da mesa e senta novamente de frente pra ele na cadeira. Rebolando freneticamente em cima do pau dele, enquanto ele apertava e chupava os biquinhos durinhos. Ele já sentia o gozo dela, sua buceta se contrai e seu corpo treme por inteiro. Ele pede pra sua putinha se levantar e a encosta na mesa de costas pra ele. Ele bomba gostoso por trás metendo tudo em sua bucetinha. Desencaixa e se baixa, ela empina aquela bundinha redonda, ele lambe da buceta dela até o cuzinho, lambe gostoso e coloca um dedo dentro dele enquanto continua a chupar a bucetinha, Leticia já está gozando mais uma vez, Ele passa seu pau ao redor do cuzinho dela e prepara para bombar gostoso, Jean se delicia metendo admiravelmente, segurando firme na cintura de Letícia. Ele goza jogando toda a porra dentro dela. Exausta ela desfalece no colo dele e pensa, com um professor assim é difícil as dúvidas permanecerem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Autora: &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nefertite&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Colaboradora:Diana&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-4649323809948004044?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/4649323809948004044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=4649323809948004044&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/4649323809948004044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/4649323809948004044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/uma-dvida-excitante-hetero.html' title='Uma dúvida excitante (Hetero)'/><author><name>Nefertite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16027442997927825072</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_AjMttsu1wB8/R5h4NX9WheI/AAAAAAAAAAU/oaC9AeTKceI/S220/mulher%2Bsensual.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/SA99UBgpY9I/AAAAAAAAABk/3_vS55k2uVU/s72-c/casal2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-5646330459353351249</id><published>2008-04-18T20:58:00.004-04:00</published><updated>2008-04-18T22:09:59.970-04:00</updated><title type='text'>Rapidinha ao Vinho Tinto (lésbico)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_b9sElbs6hAY/SAlE6O3xp9I/AAAAAAAAAB4/H1Qqr_1ba_4/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190755812736346066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 202px; CURSOR: hand; HEIGHT: 264px; TEXT-ALIGN: center" height="236" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_b9sElbs6hAY/SAlE6O3xp9I/AAAAAAAAAB4/H1Qqr_1ba_4/s200/sem+t%C3%ADtulo.bmp" width="177" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não nos víamos desde o fim da faculdade. Ana era ex-namorada de um amigo, e por vezes saímos todos juntos para as bagunças da faculdade. Nos encontramos por acaso, eu, meio afoita saindo do supermercado e ela entrando, tivemos um papo breve e ela me convidou para jantarmos juntas, para conversarmos, achei que seria divertido relembrarmos os velhos tempos e aceitei o convite.&lt;br /&gt;Escolhi para a ocasião meu tubinho preto básico, nada de meia calça, menos ainda calcinha, mas uma sandália alta e maquiagem leve. Me dirigi a combinada cantina italiana. Adoro massas, adoro conversa, a noite seria divertida, imaginei sem maldade. A maldade veio quando vi Ana adentrando o recinto: a pele bronzeada pelo sol contrastava com aquele vestido branco, levemente transparente, e seu cabelo chanel e loiro deixava a mostra as tatuagens de estrela que fizera nos ombros ainda na faculdade. Nossa como estava linda, devo ter ficado com cara de ridícula quando a vi, e confesso, pensei muitas loucuras com aquela mulher, embora nunca a tivesse visto com estes olhos.&lt;br /&gt;Tentei não pensar nisso, afinal por mais que goste de mulheres não saio dando em cima das minhas amigas.Conversamos por um longo tempo, temas diversos, rimos e nos divertimos muito enquanto tomávamos um delicioso vinho tinto Mas meus olhos não desgrudavam dos dela, exceto quando me perdia em seu profundo decote...humm que visão, seus seios pequenos e eriçados pelo frio do ar condicionado estavam me fazendo ficar molhada.&lt;br /&gt;E foi em um destes meus momentos de distração que acabei derrubando uma taça de vinho sobre meu vestido. Nossa que vergonha, foi um misto de constrangimento e estresse por ter feito isso.&lt;br /&gt;Pedi licença e corri para o banheiro para tentar melhorar a molhadeira, ainda bem que o meu vestido era preto, pensei, já passando e repassando papel toalha, imagine se fosse o da Ana? Estaria todo manchado!&lt;br /&gt;Humm, a idéia de molhar aquele vestido branco com vinho não me pareceu tão ruim, imaginei aquele corpo esguio e pequeno se arrepiando com as gotas de vinho, que tesão!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="MsgContainer"&gt;&lt;/a&gt;De repente Ana bate na porta, dizendo que gostaria de me ajudar. Abri a porta já reclamando do meu desastre e ela muito calma sorriu fechando a porta e disse que iríamos dar um jeito.&lt;br /&gt;Senti suas mãos delicadas tocando meu colo com as toalhas de papel, foi inevitável, me arrepiei, olhei nos olhos dela, nós duas naquele banheiro apertado, suas mãos me tocando, sua respiração me aquecendo...quando dei por mim seus lábios já estavam perto dos meus, e percebi que ela também desejava aquele beijo. A beijei suave e delicadamente, enquanto suas mãos acariciavam e beliscavam meus seios.Seus lábios delicados pediam mais e mais da minha boca, e minhas mãos abraçavam aquela fina cintura.&lt;br /&gt;Palavra alguma foi dita, éramos só desejo.Virei Ana de costas e beijei seu dorso até chegar em seu bumbum. Ouvi seu gemido e me excitei ainda mais. Levanetei seu vestidinho e passei a mordiscar seu bumbum, seu quadril, e a brincar com meus dedos por aquele lindo fio dental rendado. Passei meus dedos por dentro de sua calcinha tocando aquela bucetinha inchada de desejo, lisinha, intencionalmente pronta, como se já esperasse a situação.&lt;br /&gt;A virei de frente para mim, me ajoelhei a seus pés, segurei seu delicado pezinho colocando sua perna sobre meu ombro, deixando sua bucetinha completamente exposta para mim. Passei a lambe-la ainda por cima da renda, minha saliva e seu desejo molhavam aquele fio dental minúsculo. Não resisti e puxei-a para o lado e passei a brincar com minha língua por seu grelinho gostoso, lambidas circulares, Ana me arranhava os ombros de desejo. Que delícia!&lt;br /&gt;Penetrei toda minha língua naquela bucetinha gulosa e molhada, enquanto massageava seu grelinho. Penetrei-a lambendo todo aquele mel, cada vez mais acelerando a masturbação que fazia nela. Seus olhos se fecharam de tesão e percebi que ela não agüentaria mais, a penetrei bem fundo, o máximo que pude e silenciosamente senti Ana gozar.&lt;br /&gt;Humm que gostosa era aquela loirinha, nunca tinha imaginado estar com aquela mulher, e hoje ela me parecia ser a mulher que sempre quis.&lt;br /&gt;Rimos extasiadas, mas nos lembramos de onde estávamos, e infelizmente não poderíamos continuar, não ali, mas já havia valido a pena essa rapidinha. Paguei a conta, peguei Ana, aquela noite ela seria toda minha, e isso seria apenas o inicio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: Anja-Demoníaca&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Colaboradores: Nefertite, Voluptas e Diana &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-5646330459353351249?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/5646330459353351249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=5646330459353351249&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/5646330459353351249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/5646330459353351249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/no-nos-vamos-desde-o-fim-da-faculdade.html' title='Rapidinha ao Vinho Tinto (lésbico)'/><author><name>Anja-Demoníaca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12451862801332267301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_b9sElbs6hAY/R-7pEI9dlQI/AAAAAAAAAAM/SQJp5PIxoLA/S220/anja+fita.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_b9sElbs6hAY/SAlE6O3xp9I/AAAAAAAAAB4/H1Qqr_1ba_4/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-7335980534001443867</id><published>2008-04-18T06:01:00.003-04:00</published><updated>2008-04-18T06:05:41.899-04:00</updated><title type='text'>A gostosinha do funeral (Cômico)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SAhyPbg88DI/AAAAAAAAABw/LH07LgCDJEM/s1600-h/TATUAGEMCAMPEA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190524179954069554" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 210px; CURSOR: hand; HEIGHT: 142px" height="157" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SAhyPbg88DI/AAAAAAAAABw/LH07LgCDJEM/s320/TATUAGEMCAMPEA.jpg" width="226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era o enterro da mãe do meu melhor amigo. Família rica, que defecava dinheiro com a maior naturalidade. Presos aos bens materias, inclusive ao corpo depois da morte, não admitiam a cremação e, por isto, tinham um majestoso mausoléu, com banheiro, piscina, quadra polivalente, sala de velar e “otras cositas básicas más”. Estávamos todos na sala de velar, ouvindo o choro de uma “crier woman” de aluguel, quando chegou a hora da missa, antes do corpo ser despachado para o gavetão. O padre baiano, sincrético que era, pediu para que todos fossem para a cachoeira murmurante, que ficava a uns cem metros do mausoléu, para que pudessem fazer uma oração com as mãos dadas, de frente para um mega despacho feito em homenagem à falecida. Quando todos saíram, foi que vi uma garota toda de preto, chorando aos cântaros, com minissaia e bustiê capazes de levantar o pau do defunto, caso fosse macho. Apesar do tesão descontrolado que me invadiu o corpo e a alma, diante do cadáver da mãe do meu amigo e do sofrimento da gostosinha, contive-me e fui respeitosamente até ela, para saber, com educação, se podia fazer alguma coisa para ajudá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Posso ajudar, menina?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Sim, me come – Falou soluçando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Titubeei e dei dois passos pra trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Como?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Sim, come logo, senão o pessoal vai voltar e não vai dar tempo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falou aquilo, baixou a calcinha , levantou a minissaia, tirou o bustiê e, soluçando, se jogou cruzando as pernas em volta de mim. O pinto que já estava em estado de guerra, apesar da tragédia, entrou em palvorosa, digo, em polvorosa. Imediatamente, abri a barriguilha e comecei a roçar púbis com púbis, num cenário cômico-erótico que, logo depois, virou erótico-comecozinho, assim que ela ficou de costas pra mim. E foi nessa situação, cambaleando pra lá e pra cá, que nós tropeçamos e caímos por cima do caixão. Eu já estava quase gozando, mas, ao cair por cima da barriga da morta, ela soltou um pum e seus olhos imediatamente se abriram. Quando a gostosinha viu aquilo, deu um grito pavoroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Aaaaahhhhhhh!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Tá gozando? Ta gozando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh! A morta ressuscitou pra castigar a gente!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demos um salto sincronizado, do caixão pro chão e, quando começávamos a nos vestir, escutamos a voz do meu amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Qué qué iiiiisssssoooooo, seus filhos da puta!! Fudendo em cima do corpo da minha mãe!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela, mesmo sem calcinha, e eu, com o peru balançando ao sabor do vento, saímos na toda, pulamos a janela (ela fez um salto com vara, porque, na hora de pular, se apoiou na minha) e sumimos para nunca mais aparecer. Antes de sair do cemitério, me embrenhei por uns matos que havia na ala de indigentes e acabei de comer a mulher, pois seria uma puta falta de consideração, comigo e com ela, não chegar ao gozo, depois de tudo que aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca mais encontrei com as pessoas com quem estive naquele velório sexual. Nem a gostosinha, nem o padre sincrético, nem o meu grande ex-amigo. Só a mãe dele que, de vez em quando, aparece pra mim, em sonho, deitada no esquife, com os olhos arregalados e sorrindo estranhamente. Velha assanhada!! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-7335980534001443867?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/7335980534001443867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=7335980534001443867&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/7335980534001443867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/7335980534001443867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/gostosinha-do-funeral-cmico.html' title='A gostosinha do funeral (Cômico)'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/SAhyPbg88DI/AAAAAAAAABw/LH07LgCDJEM/s72-c/TATUAGEMCAMPEA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-3952277003917066839</id><published>2008-04-16T10:34:00.005-04:00</published><updated>2008-04-16T11:38:25.763-04:00</updated><title type='text'>Incontrolável desejo (Hetero)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5189864951962407698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 241px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px; TEXT-ALIGN: center" height="170" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/SAYarT34ExI/AAAAAAAAABY/MtGV06SM2tM/s320/beijo+no+cinema.jpg" width="228" border="0" /&gt;Era o seu dia de folga e Mário já tinha descansado pela manhã, organizado algumas coisas para o dia seguinte e para seu dia terminar perfeito queria sair com sua namorada Luciana e aproveitar para por em prática um antigo desejo, então liga para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi amor, vamos sair hoje, curtir um cineminha?&lt;br /&gt;- Claro meu gato.&lt;br /&gt;- Mas eu quero te fazer um pedido minha linda... Mário fala cheio de segundas intenções.&lt;br /&gt;- Farei o que você quiser amor.&lt;br /&gt;Isso era o que Mário queria ouvir. Ele sabia que Luciana também tinha essa mesma fantasia. -minha linda... Então você coloca uma saia jeans que eu adoro e vai sem calcinha. -hummm o que você quer fazer comigo hoje em rapazinho? Luciana pergunta maliciosa, passando a língua pelos lábios. – hoje eu quero agradar a minha namorada linda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Luciana sorri e então eles combinam o horário em que ele vai passar em sua casa. Por volta das cinco da tarde Mário chega a casa dela. Ele vestia bermuda, deixando àquelas panturrilhas malhadas a mostra e camiseta branca que deixava seus braços ainda mais fortes. o olhar e o sorriso dele encantavam Luciana. Ela vem descendo as escadas do prédio enquanto Mário contempla aquela morena de cabelos castanhos, estando do jeito que ele pedira. Saia jeans que evidenciava seu bumbum durinho e empinado, blusinha de alça de cor preta decotada, sandália de salto alto fino que ela adora e aquele perfume maravilhoso que deixava ele louco.&lt;br /&gt;- Nossa amor! você está linda, eu pedi pra você colocar uma saia, mas não precisava ser tão curta. Reclama Mário um pouco enciumado, observando as coxas e pernas de Luciana. – ué amor, você que pediu! Me vesti pra você. Luciana diz, dando um beijo no rosto, enquanto passava a mão pelos cabelos negros de Mário. deixando-o desconcertado e babando também. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eles partem para o cinema, que fica em um shopping próximo. Já que era dia de segunda feira não pegaram fila nem tumulto. Escolhem o filme e entram. Por haver pouca gente, procuraram um lugar para sentar onde iriam aproveitar melhor o filme sem serem incomodados, um cantinho reservado, nas últimas fileiras. As luzes se apagam e o filme começa. Eles queriam aproveitar cada minuto, ficam com beijos safados e ardentes. Mário brinca com a língua dela, mordia os seus lábios carnudos de mansinho, enquanto passava as mãos por todo o corpo de Luciana. A química entre eles era imediata, bastava isso para que o tesão aflorasse. Mário coloca a mão sobre a coxa de Luciana acariciando e apalpando até encontrar o sexo dela. Ele encontra uma bucetinha toda depilada e já toda molhadinha, onde empurra seus dedos, fazendo suaves movimentos deixando ela alucinada. Ela se contorce e dá um suspiro. Ele passa a mão pela sua barriguinha subindo até aos seus peitos empinadinhos de tamanho médio, fazendo um carinho delicioso, dando leves toques, enquanto a outra mão já baixava as alças da blusinha. Mário inclina sua cabeça e suga o pescoçinho de Luciana, descendo até os seios com os biquinhos já duros, dando leves mordidinhas. Ele se abaixa na cadeira em frente à Luciana e roça um leve cavanhaque em suas coxas enquanto dava beijos molhados, sobe um pouco a saia e procura freneticamente aquela buceta que aquela altura já está encharcada e pronta para receber todo o desejo de Mário. Ele da chupadas na virilha e enfia a língua fazendo movimentos surpreendentes, ele tava com muito tesão e muito afobado, lambia todo seu melzinho vorazmente. Ela queria gritar, mas tinha que se conter, então se contorcia e gemia baixinho se segurando nos braços da cadeira, enquanto Mário continuava a morder e lamber de leve no seu grelinho, dar beijos e sugar a bucetinha dela. Luciana segura forte os cabelos dele, empurrando ainda mais ele contra seu corpo e já estremece de tanto prazer, gozando deliciosamente, eufórica, mordendo os lábios. -Hummm que delícia! Ela tira as sandálias e passa os pezinhos de leve, fazendo pressão pelo membro dele sentindo duro, e chupando os dedos de Mário um por um, ele lança um olhar cheio de desejo. Luciana então puxa-o para cima dela e fala baixinho no seu ouvido. –Quero você pra mim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele senta na cadeira ao lado e então ela vem colando seu corpo no dele, ela beija o pescoço de Mário, morde seu queixo e desce pelo seu peito... Luciana abre o zíper da bermuda de Mário, onde seu pau já está duro e pulsando, pedindo pra ser chupado. Ela passa sua língua úmida e quente pela cabecinha do pau dele, depois por toda extensão, lambendo sem parar e coloca todo em sua boca com muita vontade, sugando bem. Ela segura o pau dele, dando batidinhas pelo seu rosto. Ele está completamente alucinado excitado demais e pede pra ela sentar no colo dele. Luciana senta sem pressa, de costas para ele, paradinha sentindo aquele membro magnífico dentro dela, depois rebola gostoso em cima daquele pau, deixando ele louco. Mário segura pela cintura dela firmemente enquanto ela continua a montar em cima do cacete duro. Ela mexe devagar para disfarçar a movimentação, Ela o sente mais ofegante, gemendo com uma voz rouca e não pára de rebolar, subir e descer... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mário sutilmente aperta as coxas de Luciana, suspendendo-a um pouquinho, sincronizando a subida e descida dela, fazendo com que ela cavalgasse ainda mais gostoso. Ele não se agüenta de tanto tesão, ela parece que esqueceu que estão no cinema, ele olha em volta e percebe que as pessoas não estão olhando pra trás, e começa a brincar nos biquinhos dos seios dela, apertando-os e depois enchendo a mão neles, a bucetinha dela se contrai deliciosamente pressionando o pau dele, e sem mais suportar ele goza quente dentro dela. Ela se apóia na cadeira da frente, e contendo os gemidos também goza loucamente. Ela se levanta lentamente e senta-se em sua poltrona, exausta encosta sua cabeça no ombro dele, tentando fazer a respiração voltar ao normal. Ele passa o braço em volta dela e se beijam carinhosamente... Os dois permanecem assim quietinhos, esperando o filme terminar, e satisfeitos por conseguir realizar aquela tão sonhada fantasia.&lt;br /&gt;Autora: &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nefertite&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Colaboradores: Apolo, Diana e Volúptas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-3952277003917066839?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/3952277003917066839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=3952277003917066839&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/3952277003917066839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/3952277003917066839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/incontrolvel-desejo.html' title='Incontrolável desejo (Hetero)'/><author><name>Nefertite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16027442997927825072</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_AjMttsu1wB8/R5h4NX9WheI/AAAAAAAAAAU/oaC9AeTKceI/S220/mulher%2Bsensual.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/SAYarT34ExI/AAAAAAAAABY/MtGV06SM2tM/s72-c/beijo+no+cinema.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-6425516324054246436</id><published>2008-04-14T13:41:00.002-04:00</published><updated>2008-04-14T14:06:11.568-04:00</updated><title type='text'>A viagem (Hetero)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/SAOawqPewnI/AAAAAAAAAB4/Fb-R7xiwQwA/s1600-h/foto+imagem+viagem+novo+onibus+viacao+serro+conceicao+do+mato+dentro+7.jpeg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5189161356424561266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/SAOawqPewnI/AAAAAAAAAB4/Fb-R7xiwQwA/s400/foto%2Bimagem%2Bviagem%2Bnovo%2Bonibus%2Bviacao%2Bserro%2Bconceicao%2Bdo%2Bmato%2Bdentro%2B7.jpeg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Final de semana e Leonardo estava louco para viajar. Passar um final de semana fora da sua rotina. Não agüentava mais aquela cidade. Estressado e tenso. Preferiu viajar de ônibus. Ir e voltar sem preocupações. Saindo do trabalho, passou em casa, tomou um banho, vestiu um short, regata e um tênis. Pegou seu mochilão e saiu para a rodoviária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo animado sobiu ao ônibus de viagem, procurou as cadeiras do fundão, nunca gostou de ficar mais pra à frente. Sentou-se do lado da janela. Ônibus vazio, talvez porque fosse o último ônibus daquela empresa a sair. Com calor Léo abre a janela e deita um pouco o banco. Depois fica curtindo aquele começo de fim de semana. Foi quando Léo começa a ouvir uma conversa animada e algumas pessoas entram no ônibus. Ele estica um pouco o pescoço e vê uma turminha de amigas lindas entrarem no ônibus, alegres, indo em sua direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonardo dá um sorriso malicioso, mas logo volta a deitar-se na poltrona. No entanto, aquelas menininhas sentam perto dele e continuam a conversar animadamente. Uma delas senta ao lado dele. Léo vira-se para as meninas e diz... -Boa noite para as princesas! Elas começam a rir e quase em coro retribuem... -Boa noite princeso! Quando Léo ouve aquilo também começa a rir. Elas aparentam idades de 15 a 18 anos. Léo se surpreende de encontrá-las sozinhas viajando. Mas o grupo de amigas devia estudar na mesma escola. Ele então volta à poltrona e fica rindo meio disfarçado da conversa engraçada das moças daquela idade. Já passa da meia noite e aquelas jovens ainda conversam sem parar. Leonardo começa a sentir sono, e pensa... "Será que a idade já esta me cansando tão fácil assim?" Leonardo tinha 30 anos, era alto, malhado e moreno. Mas às vezes ficava meio encucado pela sua idade. Lhe acometia alguns pensamentos sobre o assunto, mas logo adormece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas horas da madrugada, Leonardo acorda assustado pelo sacolejar do ônibus. E pelo susto não consegue voltar a dormir. Então acende a luz de leitura e quando vira pro lado todas aquelas menininhas estão dormindo. Mas ficou muito excitado em ver a que estava sentada ao seu lado. Era uma morena alta, aparentava ter 15 anos... Decotezinho... Saiinha.. Hummm.. Uma tentação. Léo começa a se perguntar como não percebeu isso antes, será que ela estava assim quando entrou? Pelo seu decote dava para ver as marquinhas de biquine... Parecia dormir em um sono profundo. E isso o excitava mais. Ficou analisando aquele corpo sem pressa e com muita malicia... "Humm.. Que pernas grossas... que barriguinha gostosa.. Nossaaaaaa e que seios grandes... Iria adorar engolir ele todinho.." Leonardo se assustou um pouco ao ver a morena se mexendo. Ela se virou pro lado dele. Mas não acordou. E sem querer ela se descuidou e ficou com as pernas entreabertas. E Léo ficou louco... Cheio de vontade ficava em dúvida se ela acordaria ou não com seus toques. Mas não pôde resistir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou a passar a mão pelas coxas à amostra e apertava de levinho. Enquanto seu pau dentro do short crescia, com o tesão daquela sensação de proibido. Ele começava a subir a mão pela coxa daquela morena. E quando estava com a mão quase perto da calcinha dela. Ela se mexe e ele tira a mão rapidamente. Ela apenas virou-se mais um pouco pra ele. E continuava a dormir. Ele ao ver que ela não tinha acordado, voltou a acariciá-la. Mas agora ele passava o dedo ao redor do decote, sentindo cada pedacinho daquele contorno... Cada vez que o tesão aumentava, Léo era mais ousado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou a colocar a mão toda por dentro daquele decotinho. E constatou que ela estava sem soutien. Ele teve que morder os lábios pra não gemer, quando descobriu isso. Acariciava levemente aqueles seios, enquanto os biquinhos dela ficavam mais durinhos. Léo puxava, apertava, adorava brincar com aqueles seios. Ele então pega a mão dela devagar e coloca por cima do short e por cima da mão dela coloca a sua e começa a apertar devagar, fazendo um carinho bem gostoso em seu pau... Uhmmmm E aquele clima dentro do ônibus, gostoso, só aumentava o tesão. Sem agüentar mais de prazer, Leonardo começa a passar de novo a mão naquelas coxas grossas. Ele já estava muito ofegante. Queria sentir aquela bucetinha. Foi subindo a mão, subindo até chegar na calcinha. Ele levantou a saia pra ver a cor daquela calcinha. "Rosa.. Hummm.." Começou a apertar enchendo a mão daquela xaninha. Sempre devagarzinho pra não acordar a menininha.... Léo começa a puxar a calcinha da morena pro lado e passa a ponta do dedo passeando pelos traços daquela bucetinha grande. Sem se contentar de tesão, tira o pau pra fora do short e com a outra mão começa a bater umazinha bem gostosa.&lt;br /&gt;Hummmmmmmmm... Leonardo percebe que a moça esta meio ofegante e ai percebe que ela não está dormindo de verdade, mas que está fingindo e isso o deixa mais louco. No entanto ele decide levar essa brincadeira à diante. Ele está louco de vontade de dar uma dedada naquela xaninha com pentelhinhos só no meiozinho. E sem hesitar Leonardo começa a meter um dedo dentro da bucetinha já encharcada... Metendo bem devagar... Já a sente rebolando discretamente. Mete mais um dedo até o final. Começa o vai e vem com os dedos. Bem devagar, sentindo cada centímetro de sua buceta fechadinha se rompendo, se abrindo de prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa hora a menininha morde os lábios e abafa um grito, que ressoa como gemido. Hummmmmmmm.. Aquilo mexe muito mais com a libido de Léo e ele começa a meter mais forte e mais fundo... Ofegante... Não se importava mais se ela estava fingindo ou dormindo. Metia os dedos firme, rápido, louco, sem parar de bater bem gostoso umazinha. Sincronizando o prazer... A menininha, não conseguia mais disfarçar e gemia sem parar, rebolando em cima da mão dele. Quando Leonardo dá por si percebe, a amiguinha dela do outro lado assistindo tudo e estava se tocando, com as calças até o joelho. Hummmmmmmm... Era uma delicia para Leonardo ao ver aquelas menininhas sentindo prazer junto com ele... Até que não agüentou mais e explodiu... "Ooooohhhhhhhhhhhhhhhhhhohhhhhhhhhhhhhhhhhhhh" Se jogando novamente na poltrona, ofegante...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a outra moçinha que ainda não tinha gozado levantatou-se da poltrona dela e sentou-se por cima de Leonardo. Se esfregando toda nele. Aproxima-se do ouvido dele e sussurrou com a voz rouca: -Hummmmmmmm eu quero também... Me come gostoso... Louquinha pra te dar... E Leonardo não pensou duas vezes puxando ela pela cintura bem forte pra baixo encaixando no seu pau. A que estava ao seu lado, na poltrona começou a passar a língua no mamilo dele. Logo após ela se abaixou-se e enquanto sua amiga cavalgava bem gostoso, ela por baixo fica passando a língua nas bolas. Leonardo louco ali morrendo de tesão com aquelas duas ninfetinhas.&lt;br /&gt;Ele com uma mão começa a massagear a xaninha molhada da menininha do lado e com a outra ficava metendo um dedo no rabinho gostoso da menininha da cavalgando. Incrivelmente pirado. Mordiscando e passando a barba cerrada naqueles seios durinhos que quicam na sua frente. Leonardo sem agüentar de tesão goza... Oooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.. E quando começa a gemer alto, a menininha do colo começa a beijá-lo. Enche a boca do Leo de língua, quente e molhada... Foi quando a outra fala... -Sai Manu, deixa eu cavalgar um pouquinho... Deixa eu brincar com esse gostoso, deixa... E elas trocam de lugar.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas Leonardo quer mais é chupar uma bucetinha. Ele então segura a menina e a levanta. Começando a chupar sua bucetinha. Encharcadinha, escorrendo. Passa a língua por onde escorria o melzinho, depois passava a ponta da língua úmida na virilha. E ficava olhando com cara de cachorro safado, prometendo comê-la com a boca literalmente. O corpo dela estremecia. E Léo ficava mais louco. Sempre dando selinhos na xaninha toda, molhando os lábios, o queixo, o nariz, sentindo o cheirinho daquela cadelinha no cio. Ela rebolava bem gostoso, louca de tesão. Falando baixinho: -Safado, me chupa vai, me lambe.. Engole minha bucetinha. E ele esfregando o clitóris com o queixo. Olhando a menininha se contorcer toda e abrindo mais ainda suas pernas. Quando ela vai começar a gemer, a outra a beija nos lábios. Em seguida ela aproxima-se do pau de Leonardo e começa a chupa-lo. Lambe a cabecinha, passa o queixinho na cabecinha. Apertando o pau bem firme. Não se aguentando segura-a mais acima, deixando com que a outra continue brincando com seu pau e cai de boca na xaninha gostosa da que ergueu. Começou a esfregar a língua toda na bucetinha dela. Sentindo o gosto salgado daquela xana maravilhosa na sua boca. Abre um pouco mais as pernas dela, e segurando-a firme nas coxas, mais alto, começa a meter a língua até o fundo. E fica no vai e vem bem gostoso com a língua. Mexendo bem no fundo, incessante. Ele tira, e começa a dar umas lambidinhas no grelinho, umas sugadinhas. Hummmmm... Até que começa a beijar de língua, como se tivesse beijando a boca daquela menininha... Até que começou a bater a ponta da língua forte, apertando o grelinho, esfregando. E ele estava durinho na boca dele. Até que ela goza... "Ooooooooohhhhhhhhhhuhhhhhhhhhhmmmmmmmmmmm, gostoso". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela desce e fica ajoelhada de frente da poltrona de Léo. E começa a chupá-lo, junto com a outra menininha. Enquanto uma mama bem gostoso no cacete dele a outra da umas apertadinhas nas bolas e engolindo-as também, deixando tudo bem babado. Até que sem se conter, Leonardo explode na boca delas. OOOOOOOOOOOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHOOOOOOOOOHHHHHHHHHHH. E elas.. "Xiiii tio, vai querer acordar todo mundo?"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Entao uma delas se aproxima dele, dá um selinho nele e fala "boa noite"... E vai para a poltrona dela. A outra chega pertinho, da uma lambidinha na boca dele e fala:"Adorei dar pra você, tiozão gostoso". E deita na sua poltrona. Leonardo, ofegante ainda volta deitar em sua poltrona. Fecha seu short. Veste a regata e deita com os braços cruzados de baixo da sua cabeça."Uhmmmm... Às vezes é bom ser tiozão. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Volúptas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Colaboradores: Diana, Nefertite e Apólo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-6425516324054246436?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/6425516324054246436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=6425516324054246436&amp;isPopup=true' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/6425516324054246436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/6425516324054246436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/viagem-hetero.html' title='A viagem (Hetero)'/><author><name>Volúptas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01559899077671012994</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_rWoTkGFv9B4/R5jZXH90b5I/AAAAAAAAAAw/-_pi3n3LBlk/S220/cereja%255B1%255D.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/SAOawqPewnI/AAAAAAAAAB4/Fb-R7xiwQwA/s72-c/foto%2Bimagem%2Bviagem%2Bnovo%2Bonibus%2Bviacao%2Bserro%2Bconceicao%2Bdo%2Bmato%2Bdentro%2B7.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-2004190903823226439</id><published>2008-04-11T00:06:00.005-04:00</published><updated>2008-04-14T14:17:28.819-04:00</updated><title type='text'>Delicioso tratamento (Lésbico)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_b9sElbs6hAY/R_7WW5LR_iI/AAAAAAAAABo/hc5PFLpWLkM/s1600-h/enfermeira.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187819509570993698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 220px; CURSOR: hand; HEIGHT: 262px; TEXT-ALIGN: center" height="218" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_b9sElbs6hAY/R_7WW5LR_iI/AAAAAAAAABo/hc5PFLpWLkM/s200/enfermeira.bmp" width="231" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não estava me sentindo bem fazia uns dias. Sintomatologia estranha que me deixara preocupada, poderia ser apenas uma gripe, como poderia ser dengue, afinal estamos vivendo um surto. Enfim, resolvi ir a uma Clínica.&lt;br /&gt;Chegando ao consultório uma jovem médica me atendeu. Moça bonita de pele alva, seios fartos saltando seu decote e um fenomenal olho de cor esmeralda, fiquei hipnotizada.&lt;br /&gt;Tentei prestar atenção na consulta, ela me olhava sempre com uma carinha séria, anotando no computador todos os sintomas.&lt;br /&gt;-Não estou sentindo nenhum sintoma grave, mas achei melhor procurar o atendimento antes que complicasse o caso.&lt;br /&gt;A expliquei meio sem graça pois afinal não estava morrendo.&lt;br /&gt;-Entendo, mas terei que realizar alguns exames para me certificar do que está te acometendo.&lt;br /&gt;Entendi, claro, afinal ela não poderia me receitar nada nem diagnosticar sem alguns exames, pensei logo em coletas de sangue, hemogramas e tal, fiquei aguardando. Ela me pediu licença e interfonou para a enfermeira, que veio rapidamente. Imaginei que fosse para a coleta de sangue, mas não, estranhamente a Dra. disse que iria realizar alguns exames minuciosos e não gostaria de ser interrompida. Achei estranho o modo como se entreolharam, mas a enfermeira a garantiu que não seria incomodada.&lt;br /&gt;A Dra. então se levanta de sua cadeira e percebo seu minúsculo vestido branco. Ao vê-la vindo em minha direção com aquele decote generoso e seios fartos pulando dele comecei a ficar melada. Senti que teria problemas, ela iria perceber meu tesão, mas os exames deveriam ser rápidos, coisas do tipo: Abra a boca, respire fundo e essas coisas. Tal foi minha surpresa quando a médica me pede para tirar a roupa.&lt;br /&gt;-Tirar? Perguntei meio assustada.&lt;br /&gt;-Sim, terei que fazer exames minuciosos.&lt;br /&gt;Aceitei sem problemas, mas que fiquei surpresa fiquei. Retirei toda a roupa e me deitei na mesa de atendimento.&lt;br /&gt;Ela iniciou o “exame” mexendo em meu rosto, num misto de exame e carinho, suas mãos desceram pelo meu pescoço, me avaliando, e eu me excitando com aquilo, afinal quem nunca fantasiou uma situação assim?&lt;br /&gt;Segurou minha cabeça e me pediu para que eu tocasse o peito com o queixo... Até ai tudo bem, não doía, mas tal posição fez meus olhos mergulharem naquele decote, e me envergonhei quando percebi meu suspiro. Ela sorriu, gostei da situação.&lt;br /&gt;Suas mãos tocaram delicadamente meis seios que ficaram imediatamente rijos, ela deitou sua cabeça sobre meu peito, como se para ouvir algo, e senti sua respiração tocar minha pele, me arrepiei, tinha certeza que mais cedo ou mais tarde minha excitação escorreria pelas pernas.&lt;br /&gt;-Preciso verificar sua temperatura.&lt;br /&gt;Imediatamente levantei um de meus braços, claro.&lt;br /&gt;-Não não, para a sua possivel patologia precisamos averiguar sua temperatura por via retal, ou anal como queira.&lt;br /&gt;Hummmmmmmm agora sim fiquei preocupada, adoro sexo anal, e uma mulher daquela mexendo no meu rabinho eu iria ficar louca.&lt;br /&gt;Ela me pediu para ficar de barriga para cima e abrir as pernas, obedeci.Introduziu lentamente o termômetro. Nada demais o termômetro era fino, discreto, não causaria nem incômodo que dirá prazer, exceto pela cituação em si. Tal foi minha surpresa quando percebi que ela havia introduzido o termômetro todo, e agora o retirava lentamente. Hummmmmmmm que delícia, fico melada novamente só de lembrar. Ela introduzia e retirava, lenta e repetidas vezes, e eu já não fazia questão de esconder que estava com cara de tesão.&lt;br /&gt;-Agora preciso verificar outro órgão importante.&lt;br /&gt;Disse ela passando seus dedinhos na minha bucetinha molhada.&lt;br /&gt;-Hum, estão melados. Disse ela.&lt;br /&gt;-Isso é ruim? Devo me preocupar?&lt;br /&gt;-Talvez, estão pouco melados, precisamos que fique mais.&lt;br /&gt;Agora não tinha dúvidas do delicioso assédio. Ela metia seus longos dedos dentro da minha buceta melada e com a outra mão acariciava meu clitóris.&lt;br /&gt;Hummm, aranquei o lençol da cama tamanho tesão que estava sentindo.&lt;br /&gt;E ela com aquele jeito acadêmico, medindo minhas reações, verificando a viscosidade do meu tesão, e o cheiro do meu líquido.&lt;br /&gt;Finalmente senti sua língua tocando minha buceta que já escorria de desejo. Nada como ser atendida por quem entende do assunto. Sua língua me penetrava fundo e fazia manobras dentro de mim que me faziam delirar. Na posição em que estava seu curto vestidinho me atentava e não resisti em meter minha mão por baixo dele e sentir um minúsculo fio dental.&lt;br /&gt;Hum, a Dra. estava procurando uma vítima hoje, que sorte a minha!&lt;br /&gt;Disse eu puxando seu fio dental para o lado para acariciar seu delicioso rabo e sua bucetinha. O fio dental estava enxarcado do seu mel. Não perdi tempo, puxei a pequena moça para cima de mim e iniciamos um perfeito 69. Lambia seu rabinho e fazia caricias nele, intercalado com profundas introduções de minha língua naquela xana gulosa... A vadia diplomada rebolava gostoso em minha cara. Chupei com vontade aquela buceta, mordia, lambia, enquanto metia dois dedos naquele rabo pulsante. Acredito que aquela moça queria uma orgia hoje para tentar baixar aquele fogo.&lt;br /&gt;Não resisti e gozei em sua boca, e acho que isso a excitou mais ainda pois me lambeu com desespero e imediatamente começou a me masturbar rápido, com desejo, até que eu gozasse denovo enquanto passava minha língua naquele rabo fenomenal. Gozamos, desta vez juntas. E ela relaxou por alguns segundos sobre mim, mas imediatamente se lembrou de onde estava e começou a se arrumar.&lt;br /&gt;-Espero que esteja melhor! Disse ela friamente.&lt;br /&gt;-Na verdade não, ainda falta uma coisa!&lt;br /&gt;Disse a ela já puxando-a com força pelo vestido, fazendo-a perder o primeiro botão da roupa. Puxei-a para mim e lhe dei um beijo, longo, intenso, molhado, excitante, por mim começaria tudo denovo naquele minuto mas sei que não poderiamos, e sendo assim a larguei.&lt;br /&gt;-Pronto, agora acho que já estou medicada!&lt;br /&gt;-Por hoje sim, mas sabe que seu caso é grave né? Precisará de medicação em casa.&lt;br /&gt;Disse ela me passando seu cartão.&lt;br /&gt;Hoje é meu segundo dia de tratamento, está quase na hora da minha médica chegar... Hum, qual será o tratamento de hoje?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Anja Demoniaca&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-2004190903823226439?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/2004190903823226439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=2004190903823226439&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/2004190903823226439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/2004190903823226439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/delicioso-tratamento-lsbico.html' title='Delicioso tratamento (Lésbico)'/><author><name>Anja-Demoníaca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12451862801332267301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_b9sElbs6hAY/R-7pEI9dlQI/AAAAAAAAAAM/SQJp5PIxoLA/S220/anja+fita.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_b9sElbs6hAY/R_7WW5LR_iI/AAAAAAAAABo/hc5PFLpWLkM/s72-c/enfermeira.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-640921961108520426</id><published>2008-04-10T17:28:00.004-04:00</published><updated>2008-04-11T06:29:46.518-04:00</updated><title type='text'>Sexo com carne de vaca (cômico)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/R_6HuRTQY0I/AAAAAAAAABo/xZgnzMC4nfg/s1600-h/9555-image001-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187733049765290818" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/R_6HuRTQY0I/AAAAAAAAABo/xZgnzMC4nfg/s320/9555-image001-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existe maníaco para tudo. Porém, chamou-me a atenção aquela notícia de um jornal de grande circulação: "Fazia sexo com carne de vaca". Não pude deixar de comprar o jornal. Abri na terceira página e lá estava: "Milionário morador do bairro Jardins, em São Paulo, por ser uma pessoa muito tímida, começou a comprar carne de vaca em açougues de supermercados para a prática de atos sexuais. Segundo palavras do próprio maníaco, toda semana ele comprava cortes diferentes para poder experimentar novos tipos de orgasmo. Transou com maminha de alcatra, com lagarto redondo e até com filé mignon maturado. Mas, segundo o obsessivo indivíduo, a melhor das transas foi com uma chuleta assada, que estava na temperatura certa e provocou-lhe uma ereção descomunal. "O corte com o qual eu mais transei foi a chuleta" - disse o indivíduo. "Transei várias vezes com esse pedaço de mau caminho e não posso deixar de dizer que o osso que vem acoplado ao corte nos dá a idéia perfeita de estar galgando um púbis da melhor qualidade". O maníaco foi preso na Praça da Sé, quando estava sentado num banco esfregando um quilo de carne moída no pênis e foi aí que acabou confessando tudo". Depois de ler aquilo, fiquei encafifado. Será que copular com um pedaço de carne de vaca realmente é de dar prazer? Tá certo que quando eu era criança comi alguns bezerros no barranco que tinha perto lá de casa. Comi até muitas mulheres vacas e realmente são sensacionais. Fiquei tão grilado com aquela notícia, que resolvi pôr em prova a questão. Fui até um açougue perto da minha casa e comprei um quilo de alcatra, outro de lombinho, mais outro de lagarto plano e, claro, a tal chuleta. Chegando em casa, tomei um banho, coloquei uma sunga de praia, pus os quatro cortes na mesa, desembrulhei-os e comecei a paquerá-los, para ver qual me dava mais tesão. A alcatra e o lagarto plano não me disseram muita coisa. O lombinho me chamou a atenção. Tentei alguma coisa, mas não evoluiu. Quando olhei a chuleta, senti um tesão imediato. Inacreditável! Parecia que era carne viva! Subi na mesa e comecei a fornicá-la. Foram três orgasmos consecutivos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dali para frente, fiquei viciado em chuleta, sempre descobrindo formas diferentes de praticar o coito com ela: crua, mal passada, ao ponto ou bem fritinha, não havia como não ter alguns momentos felizes com esse corte de carne. Com o tempo, consegui convencer algumas pessoas do meu bairro a praticar o sexo pelo menos uma vez com uma chuleta. Os que praticaram, nunca mais largaram o hábito. Hoje, temos a Associação dos Machucadores de Chuleta (AMALETA), onde os adoradores dessa carne se reúnem pelo menos uma vez por semana para contar suas aventuras sexuais com o nobilíssimo pedaço de gado vacum.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para você que achou hilário tudo isto, não ria mais do que deve, meu amigo. Quem prova desse deleite jamais volta a rir de fatos como os relatados aqui. Convido você a comer uma chuletinha mal passada, hoje ou amanhã. Quando estiver voltando da labuta, passe no açougue, peça a sua peça, leve-a para casa e trate-a muito bem. Você terá momentos inesquecíveis. Se você for casado, mais um motivo para praticar o coito com chuletas, já que comer a própria esposa é o mesmo que comer chuchu, ou seja, não tem gosto nenhum.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um abraço e mande-me uma mensagem depois de ter praticado o seu primeiro coito. Quem sabe você não acabe fazendo parte da AMALETA? O único alerta que faço é que haja total certeza sobre o tipo de corte com o qual se está fornicando, pois os que se enganaram e transaram com picanha nunca mais conseguiram resgatar a virilidade que tinham antes do primeiro ato.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Guabyroba&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-640921961108520426?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/640921961108520426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=640921961108520426&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/640921961108520426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/640921961108520426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/sexo-com-carne-de-vaca.html' title='Sexo com carne de vaca (cômico)'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/R_6HuRTQY0I/AAAAAAAAABo/xZgnzMC4nfg/s72-c/9555-image001-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-7198789244597723553</id><published>2008-04-09T10:48:00.007-04:00</published><updated>2008-04-09T11:39:45.763-04:00</updated><title type='text'>Prazer num paraíso distante (Hetero)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187267948441740818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 327px; CURSOR: hand; HEIGHT: 215px; TEXT-ALIGN: center" height="228" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/R_zgtz2jphI/AAAAAAAAABQ/uP7UaSbYTRk/s320/57158377.jpg" width="335" border="0" /&gt;Finalmente Louise tinha tirado suas merecidas férias, depois de um ano inteiro naquele escritório, trabalhando incansavelmente. Estava realizando um de seus sonhos... Seriam quinze dias em uma ilha maravilhosa do pacífico. A natureza, o mar, tudo fascinava aquela morena magra, mas de curvas evidentes e suntuosas. A ilha tinha uma beleza que a fez perder o fôlego várias vezes, o final das tardes pareciam ser pintadas a mão, tudo muito belo. Louise tinha comprado um pacote numa excursão, mas estava sozinha e desfrutava não ter que dar satisfação a ninguém, só reclamava por uma coisa... Seus companheiros de viajem em sua maioria eram casais, então, nenhuma paquera evidente. &lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seus dias eram marcados por banhos nas águas cristalinas do mar, passeios de barco, e noites animadas e quentes, muito quentes. Louise era uma pessoa tímida, mas muito alegre e simpática, por isso não tardou em fazer amizades e já se sentia em casa. Geralmente nas festas, tocavam a música local, bem folclórica e os dançarinos, que na maioria eram nativos, sempre chamavam os turistas para aprenderem a dançar, Louise dançava animada e logo foi percebida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ela não acreditou quando aquele moreno com ar rústico, alto, forte, cabelo cortado baixo, sorriso grande, olhos negros e puxados, parecidos com um oriental, sem camisa que deixavam seus músculos, principalmente os do abdome e braços, bem definidos pela dança, a chamou.&lt;br /&gt;Chamou não, puxou-a pelo braço e olhou fixo pra ela, o que deixou tudo mais instigante, a música tomou conta dos dois, ele ensinava o passo e ela repetia com destreza, segurava pela cintura dela e tentava simular o mesmo movimento que ele, aquilo a deixou mais excitada. Seu inglês era razoável e deu para se comunicar bem com Manawa, que a elogiava e dizia que tinha talento e não tirava as mãos firmes e grandes de sua cintura. A dança terminou e todos aplaudiram. A noite tinha sido maravilhosa e Louise ainda sentia o cheiro másculo daquele homem que povoou seus pensamentos durante toda a noite até ela adormecer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pela manhã, ela foi passear pela ilha e ao entrar em um bar, de costas, estava aquele monumento, servindo algumas mesas. Quando ele se vira para porta, e a vê, abre um sorriso espontâneo que a fez estremecer. Ele a reconheceu e deu pra perceber ainda mais sua beleza simples, Louise tinhas os olhos grandes amendoados, boca carnuda, magra, cinturinha evidenciada por uma saia estampadinha de tecido leve e uma blusinha branca decotada que demonstravam seios empinados e duros, bumbum arrebitado, cabelos compridos e claros.&lt;br /&gt;Ele acenou com a cabeça e a chamou para entrar, ofereceu um café e sentou à mesa com ela, onde conversaram animadamente até o término da manhã, ele contava a Louise que as belezas da ilha estavam aonde nenhum turista comum iria, a não ser ela, a qual chamou para um passeio no fim de tarde, Manawa prometeu mostrar coisas maravilhosas a ela, e disso Louise não tinha dúvidas e mordiscou o cantinho a boca imaginando o quanto seria bom. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Louise tinha ficado realmente impressionada, ansiosa, foi dormir um pouco, até a hora em que eles tinham marcado. Na frente do bangalô, Manawa já a esperava, falando que tinha fechado o bar mais cedo. Eles foram caminhando pela areia fina e branca da praia, entre sorrisos e sutis insinuações. Era evidente atração entre eles, a dança é um poderoso afrodisíaco. Eles saem da areia e Manawa a conduz por um caminho estreito por dentre uma pequena mata, no fim, numa pequena porção da ilha bem reservada, ela tem a visão mais espetacular, ah! Como o pôr do sol estava lindo, deixava um rastro dourado na água transparente do mar. Eles se olham e contemplam aquela cena. Louise, incentivada pelo clima, se entrega a um beijo selvagem e à pegada forte daquele nativo. Ele consegue abraça-la por inteira, suas mãos percorrem todo seu corpo e já não conseguem conter o tesão. Manawa suspende Louise e ela entrelaça suas pernas pela cintura dele, permanecem colados num incansável beijo, assim mesmo, ele a carrega pra uma pequena cabana de palha. Com ela em pé, ele instintivamente retira toda roupa dela beijando todo seu corpo, alternando com passeios de língua e mordidelas, arrepiando todos os seus pelinhos dourados. Sugava de leve os biquinhos já duros, descendo até sua bucetinha já inchada e molhada de tanto tesão, enfiando sua língua, fazendo movimentos incessantes, enquanto ela se contorcia e se excitava ainda mais com a respiração forte e o cheiro inebriante de Manawa. Ele a deita em uma esteira e vorazmente realiza movimentos maravilhosos, enfiando aquele membro rijo, fazendo Louise rebolar, acompanhando seu ritmo como na dança e a faz delirar de prazer. Ela experimenta uma diferente sensação, gemendo baixinho. Ele dava chupadas em seu pescoço enquanto metia forte e ela cravando suas unhas naquelas costas grandes, cheias de tatuagens tribais que indicavam sua origem. Ele deita e ela agora comanda aquele homem, subindo e descendo em cima daquele pau. Ela sai de cima retardando seu gozo e vem com sua língua úmida pelo peito dele descendo até o seu membro, onde engole todo, ora lambendo suas bolas e estimulando ousadamente em outros lugares. Manawa a põe de quatro e totalmente louco de tesão, apalpa com vontade seu bumbum e depois enfia seu pau todo na bucetinha dela, segurando seus ombros e estocando firme. Mas ele quer possuir o cuzinho de Louise e enfia sem pressa aproveitando cada investida. Ele esfrega o grelinho dela com suas mãos grandes, fazendo-a gemer mais alto, enquanto bomba forte. Ela enlouquece com a respiração ofegante e os beijos molhados dele na suas costas. O gozo dos dois é inevitável. Eles permanecem ali caídos na esteira entrelaçados. Louise beija delicadamente o rosto dele e seus ombros, ensaiando uma despedida. Eles se vestem e se dão mais um beijo provocante, cheio de tesão e vontade. Manawa deixa Louise na frente do bangalô e se despede carinhosamente, convidando-a a tomar um café pela manhã em seu bar. Louise agradece e entra sorrindo e pensando que ainda terá mais dez dias de pura diversão naquele paraíso escondido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nefertite&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Colaboradores: Diana, Volúptas e Apolo. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-7198789244597723553?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/7198789244597723553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=7198789244597723553&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/7198789244597723553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/7198789244597723553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/prazer-num-paraso-distante.html' title='Prazer num paraíso distante (Hetero)'/><author><name>Nefertite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16027442997927825072</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_AjMttsu1wB8/R5h4NX9WheI/AAAAAAAAAAU/oaC9AeTKceI/S220/mulher%2Bsensual.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/R_zgtz2jphI/AAAAAAAAABQ/uP7UaSbYTRk/s72-c/57158377.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-4703059604798543596</id><published>2008-04-07T19:53:00.008-04:00</published><updated>2008-04-07T20:26:52.487-04:00</updated><title type='text'>Não cobiçarás o teu próximo, no máximo o teu distante (Hetero)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R_q2bGwjGsI/AAAAAAAAABs/w3eHYwvaHeA/s1600-h/56362390.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5186658497657510594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R_q2bGwjGsI/AAAAAAAAABs/w3eHYwvaHeA/s400/56362390.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Eu o olhava com desejo, mas não sabia se ele decifrava minha enorme vontade em chupá-lo.&lt;br /&gt;Queria senti-lo na minha boca, preso as minhas armadilhas. Seu perfume entrava pelas minhas narinas e descia até o fundo do meu corpo, a resposta era imediata. O suspiro profundo e a pele quente eram a resposta para aquele sutil sinal. Minhas pernas cruzadas e minha saia um pouco erguida o fascinava, dava para ver em seu olhar o tesão que sentia, por isso vez em outra eu descruzava e cruzava novamente, mas confesso. Ah, como eu confesso! O que eu queria mesmo era abrir minhas pernas e chama-lo com a voz rouca, sussurrada: - Vem safado!&lt;br /&gt;Não podia. Não estragaria nossa brincadeira sensual. Ainda mais que cada gesto me deixava mais e mais molhada. Minha calcinha branca, fio dental, devia estar transparente do tanto que meu líquido quente escorria. Isso me incitava querer a língua daquele homem à minha frente, numa volúpia indescritível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa! Que mulher! Eu a quero. A desejo. Não agüento mais essa tortura. Seu decote escraviza meus olhos. Seios fartos, salientes naquele decote que furava-lhe a blusa, fechada em seu pescoço. Vontade de passar a língua entre eles, circulando os meios círculos que apareciam, com certeza seus biquinhos ficariam mais duros do que os vejo agora, marcando a blusa. Com certeza esta sem soutien. Hummmm! Como é gostosa! Cabelos castanhos claro, soltos, lisos, ah! Segurar-la pela nuca, massageando e segurando um punhado de seus cabelos longos. Firme, fitando-a perto, tão perto de seus lábios que a fizesse sentir minha respiração quente, sentisse meu hálito de vinho que me escorre ardente pela garganta agora. Assim de tão perto, ficaria pior ainda. Observando seus lábios úmidos, imaginando o quão úmido esta seu sexo. Não consigo esconder o quanto a quero. Sinto minha cueca apertando, não consigo mais me controlar, afinal, também não quero. Quero que ela veja o que seu corpo perfeito causa em mim. E que descubra o quanto me deixa fora de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse homem vai me matar de tesão. A atração que sinto por ele é tão grande que não parece real. Seu sorriso de cafajeste me deixa louquinha. Sinto minhas pernas amolecerem. Sua blusa meio aberta revela seu peito moreno, definido e com poucos pêlos. Sem querer um gemido sai de meus lábios, baixo, estrangulado, mas cheio de segundas intenções. Esse homem vai ser meu! Vou fazer o que eu quiser com ele na cama. Usar e abusar de todos seus sentidos preenchê-lo de incessantes ondas de prazer inquebrantável. Meus pensamentos voam soltos desenhando cada detalhe do sexo sem pudor que minha imaginação cria. Senti-lo me penetrar devagar, me fazer sentir cada pedacinho do seu membro rijo. E como isso mexe comigo, como sinto seu cacete todo dentro de mim. Pelo volume que vejo daqui da sua calça, realmente minha vontade seria saciada com muito incentivo. Pensava, sorrindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é fantástica. Seu sorriso me insinua pensamentos piores. Já a vejo gritando descontrolada, enquanto meto meu cacete bem forte entre suas pernas. Posso sentir o suor escorrendo em meu corpo se misturando com o dela. Seus cabelos molhados, grudando na pele. Fita-la sério, pra ela ver o quanto posso ser mais perverso ainda, a possuindo com força, mas sem pressa. Degustando cada momento de luxúria que me escorre pelo canto da boca, como ao sangue quente da boca de um vampiro faminto que sacia sua presa. Como será sua bucetinha? Lisinha? Contornadinha? Pentelhos de cima até em baixo só ao meio? De qualquer forma seria delicioso sentir com a língua os traços da sua gruta molhada. Seu bumbum seria uma consumação perfeita. Arrebitado, redondo. O ver empinado, de quatro, como isso me alucinaria. A lamberia de baixo pra cima, como um cachorro curioso. Lamberia seu rabo, maravilhoso. Sua buceta sugaria entre lambidas e pressões dos meus lábios. Para que logo em seguida, toda encharcada eu pudesse me encaixar e arregaçar-lhe com voracidade para jorrar minha porra quente dentro dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Débora chega à mesa de Rogério:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi amor? Estava pensando em mim? Estou vendo que está muito animadinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claro meu amor. Em quem mais eu poderia ficar assim? Fora de mim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rogério balança a cabeça afastando seus pensamentos que numa velocidade frenética tinham-lhes tomado totalmente em poucos minutos. Enquanto via alguém chegar à mesa da frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi morzão! Demorou a beça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi minha linda, estava com saudades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morgana fitava Rogério abraçando seu marido, Pedro. Sussurrava-lhe ao ouvido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meu amor? Sabe que não consigo ficar sem sexo mais de um dia. Eu quero você...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro conhecendo-a bem sabia que era insaciável na cama. E logo correspondia ao seu instinto selvagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Comeremos a sobremesa antes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Antes não. Agora! Vamos sair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E juntos, abraçados caminharam até a porta e essa foi à última imagem que Rogério se deleitava. E para piorá-lo o andar daquela linda mulher era extremamente afrodisíaco. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Volúptas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Colaboradores: Nefertite, Diana e Apólo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-4703059604798543596?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/4703059604798543596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=4703059604798543596&amp;isPopup=true' title='21 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/4703059604798543596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/4703059604798543596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/no-cobiars-o-teu-prximo-no-mximo-o-teu.html' title='Não cobiçarás o teu próximo, no máximo o teu distante (Hetero)'/><author><name>Volúptas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01559899077671012994</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_rWoTkGFv9B4/R5jZXH90b5I/AAAAAAAAAAw/-_pi3n3LBlk/S220/cereja%255B1%255D.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R_q2bGwjGsI/AAAAAAAAABs/w3eHYwvaHeA/s72-c/56362390.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>21</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-2300613634732394281</id><published>2008-04-03T18:56:00.006-04:00</published><updated>2008-04-07T20:17:20.830-04:00</updated><title type='text'>Atração glútea fatal (Cômico)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/R_VjOjMI_-I/AAAAAAAAABE/YU9013QzaZI/s1600-h/cu.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185159647602474978" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/R_VjOjMI_-I/AAAAAAAAABE/YU9013QzaZI/s320/cu.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sabe aquele negócio de você chegar ao trabalho, começar a labuta, com uma porrada de gente te enchendo a paciência, ao tempo em que uma bunda gostosa de secretária fica para lá e para cá, provocando a gente de maneira descarada? Pois é, isto acontecia comigo até a última sexta-feira, quando resolvi dar um basta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde eu trabalhava, o expediente acaba às 5:30 h, mas, naquele dia, resolvi fazer uma hora extra. O trabalho estava atrasado e já era tempo de aumentar um pouco a carga horária deste escravo que vos fala, para ver se evitava o desemprego, que é pior do que a escravidão (isto merece um debate à parte, mas, no fundo, no fundo, ser desempregado ou ser escravo é tudo a mesma merda do ponto de vista de bem-estar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é. Eu estava lá, entre números e despachos, quando vi aquela bunda entrar. Ela também tinha resolvido fazer serão e, vejam só, éramos só eu e ela naquele universo de mesas e cadeiras abandonadas. No princípio, fingi que estava tudo bem, que um homem e uma bunda feminina fazendo hora extra, sem mais nada nem ninguém por perto, era absolutamente normal. Mas, depois, comecei a perceber a insistência daquele rabo nos seus passeios em torno da minha pessoa e resolvi ficar prestando atenção. Entrava, abria arquivo, ia, voltava, fazia um barulho do cacete e seguia para a mesa do chefe, com aquele toc-toc do salto alto e aquela semitransparência do vestido, que me permitia ver a calcinha maravilhosa, cavadona, que revestia aquela bunda homérica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma hora e cinqüenta desfiles depois foi que surgiu a curiosidade de dar uma olhada rápida para o rosto portador daquela bundona escultural. Só aí que o babacão aqui percebeu que a gostosa da secretária só ficava olhando e sorrindo para mim. Aquele tipo de sorriso que é quase uma autorização a uma boa transa. Quando vi aquilo, excitei. O momento nem merecia comentários ou piadinhas esdrúxulas que pudessem fazê-la me execrar. Levantei da cadeira e fui em direção a ela. Naquele momento, estava curvada, tentando pegar uns papiros do chefe que haviam caído no chão. Cheguei já segurando na cintura, por trás. Ela ficou quieta. Como quem cala consente, continuei a empreitada. Levantei-lhe a saia e comecei a apertar as nádegas, pacientemente, ainda por cima da calcinha. Pasmem! Ela continuava lá, como se nada estivesse acontecendo, procurando os papiros da chefia. E eu apertando a bunda com uma das mãos e com a outra reconhecendo o terreno, de uma maneira geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, ferrou! A mulher se largou toda. Seus óculos caíram e ela desabou de quatro, em posição de combate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Vem, seu danado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Quando ela falou aquilo, não pensei duas vezes, tirei as calças, cueca e camisa e fui me aproximando daquele corpaço. Quando estava a poucos milímetros da consumação, a porta foi repentinamente escancarada. Entram o nosso chefe e o diretor-presidente da empresa discutindo um assunto que acho que era urgente. O pinto caiu, a mulher caiu, o chefe caiu, o diretor subiu pelas paredes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Foooooooooooooooora, filhos da puta!!! Tão pensando que isto aqui é zona!! Estão despedidos por justa causa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher saiu desesperada, chorando. Eu saí atordoado, segurando as vestes com uma das mãos e tapando o pinto com a outra. Putz! Rua da amargura! Não transei e ainda perdi o emprego. Os nossos mecanismos de defesa sempre procuram uma justificativa plausível que nos dê alento e eu pensei "porra, podia ter sido pior. Por exemplo, se minha mulher me pega nesse flagra? Por exemplo, se o bundão do marido daquela bundona gostosa aparece lá de repente?" Acabei de pensar aquilo e escutei um grito horroroso, vindo da boca da dona daquele imenso bundão. Quando olho, ela estava voltando correndo, com repórteres atrás, em busca do melhor ângulo para sair na primeira página dos jornais sensacionalistas da cidade. Quando me viram. começaram a me fotografar também. Era flash de tudo que era lado. Na verdade, eles estavam lá, esperando um pronunciamento da empresa sobre um acidente ecológico ocorrido em uma das unidades industriais da "holding".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manchete do dia seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“CASAL FAZIA SACANAGEM NA SALA DE CHEFE POLUIDOR”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manchete de dois dias depois:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“MULHER QUE FAZIA SACANAGEM NA SALA DO CHEFE ANTIECOLÓGICO MORTA PELO MARIDO CORNUDO”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manchete de três dias depois:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“COMILÃO DO ESCRITÓRIO ENCONTRADO MORTO E CAPADO”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morri sem um pingo de felicidade, isto é que é pior.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Guabyroba&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-2300613634732394281?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/2300613634732394281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=2300613634732394281&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/2300613634732394281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/2300613634732394281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/04/atrao-gltea-fatal.html' title='Atração glútea fatal (Cômico)'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/R_VjOjMI_-I/AAAAAAAAABE/YU9013QzaZI/s72-c/cu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-2856954574007997168</id><published>2008-03-31T21:16:00.008-04:00</published><updated>2008-04-07T20:18:04.265-04:00</updated><title type='text'>Jamais aplique silicone no pênis (Cômico)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/R_GNgjMI_4I/AAAAAAAAAAY/42qqASs9wVs/s1600-h/Fotos+erÃ³ticas+na+propaganda+9.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5184080236421644162" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/R_GNgjMI_4I/AAAAAAAAAAY/42qqASs9wVs/s320/Fotos+er%C3%B3ticas+na+propaganda+9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O meu pênis era pequeno. Não agüentava mais ser sacaneado pelas mulheres que tentava levar ao orgasmo (sim, eu era daqueles puritanos que tentavam levar a mulher ao orgasmo antes de eu mesmo ir). Depois dizem que tamanho não é documento, ora pois! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Aí, eu decidi transgredir o que a natureza achou por bem me dar. Aliás, ter um pau pequeno não é uma dádiva, mas uma dívida. Uma eterna dívida com a sociedade. Impossível manter uma mulher e ser feliz para sempre. Na verdade, quase impossível ficar com uma fêmea por mais de duas semanas. Tudo é muito bonitinho nos filmes: a mulher te dá um beijo e fica apaixonada pelos seus lábios para todo o sempre. Infelizmente, essa não é a realidade. Já peguei algumas mulheres mais agressivas que, na terceira vez em que saímos para relar, ela, ao final, olhou pra mim e gritou "porra! Você não entende?! Eu quero gozar!!!". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Foi depois dessa que eu definitivamente decidi apelar para forças artificiais para ver se me livrava daquela situação tão humilhante. Fui até um sexshop, comprei meio quilo de silicone e levei para casa. A atendente parece que, de início, pensou que eu fosse gay, mas, pior, depois, ela olhou para mim e tive a nítida percepção de que ela me reconheceu pela fama de "pau cotó", que eu tinha no meu bairro. "Daqui pra frente, tudo vai ser diferente", pensava eu enquanto me dirigia para a farmácia mais próxima, a fim de compra uma seringa de 10 cc, que seria utilizada no meu plano tático-operacional de quebra de paradigmas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando cheguei em casa, tomei meu banho, botei uma cueca e fui para o quarto para começar de imediato a pôr o meu plano em prática. Abrindo logo o jogo para o leitor, o que eu queria era nada mais nada menos do que aplicar silicone no meu zé mané para fazê-lo crescer até chegar a um comprimento de pelo menos de 15 centímetros (dizem que o ponto G de 30 % das mulheres já é atingido nesse comprimento). Enchi a seringa e fiz a primeira aplicação. Doeu pra cacete, literalmente, mas, depois da aplicação, já se percebia a diferença. Parecia que o zé mané tinha tomado uns anabolizantes e criado massa corpórea por causa disso. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Durante aqueles sessenta dias, dia sim, dia não, eu aplicava um dosezinha de silicone no pinto. Na segunda semana, saí com uma gata e, pela primeira vez, tive uma transa em que levei a companheira ao orgasmo. Quando ela gozou, eu comecei a chorar. Ela me abraçou e me parabenizou: "Muito bem! O que diziam de você não é verdade!" Fui para casa todo orgulhoso e, senti-me mais destemido para cantar a mulherada do meu bairro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Continuei com o processo de introdução de silicone até completar trinta aplicações. Na trigésima e última aplicação, quando espetei a agulha no dorso do cacete, foi que pude perceber que, apesar dele estar com quase 25 centímetros, apresentava-se com uma coloração um tanto escura. Fiquei meio cabreiro, mas fiz a última aplicação e saí pela rua para ver se encontrava uma daquelas bem arrombadas para definitivamente me afirmar sexualmente. E assim foi. Transei naquela noite, fiz a mulher ir ao orgasmo umas quatro vezes e depois fui para a boate contar para os amigos (que graça tem, se você não conta a façanha?). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, quando acordei e fui dar a tradicional mijada matinal, percebi que alguma coisa efetivamente estava acontecendo com a minha genitália. O pau estava amarronzado. Procurei ignorar aquilo, fui para o trabalho e, quando voltei, na hora do banho, vi que o dito cujo já estava preto. Desesperei. Liguei para um médico, que antes tratava de mim pelo tamanho diminuto do zé, e contei o ocorrido para ele. O doutor mandou que eu estivesse no seu consultório na primeira hora do dia seguinte. E lá fui eu. Quando cheguei, já havia umas três pessoas na espera, mas, quando anunciei minha chegada à recepcionista, ela mandou que eu entrasse no consultório imediatamente porque o doutor já estava me esperando. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-Bom dia doutor! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-Bom dia, mas, se eu fosse você não ficava tão contente assim. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-Como assim doutor? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-Bom: primeiramente, deixe-me ver o seu pênis. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Baixei a calça, ele olhou e ficou horrorizado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-Que foi, doutor!! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-Meu filho! Seu pênis está completamente necrosado. Você me desculpe, mas já não há muita coisa pra fazer. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-O que significa necrosado, doutor? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-Significa que seu pau está morrendo. Dentro de uma ou duas semanas, ele cairá como se fosse o umbigo de um recém-nascido! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-Nãããooo! Pelo amor de Deus, diga que isto não é verdade. Diga que dá pra dar um jeitinho! Buááááá! Eu não posso ficar sem o meu cacete, cacete! Ainda mais agora! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-Você não podia ter feito o que fez sem consultar um médico, rapaz!! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;E assim foi. Duas semanas depois, quando acordei e fui mijar, ao dar a clássica sacudidela, o pinto ficou na minha mão. Estava definitivamente capado. Claro que nunca mais ameacei sexo com nenhuma mulher. O importante era que elas ficassem com a última boa impressão. Dali para frente, a única coisa que realmente me incomodava era quando tinha de ir a banheiros públicos para fazer xixi no mictório. Tinha que disfarçar com um canudinho enfiado na uretra sem deixar que nenhum malandro percebesse o engodo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ah, meu Deus! Como é triste essa vida de capado. Quem tudo quer, tudo perde. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Guabyroba&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-2856954574007997168?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/2856954574007997168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=2856954574007997168&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/2856954574007997168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/2856954574007997168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/03/jamais-aplique-silicone-no-pnis.html' title='Jamais aplique silicone no pênis (Cômico)'/><author><name>Guabyroba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08844262886795580672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_qdrfQFWhF9M/R_vdxjMJABI/AAAAAAAAABg/bI7hZjuk120/S220/Guabyroba+23.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_qdrfQFWhF9M/R_GNgjMI_4I/AAAAAAAAAAY/42qqASs9wVs/s72-c/Fotos+er%C3%B3ticas+na+propaganda+9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-1457798041084636865</id><published>2008-03-31T13:13:00.004-04:00</published><updated>2008-04-07T20:18:23.841-04:00</updated><title type='text'>Voltando à tona. (Aviso)</title><content type='html'>Oi pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho aqui por esse post pedir desculpas pela ausência e desatualização. Estavámos afastados por motivos de força maior e esperamos a compreensão de todos. O blog esta sendo reorganizado e voltara com força total. Esperamos as visitas e os comentários de todos.&lt;br /&gt;Agradecemos a compreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;by &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Voluptas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-1457798041084636865?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/1457798041084636865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=1457798041084636865&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/1457798041084636865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/1457798041084636865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/03/voltando-tona.html' title='Voltando à tona. (Aviso)'/><author><name>Volúptas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01559899077671012994</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_rWoTkGFv9B4/R5jZXH90b5I/AAAAAAAAAAw/-_pi3n3LBlk/S220/cereja%255B1%255D.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-6476068545263079771</id><published>2008-02-15T14:52:00.007-03:00</published><updated>2008-04-07T20:18:52.194-04:00</updated><title type='text'>De encontro à sedução (Hetero)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/R7Xdyt5XVDI/AAAAAAAAAA8/jszfvoA7mm4/s1600-h/200339155-001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167280010860909618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/R7Xdyt5XVDI/AAAAAAAAAA8/jszfvoA7mm4/s320/200339155-001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O final de semana já se aproximava e um grupo de amigos combinava o que iria ser feito. Na empresa, eles trabalhavam no setor de vendas e iriam ralar até o sábado ao meio dia, depois era só curtição. Débora, a mais empolgada, já avisa que quer tomar uma cerveja depois do expediente e pegar uma praia no domingo pra ficar com aquela marquinha de biquíni que ela adorava. Ela é morena, longos cabelos pretos, baixinha, pernas torneadas, bumbum grande e durinho, toda proporcional, era extrovertida e fazia sucesso entre seus amigos de trabalho. As outras garotas, Bruna, Karina e Joana também estavam empolgadas e achavam bom, pois iam espairecer e se preparar para a semana seguinte.&lt;br /&gt;Pedro era figura constante nas saídas com a galera, divertido e ousado, sempre deixava as meninas alegres e conquistava a todos com a sua simpatia. Ele tinha um tipo físico comum, mas extremamente charmoso, usava sempre um gel no cabelo que o deixava espetadinho, olhos expressivos, boca pequena, mãos grandes. Todos sabiam quando ele estava pra chegar ao lugar apenas pelo cheiro do seu perfume.&lt;br /&gt;Também tinha Jean e Mário que não viam a hora de fazerem sua última venda.&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;O barzinho estava lotado e a cerveja gelada saciava todos. O papo rola solto e eles já haviam combinado de que no dia seguinte todos iriam a um novo balneário que abriu na cidade, lá poderiam aproveitar até banho de cachoeira.&lt;br /&gt;No domingo pela manhã, no horário combinado, Débora chega já que odeia atrasos. Logo depois, Pedro aparece com seu jeito brincalhão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- oi gata, sabia que já estaria aqui, está maravilhosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela usava um vestidinho branco, meio transparente que dava pra ver de levinho um biquininho preto, com detalhes florais em vermelho, Além do contorno do seu corpo, suas curvas e seus seios. Pedro a imaginou molhadinha naquele vestido e se surpreendeu com tais pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Débora percebe uma ávida observação, se incomoda, tem medo, pois também se sentiu atraída, imaginando aquelas mãos tão peculiares acariciando seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficaram ali conversando por uns 15 minutos, até que as demais meninas ligaram dizendo que não poderiam ir. Jean e Mário também furaram, tinham bebido demais e não conseguiram acordar a tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro não perde seu bom humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gata, não vamos perder nosso domingo, vamos nos divertir, estamos aqui e não vamos dar viagem perdida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Débora concorda sem titubear. Entram no carro de Pedro e partem para o balneário que era perto, cerca de 20 minutos da cidade, tinha belas piscinas naturais que se formavam pelo represamento de um rio. A cachoeira era espetacular, não muito alta, mas dava pra contemplar e tomar um banho embaixo dela. Durante o trajeto, eles passam em frente a um motel recém construído, Pedro faz um comentário malicioso, insinuando que eles poderiam terminar o dia ali. Débora da um sorrisinho sem graça, mas nem imaginaria que ali seria a atmosfera perfeita para a noite mais ardente de suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro e Débora já no balneário, conversam descontraidamente, entre uma bebida e outra e o banho naquela água deliciosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela usa o biquíni entrando de levinho na bunda, o soutien é estilo cortininha e deixa seus biquinhos fazendo marquinha, isso deixa Pedro excitado e instigado nas suas fantasias. Ele a convida para um banho, arquitetando quem sabe um algo mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gata a água ta uma delicia, bem quentinha, vem se esbaldar comigo.&lt;br /&gt;Dizia ele, dando aquele sorriso maroto de menino pidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na água, o clima de sedução entre eles é evidente, aquele movimento leve, alterado pela densidade da água, despertam uma vontade ensandecida pelo corpo um do outro. Nadando, chegam embaixo da cachoeira, e sem dizer nenhuma palavra, Pedro puxa Débora pela cintura e dá um beijo cheio de língua como se buscasse na boca dela a resposta para sua vontade de sentir prazer. Ela já sente o membro dele duro, da dimensão do seu gozo. Eles ficam ali, naquele momento, não enxergam mais ninguém, e como por encanto só ouvem o barulho da água caindo, fazendo acelerar seus movimentos. Ela entrelaça suas pernas no corpo de Pedro, apertando bem ao encontro dele.&lt;br /&gt;Os beijos são mais quentes, acendendo ainda mais o desejo deles. Ele vai enfiando a mão pela lateral do biquíni dela, passando pelo bumbum, fazendo pequenos movimentos levando seus dedos de encontro ao seu cuzinho. E ela puxa-o ainda mais apertando seu bumbum. Ele tateia seu cuzinho depois sua bucetinha e realiza movimentos fantásticos que a faz se contorcer toda. Por trás da cachoeira era discreto, pois a lâmina d´agua não deixava quem estivesse do lado de lá perceber, então foi o local perfeito para ele penetrar no rabinho dela. Pedro agarra Débora por trás, ela se apóia na parede por trás da cachoeira e empina-se um pouco mais permitindo a deliciosa entrada de Pedro, onde ela se entrega inteiramente as sensações que ele despertava. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Naquele momento se dão conta de que não poderiam continuar ali, tinha muita gente olhando e a loucura de penetrá-la Pedro não queria perder. Saíram da água, ele se recompôs e ficou contemplando aquela mulher que um pouco mais tarde ele iria devorar e saciar sua vontade. Pagaram a conta do bar, sempre se olhando com tesão e com mais vontade um do outro. Seus olhos pareciam combinar que terminariam tudo no motel mais próximo, sorriram quase que instantaneamente em lembrar do paraíso que os aguardavam. Seguiram ansiosos até o carro, durante o caminho até lá, Pedro subia sua mão pelas coxas dela, ela retribuía dando mordidinhas no seu pescoço. Ao chegar ao motel, escolheram um quarto completo pra satisfazer todas as vontades. Ao entrarem no quarto, Pedro puxou Débora pra perto dele, virou-a de costas e desamarrou os laços do seu biquíni com os dentes, dando lambidinhas em suas costas, Débora enlouquecia de tesão e soltava gemidos de prazer. Ao contemplá-la nua, Pedro já demonstrava toda sua virilidade, e isso fez com que aumentasse a vontade de Débora de sentir o gosto do seu pau. Ela ajoelha-se diante dele e começa dando-lhe lambidas na cabecinha, fazendo movimentos circulares, e depois engolindo tudo com muito desejo. Pedro delira ao sentir a língua quente dela percorrendo suas bolas. E não mais agüentando, puxa Débora pra cima do sofá vermelho e macio que havia, ele suga seus mamilos enrijecidos enquanto toca a sua bucetinha sentindo o melzinho que escorria dela. Pedro desce dando leves sugadinhas e beijinhos molhados, percorrendo sua barriguinha, até chegar àquela gostosa bucetinha, fazendo movimentos com sua língua acariciando-a, buscando dela todo seu gosto, deixando-a sem ar, fazendo seu coração acelerar, ela já gritava de prazer e pedia por ele.&lt;br /&gt;Ela lançou-se para frente buscando alcançar seus ombros e aperta-lhe as costas, ao mesmo tempo que suas pernas o enroscavam pela cintura. Ele penetrou suavemente fazendo-a tremer e apertar mais forte suas costas, ele aumentava seu ritmo, olhando fixamente pra ela. Pedro ergue-a do sofá e vai até a cama, Débora deita de lado e ele a penetra novamente. Agora ela sente mais intensamente seu pau dentro dela, e a respiração acelerada de Pedro em sua nuca a fazem delirar. Os dois estão unidos nessa hora, corpos molhados de suor, gemem mais alto, até que Pedro atinge o clímax do seu prazer, gozando intensamente e Débora enlouquece atingindo seu melhor orgasmo.&lt;br /&gt;Seus corpos permanecem colados, sentindo a pulsação dos seus corações. E ela acaricia de leve as costas dele, sentindo sua respiração voltar ao normal. Os dois permaneceram ali, despreocupados com a noite que já caia, querendo apenas aproveitar ao máximo a companhia um do outro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/16027442997927825072"&gt;♥ Nefertite ♥&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-6476068545263079771?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/6476068545263079771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=6476068545263079771&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/6476068545263079771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/6476068545263079771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/02/de-encontro-seduo.html' title='De encontro à sedução (Hetero)'/><author><name>Nefertite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16027442997927825072</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_AjMttsu1wB8/R5h4NX9WheI/AAAAAAAAAAU/oaC9AeTKceI/S220/mulher%2Bsensual.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/R7Xdyt5XVDI/AAAAAAAAAA8/jszfvoA7mm4/s72-c/200339155-001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-1427245453356374070</id><published>2008-02-01T07:40:00.002-03:00</published><updated>2008-04-07T20:19:28.533-04:00</updated><title type='text'>ESPECIAL DE CARNAVAL - O MACACO E A COLOMBINA (Cômico)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No Carnaval do ano passado, eu decidi sair fantasiado. Fui até uma dessas lojas especializadas em fantasias e comprei uma de MACACO. Não sei se vocês já brincaram em Carnaval de rua. A fantasia de macaco, do tipo bem cheia de pêlos pretos ou marrons, com máscara horripilante, é uma das que mais aparecem na folia. Fui lá e comprei a minha com a certeza de que, dentro dela e com o sol na moleira, encararia uma temperatura de 60 graus Celsius ou mais.&lt;br /&gt;No sábado, já fui metendo a fantasia para aproveitá-la o máximo possível, tentando justificar um pouco o desembolso que fiz para comprá-la (acho que é trauma de infância, sei lá! Só sei que comprei e gastei uma nota preta). Saí pelas ruas e a garotada já começou a querer sacanear. Mexiam comigo dali, mexiam comigo de lá e eu fazendo o papel de macaco babaca que me era de direito naquele momento. Alguns filhinhos da puta até me espirravam o famigerado "sangue do diabo". Porém, além daqueles moleques, algumas adolescentes gostosas também começaram mexer com o macaco, talvez por alguma atração fatal selvagem que as mulheres nessa idade têm sem saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aí que aconteceu. Uma daquelas delícias, fantasiada de colombina, ficou se assanhando tanto para o meu lado, que eu acabei arrastando-a para uma pracinha deserta e comecei a tirar uns sarros. A menina aparentava ser frágil, mas sabia manipular bananas com muito mais habilidade do que os macacos. E começou a me agarrar e a lamber a fantasia. Os poucos que passavam por ali viam aquela cena patética de uma colombina esfregando-se num macaco e o macaco completamente excitado segurando a gata e deixando-a deslizar sobre seu pênis.&lt;br /&gt;A mulher não quis nem saber. Decidiu que iria transar comigo ali mesmo. Abriu o zíper da fantasia, entrou nela e ficamos nós lá, fazendo sacanagem num sol de fazer até areia do deserto suar. Quem passava, naquele momento, via só um macaco esquizofrênico se batendo todo e gritando "vaaaai! Vaaai! Booota! Vou te arrebentaaaar!", às vezes com voz de homem, às vezes com voz de menina-moça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase no final do coito, o macaco se partiu em dois: cabeça e metade do tronco de um lado, a outra metade do tronco e pernas para o outro. E nós dois peladinhos da silva e lambuzados estávamos lá, como se tivéssemos sido paridos. Quando nos desvencilhamos do macaco foi que pudemos ver que já havia uma enorme platéia, que ria de nós. Os filhinhos da puta, outra vez presentes, começaram a jogar pedra e sangue do diabo em nós. Os adultos gritavam "ô macaco fudedor!" "Tarzan tá comendo a chita!" "Fiuico!" (este último é uma onomatopéia de assobio).&lt;br /&gt;Mas quer saber de uma coisa? Não me arrependi. Foi a melhor transa que tive em todos os Carnavais da minha vida. Tô até pensando em sair de caveira neste Carnaval. Já ouvi falar que as meninhas adolescentes também gostam de levar um fêmur de caveira no meio do sacro-ilíaco no período em que ocorre essa festividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher é um bicho que gosta tanto do exótico que é capaz de aceitar umas espiroquetas pensando que é órgão sexual masculino. Ou será que isto é meramente falta de conhecimento acadêmico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ha! Ha! Ha! Ha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Guabyroba &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Imagens desse conto seram publicadas quando Guabyroba voltar, porque deu erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitem o conto!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-1427245453356374070?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/1427245453356374070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=1427245453356374070&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/1427245453356374070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/1427245453356374070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/02/especial-de-carnaval-o-macaco-e.html' title='ESPECIAL DE CARNAVAL - O MACACO E A COLOMBINA (Cômico)'/><author><name>Volúptas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01559899077671012994</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_rWoTkGFv9B4/R5jZXH90b5I/AAAAAAAAAAw/-_pi3n3LBlk/S220/cereja%255B1%255D.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-7322503449052090798</id><published>2008-01-31T15:46:00.002-03:00</published><updated>2008-04-07T20:20:19.153-04:00</updated><title type='text'>Boas vindas ao nosso novo membro - Guabyroba - (Aprensentação)</title><content type='html'>Bom pessoal, é com felicidade que nós, Nefertite, Apólo e Volúptas, aceitamos Guabyroba ao nosso blog. Espero que apreciem seus textos também. E antes dele viajar nos deixou uma carta de apresentação que postaremos para vocês e também dois contos que logo mais estará por aqui, até que ele mesmo possa postar. Saudemos ao Guabyroba como ele gosta:&lt;br /&gt;FODA-SE!!! rs&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R6IeFH90b9I/AAAAAAAAABc/1-OOEygtadk/s1600-h/5430.jpeg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161721196306526162" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R6IeFH90b9I/AAAAAAAAABc/1-OOEygtadk/s400/5430.jpeg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Carta de apresentação: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O meu nome é Sardemberg Guaby Guabyroba. Nasci na divisa de Minas Gerais com a Bahia e já no meu primeiro dia de vida tive um comportamento diferente dos demais bebezinhos que estavam nascendo na casa da parteira para onde minha mãe foi me cuspir para o mundo exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a dona colocou-me na vertical e começou a me balançar e a dar tapinhas nas minhas costas, imediatamente, comecei a cantar "Chega de saudade", música que deflagrou a Bossa Nova na época em que nasci. Claro que não sabia a letra, mas solfejei a música todinha num tom de lamento, como todo bebê chorão que se preze. Também, não era para menos, pois passei nove meses escutando minha mãe repetindo essa música na eletrola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos sessenta, ainda com sete anos de idade, comecei a me enfronhar no movimento jovem-guardista que despontou no meado daquela década. Gostava muito de Roberto Carlos, de Martinha e toda aquela rapaziada aparentemente alienada, mas que, paralelamente aos movimentos políticos, desenvolveram grandes obras musicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de setenta, com meus dezessete anos, pus o pé na estrada e comecei a cantar a mulher do próximo. Quando percebi que esse tipo de ritmo nos anos de chumbo era literalmente uma furada, resolvi baixar a crista e comer só mulher liberada. Claro que não era a mesma coisa, mas vagina é vagina e sempre dá um caldo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de oitenta, participei do movimento DIETAS JÁ, pois estava muito gordo de tanto comer besteira pelas ruas. Minha família já havia me dado um chega pra lá fazia tempo e o baseado era inevitável para eu poder segurar o rojão. Acabei formando uma trio caipira, batizado de Pá, Asterix e Guabyroba. Ganhamos algum trocado pelo interiorzão desse Brasil, mas aos poucos, até os caipiras perceberam que éramos uma farsa. O trio se desfez e nunca mais quis saber de compartilhar o meu talento com incompetente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de noventa, mudei-me para São Paulo, onde estou até hoje. Comecei a escrever para jornais e revistas. O problema é que eles não queriam publicar os meus escritos. Foi uma peleja. Por fim, depois que passei a dar uma gorjeta para eles, consegui ficar conhecido numa imprensa que aqui em São Paulo chamam gentilmente de "nanica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, hoje, caminho pelaí, como um ex-hippie introdutor do Movimento Browniano no Brasil. Eu sou o verdadeiro criador do gênero literário Cômico-Erótico (ou Erótico-Comecozinho, como queiram) e atualmente trabalho como analista ambiental no IBAMA (fiscal da natureza), cargo recentemente conquistado através de concurso público federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando saúdo a pessoa falando "foda-se", quero dizer que simpatizei com ela. Quando me calo, é porque quero que ela tome na olhota e rebole até se rasgar. Enfim, o mundo é uma grande sacanagem e nós somos partes inalienáveis dele até que a morte nos estupre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um foda-se do coração a todos que se interessaram pela minha história. Em breve, começarei a publicar os meus contos cômico-eróticos porraqui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Inté, &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Guabyroba&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-7322503449052090798?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/7322503449052090798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=7322503449052090798&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/7322503449052090798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/7322503449052090798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/01/boas-vindas-ao-nosso-novo-membro.html' title='Boas vindas ao nosso novo membro - Guabyroba - (Aprensentação)'/><author><name>Volúptas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01559899077671012994</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_rWoTkGFv9B4/R5jZXH90b5I/AAAAAAAAAAw/-_pi3n3LBlk/S220/cereja%255B1%255D.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R6IeFH90b9I/AAAAAAAAABc/1-OOEygtadk/s72-c/5430.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-4049168302822290950</id><published>2008-01-29T07:53:00.001-03:00</published><updated>2008-04-07T20:21:11.115-04:00</updated><title type='text'>Ataque decisivo (Hetero)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/R58HGH9WhhI/AAAAAAAAAA0/HhjmjnLIZW0/s1600-h/VOLEI1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160851499786864146" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/R58HGH9WhhI/AAAAAAAAAA0/HhjmjnLIZW0/s320/VOLEI1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era início das aulas. Valéria ainda acordava com preguiça lembrando de como tinha sido bom dormir até tarde e só se preocupar em veranear nas belas praias de sua cidade. Aquele novo ano prometia, ano de vestibular. Ia ter que se esforçar muito se quisesse passar pra Educação Física. Valéria jogava vôlei, e tinha paixão por esportes. Nesse ano ela não queria treinar, queria se dedicar apenas ao vestibular. Mas, a direção da escola insistiu, e pediu que ela treinasse dentro do possível, não deixasse de jogar pela escola. Porque ela era a melhor atacante do time. Naquele dia ela assistiu às aulas e foi treinar no final da tarde. No caminho da quadra ela lembrava da conversa que teve com a diretora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Valéria, eu sei que é ano de vestibular, mas a nossa escola tem o melhor time de vôlei, e devemos muito a você isso, além do mais estamos recebendo professor novo, ele vai precisar de alguém como você, que já tem experiência. Peço que continue, se notar que está lhe prejudicando você sai, não tem problema. Afinal, quero muito que você seja aprovada no vestibular e possa se tornar nossa próxima treinadora de vôlei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora não queria mesmo deixar de ganhar o titulo desse ano, seu objetivo era repetir as vitórias dos dois anos anteriores, e sabia que sem Valéria no ataque isso seria quase impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Tudo bem diretora, eu vou continuar treinando. Vou falar com o novo professor que posso ficar ajudando o time sim, mas na medida do possível, porque pretendo me dedicar mesmo ao vestibular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar na quadra ela da uma olhada geral e vê que às meninas já estavam lá, todas alegres, contando como havia sido as férias, e não havia nenhum sinal do professor. Uma das meninas se aproximava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi Valéria, como vai?&lt;br /&gt;- Estou bem Bruna, só que eu queria ainda estar de férias. Nem acredito que esse ano já tem que passar por vestibular. Mas, e aí? Cadê o novo professor? A diretora me falou tanto dele, dizendo que era um ótimo profissional, primeiro dia de treino e já se atrasa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruna olhava pra Valéria com cara de espanto. E ela só entendeu a cara da amiga quando chegou aos seus ouvidos uma voz que dizia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Engano seu Valéria, eu fui o primeiro a chegar. Mas, confesso que estava um pouco atrapalhado no vestiário, não achava a rede. Eu sou o Júlio. Como vai? Você é a Valéria, não é? Só estava esperando você pra começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela gaguejou um pouco, mas disse: Oi Professor, eu mesma. A diretora me pediu pra chegar mais cedo e ajudá-lo, mas minha aula só terminou agora, me desculpe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, tudo bem. Não tem problemas, já podemos começar então.&lt;br /&gt;Meninas, ao aquecimento!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valéria ainda meio sem jeito pelo que havia dito, começou a se aquecer junto com as meninas e olhava pra Júlio impressionada com o porte altivo dele, mas ao mesmo tempo gentil, e seguro de si. Bem diferente do antigo professor que sempre ficava perdido na hora de tomar decisões. Era a segunda escola que Júlio trabalhava, mas ela não lembrava de tê-lo visto no campeonato do ano passado, com certeza ainda estava iniciando a carreira de treinador.&lt;br /&gt;De repente, ela estava olhando e admirando o físico dele. Ele era alto, devia medir por volta de 1,90m, 27 anos, moreno de pele levemente bronzeada, corpo atlético. Dava pra notar pela camisa branca seu peito musculoso, ombros largos, ele vestia um short preto, de tecido leve que deixava notar suas coxas bem definidas, Valéria estava mesmo impressionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Júlio armava a rede e pensava também na sua nova aluna. Ela realmente chamava atenção frente às outras. Era a mais alta, 1,70m, corpo parecia ter sido modelado por algum artesão. Cheio de curvas suntuosas que ficavam evidentes naquele short colado, pernas grossas, bumbum arrebitado. O cabelo dela era castanho claro, e estavam amarrados no alto da cabeça, formando um grande rabo de cavalo. Os seios eram firmes, apontavam pra frente, dentro da regatinha que ela usava. Júlio balançou a cabeça e afastou esses pensamentos. Ele não podia ficar de olho grudado nela. Afinal, era sua aluna, nem pensar em nenhum tipo de envolvimento com alunas. Nem pensar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele dividiu as meninas e cada uma tomou sua posição na quadra. Iniciou o jogo. Dali em diante ele pôde notar porque a diretora havia falado tão bem de Valéria. Ela dominava a quadra, incentivava as outras meninas e jogava muito bem. Quase toda bola que passava por sua mão era convertida em ponto na quadra adversária. E assim foi durante todo o treino. Naquele dia Valéria, ajudou o professor a recolher o material e saiu apressada pra pegar carona com outra amiga pra casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caminho Bruna comentava eufórica:&lt;br /&gt;- Nossa Valéria, que professor gato é aquele hein?&lt;br /&gt;- É, ele é bonito mesmo.&lt;br /&gt;- Bonito? Bonito é pouco! Ele é um deus grego! Lindo demais! Vai me dizer que ele não faz seu tipo?&lt;br /&gt;E as duas riram.&lt;br /&gt;Naquela noite Valéria sonhou com o professor Júlio, ele realmente havia mexido muito com ela. Ela se revirou à noite inteira na cama, pensando em como seria passar uma noite com ele. E isso se tornou uma constante. Valéria sonhava sempre com Júlio, e durante os treinos tinha que se controlar pra que ele não percebesse suas intenções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por mais que Júlio se esforçasse, ele se sentia fortemente atraído por ela, e sem querer os dois sempre ficavam um tempo depois dos treinos conversando. Combinando novos jogos, falando sobre o desenvolvimento das meninas. Até que Júlio marcou um jogo com outra escola, convidou o outro time para jogar um amistoso antes do campeonato começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valéria se arrumara toda pra esse jogo, nesse dia ela resolveu colocar seu short mais colado que ficava levemente socado. E vestiu também uma calcinha bem pequena que ficava entrando em seu bumbum, deixando-o ainda mais saliente que o normal. Estava mesmo decidida a provocar Júlio. Aquela troca de olhares entre eles durante os treinos a havia despertado. Naquele dia Júlio se controlava, às vezes evitava olhar diretamente pro short dela, mas não conseguia. Ela estava linda demais, gostosa ao extremo naquele dia.&lt;br /&gt;Até que em determinado momento do jogo, ele precisou falar com ela. Pediu tempo ao juíz.&lt;br /&gt;Aproximou-se do ouvido dela e começou a explicar como queria a jogada seguinte. Valéria tentava se controlar pra que ele não notasse sua respiração mais ofegante que o normal. Mais ele estava cada vez mais perto. Passou a mão pela cintura dela, e falava baixinho no seu ouvido como ele queria que ela jogasse. Encostou rapidamente seu rosto no dela, e pôde sentir o quanto à pele dela estava quente. O perfume dos cabelos dela o inebriava. Ele já estava começando a ficar excitado com aquela proximidade, até que acabou o tempo e ela saiu pra continuar o jogo.&lt;br /&gt;Havia no time adversário outra jogadora que provocava Valéria, e ela ficava ainda mais brava a cada minuto que passava, jogava forte, entrava de cabeça no jogo e executava com precisão cada jogada que Júlio havia pedido. Até que Valéria fez o último ponto. Fim de jogo. E sem pensar muito ela correu em direção a Júlio e o abraçou forte. Ele correspondeu ao abraço, sentindo o corpo quente de Valéria colando no seu. Aquele abraço pareceu demorar mais que o normal. Os dois respiravam ofegantes sentindo seus corpos colados. Até que ela se afasta e diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Ganhamos Júlio!&lt;br /&gt;Ela sorria radiante.&lt;br /&gt;-Eu vi mocinha, ganhamos sim. Você foi perfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele adorou ouvi-la chamando assim pelo nome, e não por professor, como ela sempre chamara até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Júlio levou todo o time de volta à escola, a fim de guardar o equipamento que eles haviam levado para o amistoso. Lá, a agitação ainda era grande pela vitória obtida. Algumas garotas já se preparavam para ir pra casa e ofereciam carona as que não tinham como ir. Valéria estava com um ar de mistério e não estava nenhum pouco a fim de ir pra casa naquele momento, ela preparava coisa muito melhor para aquela noite, e Júlio estava nos seus planos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruna, sua melhor amiga, insistia em levá-la pra casa.&lt;br /&gt;– Vamos Valéria, amanhã temos aula cedo, e precisamos estudar pra aquela prova, lembra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valéria disse que precisava ficar mais um pouco pra poder ajudar o professor a arrumar o material, e organizar os jogos que fariam próxima semana. Desculpou-se dizendo que ligaria pra sua mãe buscá-la.&lt;br /&gt;As meninas não estranharam, por que Valéria sempre foi dedicada e fazia tudo por aquele time.&lt;br /&gt;Os olhos de Júlio encheram-se com um brilho de que seus desejos seriam saciados e já ficou excitado com os pensamentos do que poderia estar pra vir a acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles desciam por uma escada até o subsolo da quadra de esportes da escola, onde ficava o depósito e o vestiário, entre risadas e elogios. O desejo era evidente entre eles e isso estava ficando excitante demais. Júlio aproxima-se dela para retirar uma caixa que atrapalhava sua passagem. Quando então, eles se tocaram, e tudo que havia em seus mais íntimos pensamentos veio à tona como uma explosão de desejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus corpos se entrelaçavam como serpentes, respirações ofegantes, acelerando o compasso das batidas dos corações. Júlio beijava-a com sofreguidão. No tesão do beijo ele já estava totalmente excitado. Ela despertava tudo o que ele queria de uma mulher.&lt;br /&gt;Júlio a coloca em cima de uma bancada e vai beijando sua barriguinha, passando a língua pelo umbigo onde havia um delicado piercing. Ele vai subindo mais, dando leves sugadinhas naquele corpo escultural. Ela entrelaça suas pernas torneadas na cintura dele e o puxa pra mais perto com avidez. Passa sua lingüinha quente pela orelha de Júlio, sussurrando o quanto ele era gostoso, dando também gemidos que fez com ele acelerasse nos movimentos, sugando seus bicos rijos, dando mordidas libertinas. Júlio tira o shortinho de Valéria e verifica a calcinha vermelha pequena que marcava seu bumbum e que o deixou louco desde que a viu.&lt;br /&gt;Ele explora aquela bucetinha já molhada de tanta excitação e alterna movimentos de sugadas e mordidas. Subindo e descendo se lambuzando naquele melzinho dos deuses. Ela dá gritos de êxtase, fazendo eco, deixando-o mais excitado e sente o melzinho do gozo dela escorrer na sua boca, e ele suga tudo com gosto. Júlio então começa a passar seu pau duro pela bucetinha dela fazendo movimentos circulares, até que de uma só vez socou forte. E foi metendo, bombando forte, e segurando firme aquela bundinha enquanto ela gemia...Valéria sentiu suas pernas tremerem, Júlio bombava com toda aquela virilidade e força, dava sugadinhas no pescoço dela, lambendo, deixando ela mais perto do paraíso. Ela pedia mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai Júlio, forte, eu quero forte... Gostoso...Ahhhhhhhh&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gostosa... Você é gostosa demais, me provocou muito, agora vai ter que agüentar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois estavam completamente ensandecidos. Valéria emitia grunhidos de prazer a cada estocada forte de Júlio, mordia os ombros e o braço dele, tamanha era a excitação que a tomava. Júlio ia cada vez mais forte, sentindo aquela bucetinha quente contraindo seu pau. Ele puxa uma cadeira que havia perto da bancada, e se senta ainda encaixado nela, e Valéria começa a cavalgar enlouquecidamente. Ela sempre sonhara em ficar pulando naquele pau gostoso, e agora era sua vez. Valéria rebolava e sussurrava palavras desconexas no ouvido de Júlio, ele a puxava pelos quadris, fazendo com que ela o sentisse mais forte. Ela mexia muito, fazia movimentos circulares e quicava louca em cima dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai minha putinha, cavalga no meu cacete, que tesão louco... Não pára minha vadia gostosa...&lt;br /&gt;Júlio sugava os biquinhos dela, alternadamente, enquanto ela cavalgava cada vez mais rápido. Isso a excitava completamente.&lt;br /&gt;- Ahhh... Num cacete gostoso desse eu não paro mais!!&lt;br /&gt;- Você adora pular num cacete, né?&lt;br /&gt;- Adoro sim, muito.&lt;br /&gt;- É? Mas eu vou acabar sua brincadeira sua safada. Quero ver você agüentar agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se levanta e desencaixa de Valéria, e num movimento brusco a vira de costas pra ele, colocando-a novamente apoiada na bancada. Valéria espalma as mãos em cima da bancada e se segura, empinando sua bundinha.&lt;br /&gt;- Que visão linda que eu tenho de você aqui.&lt;br /&gt;- Vem me comer gostoso vem...&lt;br /&gt;Ela dizia isso e olhava por cima do ombro com cara de safada, mordendo os lábios de tanto tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele lambuza o pau no melzinho em sua bucetinha e começa lambuzar em volta do cuzinho dela, ela rebola gostoso deixando-o cada vez mais louco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que você quer? Hein minha cadelinha?&lt;br /&gt;- Quero que você coma meu rabinho, professor.&lt;br /&gt;- Quer que seu professor coma seu rabinho, é safada?&lt;br /&gt;- Quero sim, quero muito, vem meu cachorro, sua putinha ta louca...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Júlio penetra nela de vez, e bomba como louco, naquela bundinha apertada. Valéria sentia forte suas estocadas, e segurava firme na bancada. Ele a segurava pelos cabelos, puxava-a ainda mais pra ele. Valéria acompanhava o ritmo e mexia mais. Até que a respiração de Júlio fica mais acelerada, dando sinais que seu gozo se aproxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou gozar...&lt;br /&gt;- Goza meu lindo, goza na sua cadelinha, goza bem gostoso... Quero sentir você quentinho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Júlio goza alucinadamente dentro dela, e ela sente seus jatinhos quentes lhe invadirem. Ele cai por cima de suas costas, ainda se movimentando devagarzinho dentro dela, foi parando aos poucos, dando beijinhos em suas costas, e em sua nuca. E os dois ficaram em silêncio, sentindo apenas como tinha sido gostoso aquele momento de prazer entre os dois.&lt;br /&gt;Até que ele diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mocinha, melhor nos apressarmos, sua mãe deve estar preocupada.&lt;br /&gt;- Tem razão professor, mas é meio difícil me movimentar com um homem do seu tamanho. Dá pra sair de cima de mim?&lt;br /&gt;- Hummm... Muito atrevida você, viu? É assim que se fala com seu treinador?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela ria, e ele se levantava de cima dela sorrindo também. Valéria ficou de frente pra ele e os dois se beijaram novamente, agora um beijo sem pressa... As línguas se enroscavam cada vez mais, um buscando o gosto do outro. E os dois se entregavam naquele beijo demorado e num abraço caloroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Melhor a gente ir Valéria, senão eu começo tudo de novo, e vamos terminar trancados nesse vestiário.&lt;br /&gt;- Ah, a idéia era essa... Como você é chato, já descobriu!&lt;br /&gt;- Não espertinha, não vamos dormir aqui essa noite. Mas, vamos ter muito tempo pra ficar juntos, e ainda temos um campeonato inteiro pela frente. Esqueceu?&lt;br /&gt;- Esqueci não, lembra que eu jogo no ataque?&lt;br /&gt;- Ah sei, e por isso me atacou?&lt;br /&gt;- Isso mesmo, adivinhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois sorriram alto, e se vestiram. Saíram do vestiário e ele a acompanhou até a saída. Esperou a mãe dela chegar. Despediu-se de Júlio e entrou no carro. A mãe dela acenava pra Júlio e ele correspondia com outro aceno. Depois disso seguiu em direção ao seu carro e encontrou um bilhete no seu limpador de pára-brisa. Quando abriu dizia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Até amanhã professor, sonhe com sua melhor jogadora, beijos, Valéria”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele riu, lembrando do jeito maroto de Valéria, ela tinha pensado em tudo. Guardou o bilhete no bolso, e seguiu pra casa. Sentia-se cansado, precisava de uma boa noite de sono, e naquela noite ele dormiu como um anjo, sonhando com sua jogadora mais atrevida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nefertite.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Colaboradores: Diana, Apólo e Volúptas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-4049168302822290950?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/4049168302822290950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=4049168302822290950&amp;isPopup=true' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/4049168302822290950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/4049168302822290950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/01/ataque-decisivo.html' title='Ataque decisivo (Hetero)'/><author><name>Nefertite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16027442997927825072</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_AjMttsu1wB8/R5h4NX9WheI/AAAAAAAAAAU/oaC9AeTKceI/S220/mulher%2Bsensual.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/R58HGH9WhhI/AAAAAAAAAA0/HhjmjnLIZW0/s72-c/VOLEI1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-1745783195985206938</id><published>2008-01-27T09:01:00.001-03:00</published><updated>2008-04-07T20:22:06.131-04:00</updated><title type='text'>Inconveniente agradável (Hetero)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R5x4EH90b8I/AAAAAAAAABU/aR43wMt_6wg/s1600-h/massagem_californiana.jpeg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160131285312892866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R5x4EH90b8I/AAAAAAAAABU/aR43wMt_6wg/s320/massagem_californiana.jpeg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como toda semana Marcos tinha o costume de ir sempre a mesma clínica para poder fazer uma vez por mês sua massagem relaxante. Seu trabalho com a bolsa de valores o estressava muito e há tempos a única coisa que o relaxava eram essas sessões.&lt;br /&gt;Ao final de toda sexta-feira animava-se muito com isso.&lt;br /&gt;Saia do seu trabalho exausto, passava em casa rapidamente, tomava um banho e ia para a clinica. Sempre fazia massagens com uma amiga, já tinha um ano, mas ao chegar dessa vez se surpreendeu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Mas como ela saiu? E agora? E os clientes dela? E ninguém me ligou pra avisar?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marcos era alto, forte. Seu corpo todo bem definido devido às horas diárias de corridas solitárias pelas ruas à noite. Pele dourada de sol, cabelos curtos e bem pretos. Olhos grandes marcantes. Braços fortes e bem moldados o que muitas das vezes era motivo de cochicho para suas colegas de trabalho. Mas ultimamente estava muito só. Desde que começou a trabalhar com a bolsa de valores quase não tinha tempo para nada e quase nunca podia estar com alguém. Ora pelo trabalho e outras pelas preocupações dele. E estava ali enérgico por não poder desfrutar dos seus momentos raros de lazer e descanso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Calma senhor. Não ligamos porque a substituímos por uma outra massagista. Uma ótima massagista. Temos boa referência dela de outras clínicas importantes e respeitáveis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais nervoso ainda Marcos agitava-se incomodado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Mas Clarice era ótima. Fazia muito bem as massagens. Agora vocês me vêm com uma inexperiente. Que não deve ter condições nenhuma de substituí-la. Pago uma nota aqui pra que?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E uma voz de uma bela morena surge por trás. Olhos vibrantes e sorriso insinuador. Usava uma saia de cor azul que era um pouco acima dos joelhos, mas que dava para perceber suas coxas firmes e bem delineadas. Suas mãos medianas com unhas grandes e bem feitas. Seus seios eram grandes e enchiam sua blusa que mesmo sem ter decote insinuava suas curvas redondinhas dando maior destaque por ser de cor branca.&lt;br /&gt;Estava em um salto agulha de cor preta. Pés pequenos com suas unhas feitinhas. Curvava pelo salto o que moldava aquele pequeno pé a uma elegância sensual.&lt;br /&gt;Marcos estava todo esporte. Camiseta regata branca, short preto e um tênis também da cor preta. E atônito com a extrema sensualidade e beleza dessa desconhecida.&lt;br /&gt;E com um tom firme e ao mesmo tempo hipnotizador estendia a mão para Marcos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Prazer Senhor, me chamo Natalia. Sou a nova massagista a que se refere.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marcos sem jeito, levanta a mão aos cabelos passando os dedos entre eles. Olhar fixo e&lt;br /&gt;expressão de incredulidade permanece calado, mas rapidamente estende a mão para&lt;br /&gt;cumprimentá-la.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Bom senhor, eu sei que é acostumado com a antiga massagista, mas irei esforçar-me para atendê-lo da melhor forma possível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda aturdido com enorme sensualidade, balança a cabeça como acordando de um sonho. E volta a ela falando enfim algo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- É... Bom. Prazer Srta. Natalia. Sou o Marcos e espero mesmo que faça por onde merecer o lugar da Clarice.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sério, ele apenas fixava o olhar nos olhos dela. Arqueando a sobrancelha como se ainda permanecesse com raiva. Mas por dentro estava embasbacado, com tamanha firmeza e sensualidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda segura, responde soltando a mão da dele:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Sim, me esforçarei pra isso. Agora licença, antes de atender o senhor tenho uma cliente. O senhor chegou bastante cedo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela se retirou entrando pelo corredor que levavam às salas. Ele ansioso olhou seu relógio e viu que realmente tinha chegado uma hora antes de sua sessão. Suspirou, olhou ao redor da sala de recepção e se sentou pegando uma revista qualquer começando a folhear. Mas sua mente não conseguia se concentrar na revista. A imagem daquela bela morena o perturbava e muito. Suas curvas, seu jeito seguro e petulante. Sua voz macia e ao mesmo tempo irônica.&lt;br /&gt;E aquele perfume, nossa, que perfume envolvente. Aguçava seus sentidos como se o chacoalhassem para acordar um vulcão. E como relâmpagos, apareciam imagens aleatórias. Mentalizando como seria ela totalmente nua, de joelhos enquanto ele se encaixa naquele bumbum grande. Conseguia ouvir até seus gemidos, sua incompostura diante ao imenso tesão que os inebriava. A insanidade da força com que faziam os movimentos e deixavam de ter qualquer tipo de civilidade, mas só e extremamente um instinto selvagem de animais se devorando. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marcos começava a suar inquieto com seus pensamentos voluptuosos. E tentava fugir dos pensamentos, não queria entrar na sala de massagem excitado. O que explicaria? Como ficaria? Esforçava-se a conter sua euforia. Mas quanto mais o tempo passava, mais enlouquecido ficava com o que imaginava sobre sua futura massagista sensual. Quando acorda de seus devaneios com uma senhora saindo da sala de massagem conversando animadamente com Natalia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- A Senhora tem que fazer no mínimo duas vezes na semana massagem. Porque fica tensa demais e isso afeta bastante sua coluna na cervical.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Está bem Natalia, vou marcar mais uma sessão durante a semana. Estou me sentindo nova. Suas mãos são maravilhosas. É melhor que a Clarice. Parabéns.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Obrigada e volte sempre. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltando-se a Marcos, Natalia apenas sorri e faz sinal para entrar na sala de massagem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O Senhor pode tirar sua roupa ali e ficar de sunga. Deite nessa maca de bruços.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Franzindo a testa ele diz:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Eu prefiro que comece pela frente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Por favor senhor, faça o que te pedi. De acordo com a sua ficha o senhor é muito tenso e para ter maior efeito tem que fazer do modo que eu acho que irá cooperar mais no seu relaxamento muscular. Então, por favor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela se vira à mesa separando os óleos e cremes que irá utilizar em Marcos. Enquanto luta contra seus próprios pensamentos. Como posso desejar um estranho? Nunca senti atração tão forte por alguém que mal conversei. E ainda mais um arrogante como esse. Mas essas panturrilhas grossas, esses ombros largos e braços volumosos, me dão calafrios. Seu olhar parece me arrancar à roupa. Preciso me controlar. Se não, como vou fazer massagem nesse homem deslumbrante?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Pronto, já estou pronto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela o olha e vê um moreno dourado, alto apenas de sunga e de costas. Arrepia-se de cima a baixo.&lt;br /&gt;Mas se controla e começa a espalhar óleo pelas costas e braços. E antes mesmo de tocá-lo, sente seu calor. Esfrega suas mãos para esquentá-las e então começa a massageá-lo. Aperta-lhe os ombros fortes, sente-o tenso. Concentra-se em desfazer aquele nó de tensão. Apertando e massageando em sentido circular. Tocando e empurrando-o com as pontas dos dedos firmes.&lt;br /&gt;Enquanto o óleo ajuda suas mãos macias a deslizarem para as costas. Pressiona com seus dedões ao centro de suas costas e depois com movimento horário retoma aos círculos enquanto seus dedos seguram firmando seu eixo. Espalmava suas mãos nas costas largas percorrendo as costas toda, com fortes movimentos intercalados com movimentos leves, apenas alisando as costas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marcos tentava se controlar a cada toque das mãos atrevidas de Natalia. Mas era quase impossível não suspirar a cada toque. Ou mesmo gemer quando apertava em alguns pontos. Forçava a normalidade de sua respiração, mas cada vez que passava o tempo involuntariamente sua respiração acelerava.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Natalia continua percorrendo o corpo de seu cliente. Apertava-lhes os braços fortes, com as pontas dos dedos, depois enchia-lhe a mão pressionando enquanto seus pensamentos deliravam por tocá-lo daquela forma, senti-o inteiro. Voltou às costas e desceu até antes do bumbum e enlouquecida começava a suar, o olhava e enchia-se de desejo. No entanto não poderia deixar que percebesse o quanto estava fora de si. Desceu suas mãos as coxas grossas dele, passava mais óleo com essência de almíscar. E apertava-lhe fazendo movimentos com as pontas dos dedos de baixo pra cima. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fechava as mãos e dava murros com média intensidade, voltava a pressionar os dedões descendo. Fazia o mesmo em sua panturrilha e pés. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Vire-se. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E Marcos preocupado em como seguraria a onda agora virado para ela. Mas num só giro estava como ela havia pedido. Espalhou o óleo com a mão pelo corpo todo. Entretanto, ela apertou as têmporas dele forte, antes de começar realmente. Descendo levemente a mão pelo rosto dele, sentindo sua barba rala e começou a sentir-se molhadinha, com aquela sensação. Enquanto Marcos a olhava sedento, fixo em seu rosto e ele pôde então perceber o seu desejo. Porém fingia não perceber.&lt;br /&gt;Ela deslizava suas mãos no peito dele que tinha poucos cabelos, apenas desenhando o peito.&lt;br /&gt;E em sua barriga, o caminho da perdição. Ela apertava, subia e descia, olhando nos olhos dele com os lábios úmidos. Segurava-lhe e descia escorregando com as mãos. E começava a arranhar-lhe devagarzinho do peito a barriga e aquilo era a menção fatal para ele ficar muito excitado e deixar sua sunga apertada. Ele discretamente começou a levantar sua mão devagar sem que ela percebesse.&lt;br /&gt;E começou a tocar em suas coxas, subindo por debaixo da saia. Sentindo cada pedacinho daquela coxa gostosa. Ela ao perceber segurou forte a mão dele e olhando-o séria disse:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Por hoje está bom.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então ele se levantou e foi ao chuveiro do banheiro da sala. Onde só era permitido tomar banho de sunga, já que não tinha porta. Natalia suspira e consegue por fim controlar sua respiração.&lt;br /&gt;Mas logo ouve:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Por favor, traga o sabonete que eu esqueci de pegar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela se compõe, pega o sabonete e a toalha para levar a ele. Aproxima-se da porta e vira.&lt;br /&gt;E quando ela o vê, o encontra sem sunga, excitado passando a mão no peito enquanto a água escorre pelo seu corpo. Natalia se esforça para brigar e sair, mas seu tesão é incontrolável.&lt;br /&gt;E devagar se aproxima dele, como se estivesse hipnotizada. Ele estende a mão e a puxa pela cintura colando-a em seu corpo debaixo do chuveiro, molhando-os, e lhe dá um beijo quente, cheio de volúpia, sôfrego. As mãos dela sobem arranhando levemente o peito e solta um gemido baixo enquanto o beija. Línguas inquietas se entrelaçando cheios de perversão. Quando Marcos se afasta e a vê com a blusa branca transparente e seus bicos rijos marrons destacados. Sem pensar muito ele mordisca por cima da blusa e ela geme mais alto, arranca-lhe a blusa, desce beijando por sua barriguinha, descendo ao umbigo, lambendo com a ponta da língua, contornando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ergue-se e a beija novamente, descendo com sua mão entre suas pernas, subindo por debaixo da saia. Ofegantes eles se enroscam mais. Marcos a encosta no cantinho da parede e continua a subir a mão, até sentir sua calcinha ensopada. Aperta segurando-&lt;br /&gt;a por cima da calcinha, forte, enchendo a mão. Enquanto a beijava com mais desejo. Colocava a mão dentro de sua calcinha e acariciava sua bucetinha molhada. Com os dedos, passava em seus pentelhos, descia mais, a sentindo de cima a baixo e de baixo a cima, enquanto automaticamente ela abria mais suas pernas. Segurou a cintura de Natalia a puxando mais de contra o corpo. E tirou sua saia. Cheio de tesão, não parava de beijá-la, mas ao mesmo tempo se esfregava no corpo dela, pincelando sua bucetinha com seu membro duro, pulsando.&lt;br /&gt;As mãos dela nas costas dele o arranhavam forte. E ele a segurava agora pelo bumbum, apertando e passando o dedo em volta de seu cuzinho. Ela gemia louca em seus braços. E ele enlouquecia também passando a cabecinha do seu pau no caminho que os pentelhos dela marcavam apenas o meio de sua xaninha. E de uma vez, meteu dois dedos em seu cuzinho, ela gritou de prazer. Não se contendo mais ela sussurrou ao pé do ouvido:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Mete gostoso, mete. Não agüento mais. Mete safado!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Uhmmmmm, o que a minha putinha quer?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Que meta esse pau todinho dentro de mim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele gemia só em ouvir ela falando sacanagem ao seu ouvido, ofegante, entre gemidos. Sem demorar mais, meteu seu pau todo dentro daquela buceta apertadinha. Bombando louco, sem parar. Marcos, chupava incansavelmente os seios dela. Lambia, mordiscava, apertava vezes com os lábios e puxava. Voltava ao ouvido dela e continuava ofegante, metendo no seu rabinho e na sua bucetinha, sem parar, louco pra jorrar sua porra dentro dela, no entanto antes que ele pudesse, ela goza e se contorce toda, contraindo sua bucetinha, prendendo o membro de Marcos. Ele vibrava mais, mas a virou, abraçou-a por trás e meteu forte, bombava louco. E ela segurava-lhe em uma das mãos por trás da nuca dele e a outra mão puxando a mão de Marcos para sua bucetinha. Ele aproveitava para meter forte em seu rabinho enquanto dava tapinhas e apertava sua xaninha. Gemendo sem parar. Passava-lhe o rosto com a barba rala pelo pescoço, arranhando e chupando. Até que explode sua porra quente que escorria entre as pernas dela, a vira novamente a abraçando. Ela o enlaça pelo pescoço e se beijam. São interrompidos por batidas na porta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Natalia, o próximo cliente já está aqui. Não demore. A sessão já acabou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rapidamente os dois se vestem sem trocar nenhuma palavra. E saiam da sala de massagem.&lt;br /&gt;O recepcionista avista a massagista e assustado pergunta:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Mas o que aconteceu que esta toda molhada?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O chuveiro caiu e o Sr. Marcos me ajudou a arrumar. Mas já esta tudo certo. Irei trocar de roupa, enquanto isso prepare o próximo cliente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela volta-se a Marcos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Volte sempre sr. espero ter atingido suas expectativas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E Marcos não fala nada, apenas balança a cabeça e sorri. E sai totalmente refeito como nunca tinha saído antes de uma massagem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Volúptas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Colaboradores: Nefertite e Apólo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-1745783195985206938?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/1745783195985206938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=1745783195985206938&amp;isPopup=true' title='31 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/1745783195985206938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/1745783195985206938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/01/inconvniente-agradvel.html' title='Inconveniente agradável (Hetero)'/><author><name>Volúptas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01559899077671012994</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_rWoTkGFv9B4/R5jZXH90b5I/AAAAAAAAAAw/-_pi3n3LBlk/S220/cereja%255B1%255D.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R5x4EH90b8I/AAAAAAAAABU/aR43wMt_6wg/s72-c/massagem_californiana.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>31</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-5158124916362257851</id><published>2008-01-24T08:26:00.001-03:00</published><updated>2008-04-07T20:22:31.563-04:00</updated><title type='text'>A Executiva e o Mecânico (Hetero)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/R5iCQX9WhgI/AAAAAAAAAAg/cSObTrZdEVI/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159016590973765122" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/R5iCQX9WhgI/AAAAAAAAAAg/cSObTrZdEVI/s320/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bruna acorda cedo e se veste pra ir ao trabalho, coloca aquele seu taieur preto com uma blusa fina vermelha por dentro. Estava preocupada com o carro, pensando como ia fazer pra levá-lo à oficina, mesmo estando tão atarefada na empresa. Resolveu deixar pra hora do almoço, no caminho ia pensando no restante dos seus compromissos, lembrou da risadinha que ouviu da amiga no telefone quando ela indicava essa oficina. E sorriu também pensando no quanto ela era espirituosa, porque não via nada de engraçado naquele lugar tão animalesco...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Logo que chega lá, ela estaciona no galpão, desce do carro e se aproxima Alex. Ele não é tão alto, mas é forte, tem os músculos torneados pelo trabalho, usa um macacão entreaberto e exibe uma bela tattoo no tríceps, ela fica louquinha...&lt;br /&gt;Alex se debruça no motor pra checar o problema, olhando com cuidado, segurando uma chave de fenda, ela se excita mais ainda. Ele a essa altura já percebeu e também fica cheio de tesão imaginado que pode traçá-la ali mesmo. Olha com desejo pras coxas dela, pensando no que havia por baixo daquela saia tão convidativa. Ela era estupenda! Pernas desenhadas a pincel. Cinturinha fina e quadril largo. Pele morena, cabelos loiros lisos que estava preso num coque, bem formal. Seios exuberantes que deixava volumosa aquela blusa fina. O que o deixava mais louco, quase incontrolável. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ela observa o trabalho dele atenta, quando Alex passa lentamente por trás dela pra pegar uma chave de fenda, em uma caixa de ferramentas que estava bem próximo de Bruna. E passa seu pau já cheio de excitação pela bundinha dela...Bruna percebe e corresponde ao seu “chamado” empinando-se levemente. Ele encoxa mais, e a empurra contra a porta do carro roçando seu pau cheio de tesão por ela. Bruna se apóia no carro e fecha os olhos, passa a mão por trás e aperta seu pau. Ele da um gemido que a deixa louca. Outros funcionários circulam pela oficina e então Alex a puxa para o quartinho dos fundos...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Lá ele já muito ofegante começa a fazer carícias naquela morena gostosa, abaixando sua calcinha com seus dentes, fazendo um oral que a deixa sem ar, entrando com sua língua quente e sedenta, chupando forte, e pressionando seu grelinho com seu dedão. Ela tem que se conter para que os outros não escutem seus gemidos. Mas, não consegue e dá um gemido quase que infernal, ele fica louco... Fica de pé e mete gostoso naquela gostosinha lambuzada de melzinho e ela se segura como pode naquele quartinho apertado e cheio de ferramentas. Ele a conduz até uma mesa que fica no canto cheia de ferramentas, empurra algumas pra dar espaço pra ela, e continua a bombar forte. Ela entrelaça as pernas na cintura dele, e geme forte no seu ouvido. Metendo a língua na orelha dele e pelo pescoço, sentindo o gosto do suor dele, e o cheiro de graxa do seu macacão. Acaricia aquele peito forte e naturalmente liso, arranha seus braços, olhando pra tattoo dele. Ele vai ao êxtase, gozando forte dentro dela, urrando como um animal. Mas ela não se sacia e faz nele como ninguém havia feito antes. Chupa gostoso aquele membro de grandes proporções. Fazendo movimentos circulares e engolindo com todo gosto que aquele homem brutal a despertava... Bruna o sente novamente rijo em sua boca, latejando em sua língua, sobe e desce naquele pau com muita vontade. Até que Alex vira Bruna de costas e não alivia na sua vontade de possuí-la por trás...Mete forte, sem prepará-la, e ela sente uma dorzinha quase insuportável porque daquele tamanho ela nunca tinha experimentado, morde forte os lábios, se apóia na mesa, e se empina mais. A dorzinha começa a passar e dar lugar a uma forte sensação de prazer. Bruna começa a rebolar, conforme o ritmo que ele bomba dentro dela. Alex entra mais louco ainda, afasta os cabelos dela, pra poder puxá-la pelo ombro. Ela se sente como uma cadela, sendo possuída por um cachorro faminto cheio de força. Até que no clímax daquele delírio, ela escorre seu melzinho por suas coxas e ele atinge novamente o máximo do seu prazer. Cai por cima dela sobre a mesa. Depois vira ela de frente e suga todo o mel de suas coxas, ela delira, sentindo a língua dele tão perto da sua bucetinha, sente novamente vontade de ser possuída. Ele levanta e fecha o macacão sorrindo, com cara de malvado acaba a brincadeira. Ela sorri e entende aquilo como um convite pra que ela retorne àquela oficina. Bruna ajeita sua roupa, prende novamente seus cabelos. E sai atrás dele conversando sobre o pagamento do serviço do seu carro e combinando o dia da entrega. Os outros mecânicos a olhavam com desejo e faziam alguns sinais pra Alex. Ela ficou um pouco ruborizada pensando se tinha sido ouvida e lembrando como ela tinha gemido alto. Mas continuou andando a passos firmes, em cima do seu salto, e chamou um táxi pelo celular que chegou em poucos minutos. Enquanto ela terminava de acertar os últimos detalhes do serviço com Alex. Ele a acompanhou até o táxi e disse que aguardaria seu retorno no dia marcado. Ela concordou e pediu como sem falta que o serviço fosse mesmo feito no prazo combinado, ele deu uma piscadinha e ela entrou no táxi.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando abriu sua bolsa notou que havia uma mensagem no seu celular. Abriu a mensagem, era da sua amiga: “Gostou mesmo da oficina em? Ligo pro seu trabalho e nada de você! Já acabou o horário de almoço, viu? Ah, sabia que você ia adorar! Risos.”&lt;br /&gt;Olhou pro relógio e se assustou, quando viu o quanto estava atrasada pediu ao motorista que fosse mais rápido.&lt;br /&gt;Encostou-se novamente no banco, e sorriu. Agora ela entendia a risadinha sacana da amiga enquanto indicava aquela oficina...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aurtora: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nefertite.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Colaboradores: Diana, Volúptas e Apólo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-5158124916362257851?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/5158124916362257851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=5158124916362257851&amp;isPopup=true' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/5158124916362257851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/5158124916362257851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/01/executiva-e-o-mecnico_24.html' title='A Executiva e o Mecânico (Hetero)'/><author><name>Nefertite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16027442997927825072</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_AjMttsu1wB8/R5h4NX9WheI/AAAAAAAAAAU/oaC9AeTKceI/S220/mulher%2Bsensual.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AjMttsu1wB8/R5iCQX9WhgI/AAAAAAAAAAg/cSObTrZdEVI/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8747055948018185162.post-3102848334516879742</id><published>2008-01-23T07:25:00.000-03:00</published><updated>2008-01-23T07:41:37.584-03:00</updated><title type='text'>Volúptas - Origem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R5cZkn90b2I/AAAAAAAAAAc/lY56glIJj7c/s1600-h/amorepsiche.jpeg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158620015170449250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R5cZkn90b2I/AAAAAAAAAAc/lY56glIJj7c/s320/amorepsiche.jpeg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Antigamente, vivia na Grécia um rei que tinha três filhas. Psiquê, a mais nova de todas, era de rara formosura. Quando passava pelas ruas, todos a cobriam de flores. Chegada a ocasião de se casar, o rei recebeu um misterioso aviso: que a levasse para uma montanha selvagem e a deixasse lá.&lt;br /&gt;"Oh!", pensou o povo. "A nossa querida Psiquê vai ser sacrificada!"&lt;br /&gt;E assim era, com efeito. O povo tinha dito que Psiquê era mais formosa que a própria Afrodite, e esta, que era a deusa da beleza, quando isto ouvia, ficava irritadíssima. Tinha Afrodite um filho chamado Eros, e ordenou-lhe que casasse Psiquê com o homem mais feio da Terra.&lt;br /&gt;Então, quando Psiquê foi conduzida para a montanha, soprou um vento mágico que a levou para um palácio onde a donzela ficou aos cuidados de seres invisíveis que tocavam músicas encantadoras e lhe serviam deliciosos manjares.&lt;br /&gt;Em meio da obscuridade da noite, alguém foi dizer palavras ternas ao ouvido de Psiquê e ela ficou tão encantada que consentiu logo em ser esposa daquele que assim lhe falava. Então ele disse:&lt;br /&gt;- "Psiquê, podes viver como mais te agradar neste palácio que construí para ti. Só uma condição te imponho: que não queiras ver o meu rosto."&lt;br /&gt;O esposo de Psiquê era muito terno e amável para com ela, mas como só lhe aparecia de noite, a jovem sentia-se de dia muito só.&lt;br /&gt;Aguardava, ansiosa, o momento em que o sol desaparecia, pois, verdadeiramente, só a partir desse instante é que começava a sua felicidade.&lt;br /&gt;Certa ocasião, um vento mágico levou-lhe lá as irmãs. Esta visita causou-lhe grande desgosto, pois disseram-lhe que, por ordem de Afrodite, Eros a tinha casado com um monstro. E acrescentaram:&lt;br /&gt;- "Por isto é que ele não quer que lhe vejas o rosto."&lt;br /&gt;Ela deixou-se dominar pelas insinuações das irmãs.&lt;br /&gt;Na noite seguinte, Psiquê acendeu uma lamparina e enquanto o companheiro dormia, foi ver-lhe o rosto. Qual não foi a sua surpresa ao se deparar com o mais belo semblante que já contemplara em toda a vida? Pois que seu esposo não era ninguém mais, ninguém menos que o próprio Eros, deus do amor. Na sua alegria, levantou ela tão alto a lamparina que deixou cair uma gota de azeite quente que o despertou.&lt;br /&gt;- "Ah, Psiquê!", exclamou. "Temos que nos separar. Agora saberá minha mãe que eu me apaixonei por ti e me casei contigo, em vez de te casar com um monstro. Adeus!"&lt;br /&gt;E, espalmando as asas, voou e fugiu, deixando a pobre esposa inconsolável. Mas, na manhã seguinte, Psiquê dispôs-se, com grande coragem, a seguí-lo e, depois de ter vagueado tristemente pelo mundo, chegou ao palácio de Afrodite, onde se deixou ficar como criada, com a esperança de ver Eros. Mas Afrodite, mais zangada do que nunca, empregou-a nos trabalhos mais perigosos, para que neles encontrasse a morte.&lt;br /&gt;No entanto, Psiquê era sempre tão boa e vivia tão só que todos se puseram a seu lado e a ajudavam como podiam. E ela ia dando conta de todas as incumbências que recebia. Afrodite, então, tramou um plano contra ela.&lt;br /&gt;- "Toma este estojo de ouro", disse ela, "leva-o à rainha dos mortos e pede-lhe que encha com o ungüento mágico da beleza."Era, positivamente, a sua condenação à morte.&lt;br /&gt;Psiquê sabia que ninguém voltava da Terra dos Mortos e, no seu desespero, subiu a uma torre para de lá se precipitar e morrer. Mas as próprias pedras, cheias de compaixão por ela, disseram-lhe:- "Não te desesperes. Acharás um caminho que conduz à Terra dos Mortos pelo monte Tártaro. Vai lá e leva duas moedas de cobre na boca e duas tortas de mel nas mãos."&lt;br /&gt;Psiquê assim o fez, cheia de alegria. Chegou à Terra dos Mortos e Caronte, o barqueiro, fê-la passar o Rio da Morte, recebendo em paga um moeda de cobre. Apareceu-lhe, em seguida, Cérbero, o horrível cão com três cabeças, guardião do Inferno; ela deu-lhe uma torta de mel e o cão deixou-a passar.&lt;br /&gt;A rainha dos mortos encheu-lhe o estojo de ouro com o tal ungüento de beleza e, em paga da outra moeda pôde Psiquê voltar à terra cheia de luz e de verdor.Mas a curiosidade feminina venceu a prudência. Psiquê abriu o estojo para ver o que continha. Era exatamente o que afrodite esperava. O estojo estava cheio de vapores venenosos, os quais envolveram o rosto de Psiquê e a fizeram desfalecer.&lt;br /&gt;A pobre caiu sobre a erva, mas Eros que a tinha seguido, foi em seu auxílio e, dissipando os vapores do rosto da jovem, tomou-a nos braços e, batendo as asas, levou-a para o seu palácio encantado. E ali viveram juntos, felizes para sempre. E tiveram o fruto desse amor: Volúptas, o prazer. (Consideram ainda que tenham sido trigêmios ou gêmeos.) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8747055948018185162-3102848334516879742?l=voluptas7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://voluptas7.blogspot.com/feeds/3102848334516879742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8747055948018185162&amp;postID=3102848334516879742&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/3102848334516879742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8747055948018185162/posts/default/3102848334516879742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://voluptas7.blogspot.com/2008/01/volptas-origem.html' title='Volúptas - Origem'/><author><name>Volúptas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01559899077671012994</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_rWoTkGFv9B4/R5jZXH90b5I/AAAAAAAAAAw/-_pi3n3LBlk/S220/cereja%255B1%255D.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rWoTkGFv9B4/R5cZkn90b2I/AAAAAAAAAAc/lY56glIJj7c/s72-c/amorepsiche.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
